sexta-feira, 28 de fevereiro de 2020

Coréia do Norte elimina a tiros primeiro paciente com coronavírus



Segundo alguns jornais americanos, um analista de assuntos da China confirmou que a Coréia do Norte executou a tiros um paciente com coronavírus. 

Essa notícia já havia sido antecipada em veículos de comunicação dos Estados Unidos sobre as intenções do governo comunista em erradicar pacientes doentes do que ao vírus.

Segundo relatos, a execução teve sanção do ditador norte-coreano Kim Jong Un. 

E, infelizmente, não há clareza nos detalhes do paciente executado.

Nos últimos dias, rumores que o ditador estaria autorizando execuções contra cidadãos norte-coreanos ganharam força. 

Nesses rumores, um oficial comercial do país foi morto a tiros apenas por visitar a China. 

Segundo a mídia sul-coreana, a vítima foi executada por arriscar a propagação do vírus no país.

No entanto, a Coréia do Norte enfatizou repetidas vezes que o país não possui um único caso do vírus em seu solo, embora tenha pessoas com suspeita.

No lado sul-coreano, o país já registrou 141 casos de coronavírus.

Fonte: IBT

2 comentários:

  1. Sites como este que propagam mentiras e fake news deveriam ser censurados. Tá na cara que é mentira, não apresenta nenhuma evidência. Nem jornalismo dá pra chamar esse panfleto que reverbera fofocas e mentiras.

    ResponderExcluir
  2. Não me parece alarmante essa notícia vindo de onde e de quem. O que me alarmou foi quando do início da descoberta do novo vírus e que foi noticiado que havia uma família nas Filipinas suspeita de contaminação e o nosso PRESIDENTE veio a público e falou que em razão de uma única família, não iria repatriar para não contaminar os demais brasileiros. Neste caso o tratamento para mim não há diferença de pensamento dos dois governantes.

    ResponderExcluir

Os cometários aqui publicados são de inteira responsabilidade dos autores. Este Blog não se responsabiliza pelos comentários postados pelos leitores, que poderão ser responsabilizados e penalizados judicialmente por abuso do direito da livre manifestação.