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quinta-feira, 12 de abril de 2018

Operação Paiol: cinco pessoas são presas por suposto tráfico de armas, em Goiás e DF


Cinco pessoas foram presas no Distrito Federal na manhã desta quinta-feira (12) durante a segunda fase da Operação Paiol, que combate o tráfico de armas. 
Entre os detidos, estão um policial militar da reserva, um militar da Aeronáutica e um ex-militar do Exército.
Este último, Pedro Henrique Santana, também foi preso na primeira fase da operação, em março, quando 17 pessoas foram pegas. 
Segundo a Polícia Civil, fazia a recarga das munições e vendia e alugava as armas em casa.
A Polícia Civil expediu, ao todo, 11 mandados de prisão e 23 de busca e apreensão no DF e em três cidades do Goiás.
O próximo passo, segundo o delegado responsável pela operação, Victor Dan, será investigar de onde vieram as armas e se há mais gente envolvida. 
"Nós sabemos que alguns criminosos estavam indo até essa casa, onde foram apreendidas as armas, para comprar munições e repassá-las para assaltantes, para homicidas, que já estão presos desde a primeira fase", disse.
Foram apreendidas 16 armas – entre revólveres, pistolas e espingardas – cerca de mil munições, além de dinheiro falsificado e coletes a prova de balas. A operação é realizada por cerca de 200 policiais civis e conduzida pela 23ª DP, em Ceilândia.
Desde a primeira fase, deflagrada em 7 de março, a operação prendeu 22 pessoas e confiscou 23 armas.

Primeira fase

Na primeira fase, foram apreendidas armas, munições, drogas e até dinamites que, segundo as investigações, eram usadas na explosão de caixas eletrônicos.
Na ocasião, a operação desarticulou um esquema criminoso que vendia armamentos para que os compradores praticassem crimes como assassinato, latrocínio, roubo e tráfico em diversas regiões do DF.
Entre os detidos estava um ex-militar do Exército, apontado como comandante do grupo. 

Ele serviu como soldado em 2011, ano do serviço militar obrigatório. Além disso, segundo a Polícia Civil, ele atuou como policial militar em Goiás, em um contrato temporário até 2015.

Segundo as investigações, o ex-militar vendia as armas após obtê-las de colegas de farda que, afirma a corporação, "ainda fazem parte do quadro militar".

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