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quinta-feira, 8 de março de 2018

Morte de Bené completa um ano e, segundo a família, os criminosos continuam impunes




Completa hoje, 9 de março, um ano do brutal assassinato de Benedito de Oliveira, o Bené, de 59 anos de idade, morador da cidade vizinha de Combinado (TO) e também muitíssimo conhecido em Campos Belos.

Segundo a enteada de Bené, um ano de ausência se passou e até agora as polícias de Goiás e do Tocantins não foram capazes de identificar e prender os assassinos. 

Uma missa será realizada na data de hoje, na Igreja Matriz, à partir das 18h. 

O crime ocorreu numa quinta-feira. O corpo foi encontrado próximo à ponte do córrego gameleira, na rodovia GO-118, na entrada sul da cidade, saída para Brasília.

E apresentava sinais de grave violência, sem marcas de tiros ou de facas, de acordo com as informações. 

Depois se descobriu que ele foi morto a golpes de chave de roda, tomada da própria caminhonete.

Na época, a família de Bené informou que na noite anterior ele recebeu uma ligação para fazer um frete até a cidade de Campos Belos.

A bordo de sua caminhonete, uma S10, ele se dirigiu ao estado vizinho para cumprir o combinado.

Porém não voltou e com o passar das horas a preocupação dos familiares só aumentava.

Já pela manhã e com preocupação extrema, o filho de Bené foi a Campos Belos a procura do pai, quando soube da notícia de um corpo, ainda não identificado no IML da cidade.

Ao chegar no local, o corpo teria sido reconhecido como o de Benedito de Oliveira.

A polícia civil de Campos Belos chegou a abrir uma investigação e trabalhou inicialmente com a hipótese, em princípio, de latrocínio, que é o roubo seguido de morte.

A S10 de Benedito desapareceu, assim como o celular e outros pertencentes.

Um comentário:

  1. Um descaso isso.infelizmente não é só esse. Tem o rapaz quebfoi morto na Funerária. Até agirá nada tb.
    E no caso do bené , ele recebeu a ligação e todos sabem quem ligou. Porque não tem nenhuma resposta pra família.
    Nossa isso é muita covardia, se fosse alguma desses ladrões políticos já tinha gente prezo.
    Justiça de Goiás e Tocantins o povo quer resposta.

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