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terça-feira, 6 de março de 2018

Tocantins: que asfalto foi esse?



Por Jefferson Victor, 

Quando as estradas do Tocantins foram “asfaltadas”, o que se viu foi placas de publicidade com os seguintes dizeres: “Adeus lama, buraco e poeira, obrigado Siqueira”.

Realmente foi uma grande conquista, tempo de viagem caiu para um terço, diminuíram as quebras dos veículos, virou um paraíso, mas como diz o ditado, tudo que é bom dura pouco.

Passados alguns anos, ficou evidente a fragilidade da construção.

A cada período chuvoso a buraqueira toma conta das estradas, isso já até causou uma interdição de iniciativa popular na ponte sobre o Rio Palmas, na cidade de Lavandeiras, próximo da divisa com o estado de Goiás.

Atualmente o asfalto em algumas localidades está desaparecendo e dando lugar a uma infinidade de buracos, dificultando a vida dos tocantinenses e de quem transita por essas rodovias.

O trecho da linha divisória entre os dois estados, nas proximidades de Novo Alegre, tá de fazer dó, tão logo se  chega na divisa você é surpreendido por centenas de buracos, e vai assim por vários quilômetros, vindo a melhorar um pouco no trecho que foi reconstruído pelo Exército há alguns anos.

Dali pra frente há uma leve melhora, porém existem os buracos solitários, os mais perigosos, já que o motorista desenvolve velocidade e é surpreendido com as crateras, uma condição que constantemente provoca acidentes.

Segundo moradores de Dianópolis, o trecho de lá até Taguatinga está em péssima condições, chegando mesmo a levar uma hora de viagem pra percorrer o trecho de 36 kms pra se chegar a Novo Jardim.

Asfalto é primordial ao desenvolvimento, e o Tocantins investiu muito nesse seguimento, acontece que essas obras não oferecem a qualidade necessária, a meta é economizar pra render quilometragem e lucro.

Nos EUA e países evoluídos, o asfalto tem espessura que pode chegar a 20 centímetros, inclusive com base de concreto e ainda misturam ema espécie de borracha proveniente de pneus triturados, dessa forma o asfalto tem flexibilidade e consequentemente maior durabilidade.

No Brasil o asfalto, em sua maioria é fino e as vezes construído por empresas de fundo de quintal, o famoso casca de ovo, um artefato de fazer política com desperdício do dinheiro público.

Por se tratar de ano político, certamente vem ai um paliativo, uma operação tapa buracos, com o intuito de mais uma vez enganar o eleitorado.

O pedágio é, segundo os analistas, uma bitributações, artigo contestado por muitos juristas, mas pagar uma viagem gastando um pouco mais e transitando com rodovias seguras  vale a pena. Exemplo disso é o trecho Brasília a Goiânia, gasta-se cerca de de R$ 10,00 mas a pista é conservada oferecendo maior segurança e tranquilidade aos viajantes.

Parte das rodovias do Tocantins estão necessitando de reparos,  é preciso que os governantes encontrem maneiras de manter as estradas com qualidade e segurança, o que não pode é o contribuinte ser tão explorado em cobrança de impostos, e tantas vidas sendo ceifadas por desleixo ou mesmo incompetência dos seus representantes políticos.

Um comentário:

  1. PARABENS PELA PUBLICAÇÃO, MOSTRANDO AI O DESCASO QUE ESSE GOVERNO ESTA FAZENDO COM NÓS TOCANTINENSES, E AI FICO AQUI PENSANDO, SERÁ QUE AINDA TERÁ CORAGEM DE SUBIR NUM PALANQUE PRA PEDIR VOTO?
    E OS PREFEITOS QUE O APOIA SERÁ QUAL ARGUMENTO QUE IRÁ USAR PRA PEDIR O VOTO DOS SEUS ELEITORES?
    MAS O DESCASO NÃO É SÓ PELO GOVERNO, PRECISA VER É A SITUAÇÃO QUE ESTA AS RUAS DA CIDADE DE NOVO ALEGRE, UM VERDADEIRO CAOS, NÃO DA PRA SE ANDAR PELAS RUAS SEM CAIR EM BURACOS, CADE A GESTÃO DA MUDANÇA? CADE A GESTÃO DE QUEM TANTO FALOU QUE IA TER NOVOS TEMPOS EM NOVO ALEGRE?
    TUDO FARINHA DO MESMO SACO, MAS ISSO ESTAVA ESCRITO NÃO QUISERAM ACREDITAR, TA AI.
    AGORA DEVE APARECER PELAS RUAS, NAS RESIDENCIAS PEDINDO O VOTO DO POVO.
    ABREM OS OLHOS POVO, NÃO DEIXEM SE ENGANAR DE NOVO, SENÃO VÃO PASSAR O MANDATO TODOS ARREPENDIDO E SEM PODER FAZER NADA.

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