sexta-feira, 2 de abril de 2021

Exemplo: aos 84 anos, Abílio Diniz toma a 2ª dose da vacina contra a Covid


O empresário Abílio Diniz, de 84 anos, dono, entre outros, do Pão de Açúcar, tomou a segunda dose da vacina contra a Covid. 

"Eu me senti um privilegiado por ter 84 anos e, por isso, estar entre os primeiros a receber a vacina. Brinquei que desta vez pelo menos minha geração não tinha motivo para reclamar da idade. Mas só ficarei feliz mesmo quando eu vir todos os brasileiros devidamente imunizados e protegidos."

Segundo o empresário, desde o começo da terrível pandemia, que mata tantas pessoas e tantas empresas e empregos, ele vem defendendo que o cuidado com a saúde deve ser a prioridade número 1 do país. 

E que a prioridade número 2 deve ser a manutenção da atividade econômica, desde que em linha com a prioridade 1.

"Agora, temos uma convergência total dessas duas prioridades, que é a vacinação em massa da população. Ela é o único remédio eficaz para a retomada do crescimento sustentável e dos milhões de empregos perdidos."

Sobre o SUS (Sistema Único de Saúde), Diniz diz que o órgão é orgulho do país, tem grande competência para realizar as vacinações. E a iniciativa privada brasileira, também motivo de orgulho, está se empenhando e colocando recursos para ajudar no que puder. 

"Precisamos chegar logo aos 1 milhão de vacinados por dia", disse. Essa marca foi alcançada nesta quinta-feira (1). Agora é torcer para ela se repetir diariamente. 

Para o empresário, essa crise tão dura desafiou a humanidade a dar respostas rápidas diante de um inimigo veloz e devastador. 

As vacinas que já temos disponíveis, menos de um ano depois da descoberta do vírus, mostram como o ser humano é capaz de produzir coisas incríveis, que pareciam impossíveis. 

Para produzi-las, cientistas do mundo todo juntaram diferentes avanços da ciência e criaram métodos novos para cuidar melhor das pessoas. Tecnologias usadas para identificar, curar e prevenir a Covid já começam a ser testadas em outras doenças fatais, como o câncer.

"Eu tenho muita fé em Deus e nas pessoas. E busco sempre ser otimista, porque sei do bem que somos capazes de fazer aos outros e a nós mesmos. 

Por isso, quando tomei a vacina, pensei que aquele liquidozinho entrando no meu corpo era muito mais que uma vacina, era o começo do fim deste tormento e também uma prova de nossa enorme capacidade de fazer coisas boas".

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