sábado, 31 de outubro de 2020

Triste demais: Adinei Brito perde a batalha e a vida para a COVID-19





Por Jefferson Victor, 

Morreu ne
ste sábado (31), em Goiânia, aos 52 anos, Adinei Brito de Oliveira,  campos-belense, filho de Dona Nilza Brito.

Dinei, como era carinhosamente chamado, sentiu-se mal no dia 7 de outubro, depois foi diagnosticado com a Covid-19, motivo pelo qual ficou hospitalizado. 

Onze dias depois, dia 18 de outubro, foi transferido para o Hospital Santa Helena, sendo internado na UTI em estado crítico, necessitando ser entubado devido ao seu quadro respiratório agudo. 

Mesmo estando na UTI, o estado de saúde de Dinei continuou inalterado. No entanto, devido ao agravamento da Covid, seu corpo não resistiu à ação da doença e na manhã deste sábado, por volta das 10h, triste e pesarosamente foi constatado seu óbito. 

Dinei era o caçula dos homens, filhos de Dona Nilza Brito. Era irmão de Mábia, Joaquim Brito, Juá, Dalva, Lilian, Pretinha, Sidiney, Zinalva, Divina, Britinho (falecido), e, por adoção, Reginaldo e Ana Paula. 

Ele se mudou de Campos Belos muito jovem, com destino a Brasília, onde serviu  à Aeronáutica.

De lá mudou-se para Goiânia e há 21 anos casou-se com Mireni Sechinatto, com quem teve uma única filha, Vitória, hoje com 19 anos.

Em Goiânia, estudou Ciências Contábeis e Direito. Passou no concurso da Polícia Civil do estado de Goiás, da qual  era Agente de Policia Civil e contador.

Atuava também no ramo imobiliário, no segmento de construção de kitinetes para aluguel. 

Pessoa extremamente meiga e amiga, Dinei deixa uma legião de amigos. Era muito popular e desfrutava do prestígio da tradicional família Brito. 

Devido aos protocolos para mortos por Covid-19, não foi autorizado o translado do corpo para sua cidade natal e foi sepultado no Cemitério Cerrado, em Goiânia. 

Como já se não bastasse perder uma pessoa com saúde, jovem e, ainda, muito querida, a Covid também tirou o direito de a família e amigos fazerem as últimas e merecidas homenagens fúnebres a Dinei Brito.

A maioria de seus parentes não pode assistir seu velório e sepultamento.

Neste momento extremamente difícil e delicado, fica aqui os nossos sentimentos à toda a família Brito, e em especial a Dona Nilza, matriarca guerreira, que ficou viúva ainda jovem e que criou 14 filhos praticamente sozinha.

Altiva, conseguiu dar direcionamento na vida de cada um, tornando-os pessoas bem sucedidas e íntegras, sem exceção.

Que Deus a abençoe e também as familiares.



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