domingo, 17 de maio de 2020

Imprensa, sua danada! para que tanta transparência e informação?


O escândalo foi revelado no dia 6 de dezembro pelo jornal O Estado de S. Paulo. Dois meses antes, porém, os Bolsonaro já haviam sido avisados da iminência de o caso vir à tona. 

Logo depois do primeiro turno das eleições, no dia 7 de outubro, um delegado da Polícia Federal do Rio envolvido na Operação Furna da Onça fez chegar ao clã a informação de que um relatório do antigo Coaf ligava o gabinete de Flávio Bolsonaro —e o de outros vinte parlamentares da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) — à prática da "rachadinha", a manobra largamente disseminada no Brasil pela qual políticos se apropriam de parte do salário dos funcionários que contratam. 

De acordo com o Coaf, nove pessoas, funcionários e ex-funcionários do gabinete de Flávio Bolsonaro na Alerj, transferiram regularmente dinheiro para a conta de Fabrício Queiroz em datas que coincidem com os dias de pagamento. 

Logo em seguida o titular da conta sacava os valores em espécie. 

O nome de Queiroz era um entre os 75 funcionários da Alerj listados no relatório de 442 páginas do Coaf, uma peça do inquérito que embasou a Operação Furna da Onça — a qual, por sua vez, resultou de investigações sobre um esquema de corrupção na Alerj chefiado pelo grupo do ex-governador Sérgio Cabral.

Um comentário:

  1. AGORA A ONÇA SAIU DA FURNA PARA BEBER ÁGUA!

    A IMPRENSA ESTA IMPRENSANDO O MITO NAS CORDAS, O BOZO VAI A NOCAUTE, JÁ COMEÇOU A CONTAGEM.

    ATT EDIJALDO

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