terça-feira, 23 de fevereiro de 2021

Variante de Manaus já está em Goiás, Tocantins e DF. É 3x mais contagiosa, agressiva e pega no ar




A fala do governador Ronaldo Caiado sobre a situação da Covid em Goiás é apenas um pouco da verdade advinda de estudos e de projeções de estudiosos. 

O fato é que, como político e gerentão do estado, ele não expõe todos os dados para não "alarmar" a sociedade, mas a situação é feia, gravíssima.

Dois novos dados é de dar calafrios em qualquer um.  Como todos sabem, aos poucos os cientistas estão descobrindo mais e mais sobre o novo coronavírus. 

Segundo os estudos já divulgados, duas novas variações agressivas do vírus já estão em circulação em todo o estado de Goiás, no DF e no Tocantins e foram registradas na semana passada: a B.1.1.7, que surgiu no Reino Unido e a P2, também originada em Manaus.

Pelo que se sabe, esta variante de Manaus é três vezes mais agressiva e contagiosa do que o vírus-pai, de primeira geração.  

Pior, pega no ar, como gripe. 

Em ambientes fechados, como salões, bares, igrejas, auditórios, salas de aula e até dentro de casa, o vírus fica no ar, flutuando, e contamina quem o respira. 

Até em espaço externo, fora desses ambientes, há também o perigo de transmissão como no meio da rua. 

A situação só não é pior, porque o vírus é carregado pelo vento e é diluído pela massa de ar. 

Filas ao ar livre, por exemplo, é um ótimo vetor de transmissão. 

Por isso, o colapso total dos hospitais de Manaus, inclusive com a terrível falta de oxigênio. 

Há quem fala que há necessidade de se usar até duas máscaras, se por ventura for urgente a saída de casa. 

A preocupação de Caiado tem que ser levada a sério. Acho apenas que está faltado transparência por parte dele para com a sociedade goiana. 

As projeções para março são terríveis mesmo, como disse o governador.    

Esta é uma informação com antecedência. 

Muitos não estão nem aí. Mas depois, na hora do horror, vão dizer que não foram avisados e orientados. 

Por mim, fechava-se tudo, até as igrejas.

Deixaria apenas o comércio aberto, com restrições, para não sufocar a economia e matar o povo de fome. 

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