quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

Pegou mal: Deputados do PSL vão à China para importar monitoramento da ditadura


Financiados pelo Partido Comunista da China, deputados federais e senadores do PSL viajaram à China para conhecer o sistema de monitoramento de cidadãos da ditadura chinesa. 

Fazem parte da comitiva os deputados federais eleitos Carla Zambelli, Daniel Silveira, Tio Trutis, Felício Laterça, Bibo Nunes, Charlles Evangelista, Marcelo Freitas, Sargento Gurgel e Aline Sleutjes, além da senadora eleita Soraya Thronicke, todos do PSL; e o deputado federal eleito Luis Miranda, do DEM.

A bancada do PSL pretende apresentar um Projeto de Lei no Congresso Nacional para obrigar a implantação de tecnologia de reconhecimento facial usada pela ditadura chinesa em locais públicos brasileiros. 

A iniciativa parte de um grupo de cerca de 20 parlamentares eleitos em 2018 pelo PSL, que conta com uma bancada de 52 deputados na Câmara e 4 senadores, e será apresentado pelo deputado Felício Laterça.

“Os chineses estão muito à nossa frente na questão da segurança pública, e como representante do estado do Rio de Janeiro essa tecnologia toda muito me interessa”, afirmou o deputado antes de embarcar junto com uma comitiva de 12 parlamentares rumo à China para conhecer o sistema de reconhecimento facial, na terça-feira (15).

A China tem em uso o maior e mais moderno sistema de vigilância do mundo, com 170 milhões de câmeras. 

Outras 400 milhões de câmeras serão instaladas. 

O plano do governo chinês é implantar um amplo programa de controle social, com base no sistema de monitoramento, para definir quem pode ou não viajar pelo país, identificar os críticos da ditadura chinesa e prender qualquer um que o Partido Comunista considere um criminoso.

Os equipamentos conseguem reconhecer o rosto das pessoas e fazer imediatamente a associação com suas informações registradas. 

Essa leitura permite também identificar o gênero e a idade das pessoas. 

O sistema também associa o rosto do cidadão a informações como o carro que utiliza, suas rotas mais frequentes, a seus parentes e às pessoas com quem ele entra em contato, dados do fisco, profissionais e outros.

Fonte: Agência Caneta 

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