domingo, 2 de fevereiro de 2020

Tocou o terror: jovem é preso suspeito de estuprar uma mulher de 57 anos, furtar moto e incendiar carro em Cavalcante (GO)



Um jovem de 19 anos foi preso na tarde de sexta-feira (31) depois de ser caçado por quase 15 horas dentro das matas de comunidades calungas em Cavalcante-GO. 


Ele é suspeito de estuprar uma mulher de 57 anos e furtar uma motocicleta.

Policiais estavam à procura do jovem desde as 3h de sexta-feira (31), após a mulher denunciar o suposto estupro, ocorrido na quarta-feira (29). 


Segundo a vítima, de 57 anos, o suspeito a estupro enquanto ela dormia. Quando acordou, passou a ser ameaçada com uma faca.

A polícia viu o jovem encostado à beira de uma rua em uma moto furtada dias atrás. Ele fugiu mata adentro em direção a uma comunidade calunga. 

Dentro da comunidade, o jovem entrou em uma casa, ameaçou a família de morte e ateou fogo no carro que estava na garagem.

No rastro do suspeito, a polícia encontrou o automóvel incendiado horas depois de correr dentro da mata. 


Moradores do local informaram que ele havia fugido para outra comunidade. 

Os policiais o encontraram depois de 15 horas de perseguição, após ele decidir se entregar.

O jovem só foi preso porque decidiu se entregar.

 Ele foi levado para a delegacia sob as autuações de furto de moto, incêndio ao veículo da família, suspeita do estupro e crime de ameaça.

Suposto estupro

A vítima disse ao delegado Muniz que foi estuprada enquanto dormia e acordou durante a relação sexual e passou a ser ameaçada de morte com uma faca.

“A comunidade não tem rede elétrica, então as pessoas dormem muito cedo e nesse momento ela teria sido violentada. 

A filha dela veio fazer o boletim de ocorrência”, disse o delegado. No início da semana que vem, a Polícia Civil vai pedir a prisão preventiva ao Judiciário de Goiás.

Captura


A caça começou na madrugada de sexta-feira quando o jovem percebeu a chegada dos policiais e fugiu mata adentro, em direção a uma comunidade calunga. Ele estava encostado numa moto furtada dias antes.

Segundo o delegado Muniz, os moradores de algumas comunidades calungas estavam atemorizados com a conduta do suspeito. 

“Os próprios homens da comunidade em que ele mora estão com medo porque precisam sair para trabalhar e deixam esposas e filhas sozinhas em casa”, explica o investigador.

Moradores da comunidade da Fazenda Branca, onde o jovem nasceu e foi criado, deixaram as casas onde moravam com medo da escalada de violência no local, segundo relatos do delegado.

Texto: JBr

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