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segunda-feira, 12 de março de 2018

Família Câmara não sabe o que fazer com o jornal O Popular


Por Euler de França Belém,

É lamentável que um jornal sério e de qualidade esteja à deriva

Há dezenas de boatos sobre o futuro de “O Popular”. 

Há histórias para todos os gostos. Primeiro, disseram que um político estaria comprando o jornal. 

O que não se confirmou.

Segundo, frisaram que o jornal seria arrendado. A informação não procede.

Terceiro, chegaram a apresentar a versão de que o Grupo Zahran — que comprou a TV Anhanguera — aceitaria o jornal, desde que “de graça”, mas Jaime Câmara Júnior queria vender o parque gráfico, com pelo menos uma impressora de alta qualidade, por cerca de 10 milhões de reais. 

O que, na avaliação de um técnico, é um valor irreal — dada a quantidade de impressoras de qualidade sobrando no mercado, por causa da crise dos jornais (alguns estão migrando para a internet).

No fundo, o Grupo Zahran só está interessado na afiliada da Globo.

Quarto, há quem “informe” que Tasso Câmara (que está doente) e Tadeu Câmara ficarão com o jornal. 

Os filhos de Joaquim Câmara, um dos fundadores do jornal, realmente apreciam o jornal. 

Mas não confirmam nada sobre o assunto.

A verdade

O que é certo mesmo é que a família Câmara não sabe, ao menos no momento, o que fazer com “O Popular”, o seu produto jornalístico mais antigo, mas que se tornou, do ponto de vista da negociação recente, o patinho feio do grupo.

É uma pena que um jornal sério e de qualidade como “O Popular” esteja à deriva. 

Ante as histórias — que talvez prejudiquem até seu faturamento —, o Grupo Jaime Câmara deveria divulgar uma nota informando o que fará com sua publicação. 

É grave quando uma empresa de comunicação não comunica com a sociedade nem com seus próprios funcionários.

Fonte e texto: Jornal Opção

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