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domingo, 18 de março de 2018

Rio de Janeiro: Voz de Comando



Por  Elio Gaspari,

"Na manhã de quarta-feira, oficiais do Exército, comandados pela general Mauro Sinott, foram inspecionar o 18º Batalhão da PM do Rio. 


A comitiva foi recebida por uma guarda de 20 homens, e o comandante do batalhão, coronel Marcus Vinicius dos Santos Amaral, ordenou que dessem continência ao general. 

Uma parte da tropa fez que não ouviu, ao que o coronel insistiu: “Todo mundo.” Foi obedecido. Em seguida, quando deu o comando de “descansar”, todos ouviram.

A cena foi presenciada e narrada pelo repórter Renan Rodrigues.

Essa é uma maneira de comandar uma tropa, mas há outra. O comandante manda dar continência e em seguida informa que quem não obedeceu está preso.

Quando um coronel precisa repetir uma ordem para que se saúde um general, as coisas pioraram, e podem piorar mais."

Um comentário:

  1. Pois é, mesmo onde impera por lei a hierarquia e disciplina, o comando deve ser legítimo. Creio que falta legitimidade aos comandantes de uma intervenção, que por alguns tostões para poucos, põe uma instituição grandiosa como o Exército Brasileiro a serviço da manutenção no poder de uma quadrilha golpista, e escolhe os pobres como inimigos, enquanto quem financia o crime organizado e o tráfico de drogas exerce tranquilamente seus mandatos de senador, deputado etc.

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