terça-feira, 10 de março de 2020

Transporte aeromédico do Asas da Saúde se consolida em Goiás



Sancionada em novembro do ano passado, a lei que institui a política estadual do atendimento médico aéreo em Goiás, o Asas da Saúde, pode representar um grande avanço na saúde no que tange a atendimentos e procedimentos médicos que precisam ser feitos em curto prazo. 

Isso porque a lei, já em vigor, determina o uso de uma aeronave UTI para fazer o transporte aéreo de pacientes, dentro do território goiano, para uma unidade hospitalar, aumentando assim suas chances de cura.

A lei é de autoria do deputado estadual Paulo Trabalho (PSL), que declarou se tratar de “um grande diferencial para o Estado de Goiás”. 

Ele adiantou que tem atuado para que não falte recursos para o projeto. 

“O nosso avião possui uma autonomia grande, ele vai para qualquer ponta do Estado, sem precisar reabastecer, com bastante agilidade. 

Entre 2019 e 2020, eu destinei R$ 2 milhões (em emendas) para o Corpo de Bombeiros, e R$ 1,5 milhão desse montante foi para o custeio do avião do Asas da Saúde”, conta o deputado.

Paulo trabalho revela que a lei tem sido eficaz, uma vez que, até o momento, 360 remoções de pacientes pelo ar já foram feitas. 

Agora, segundo ele, o objetivo principal é descentralizar as bases aéreas do Asas da Saúde e levar o serviço aéreo para pontos estratégicos do Estado. 

“A primeira base descentralizada será no nordeste goiano, na cidade de Posse. 

Assim, haverá suporte para os municípios da região, como Campos Belos, São Domingos, Mambaí, além da própria cidade de Posse”, adianta o parlamentar.

De acordo com Paulo Trabalho, há apenas uma aeronave operante. Entretanto, duas outras já estão sendo equipadas para integras o Asas da Saúde.
“Nem todo mundo tem condições de fretar um avião”, diz deputado.

Sobre a lei que instituiu o Asas da Saúde, Paulo Trabalho informou que se tratou de uma promessa de campanha, um compromisso feito em palanque ao lado do governador Ronaldo Caiado (DEM). 

Segundo ele, certa vez seu filho precisou de remoção aérea, mas como a lei não existia, o parlamentar precisou fretar uma aeronave. 

“Porém, nem todo mundo tem condições de fretar um avião, e acaba morrendo na estrada”, afirmou o deputado em defesa do projeto que virou lei.

O parlamentar também ressaltou a importância da parceria com o Corpo de Bombeiros e o Samu, que, segundo ele, “abraçaram o projeto”. “São eles que tomam conta da aeronave, e fazem isso com bastante maestria”, finaliza.

Fonte: Opção 

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