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quarta-feira, 21 de março de 2018

Defender a água é garantir a geração de alimentos e vida


*Por Antonio Luis Francisco (PJ)

“A natureza pela água”: o tema determinado ao Dia Mundial da Água deste ano não poderia ser mais apropriado para levantar reflexões a respeito do que o homem tem feito com relação a este bem indispensável à vida. 

Comemorada em 22 de março, a data visa chamar a atenção para a grande degradação dos recursos hídricos em todo o mundo e a busca por soluções para reverter o atual quadro e promover sua preservação.

A água é utilizada em praticamente toda atividade humana. Alimentação, higiene, geração de energia, agricultura, pecuária, indústria. Não é demais repetir, mas dela depende a continuidade da vida. 

Dados da Organização das Nações Unidas (ONU) indicam que 1,8 milhão de pessoas ingerem água contaminada e 80% das águas residuais são despejadas sem tratamento no meio ambiente. Cerca de 1,9 milhão de pessoas vivem em áreas onde a água já está em falta.

É possível observar muitas transformações na natureza. Estações perdem suas características, excesso de chuvas em algumas regiões, escassez em outras, tempestades e secas fora de época, ocasionando inundações inesperadas ou acelerado processo de desertificação e erosão, mudanças que tornam mais desafiadoras as atividades relacionadas à geração de alimentos.

A ONU defende a adoção de medidas e soluções que privilegiem a melhor gestão ambiental para a limpeza e armazenamento de água. 

Diversas técnicas podem ser utilizadas para recuperar mananciais, margens de rios, mangues, pântanos, florestas, reorganizando o ciclo natural, a partir dos próprios meios e ambientes da natureza.

Paralelamente, a tecnologia pode ser uma forte aliada no melhor uso dos recursos hídricos em diversas atividades, como na agropecuária e na indústria alimentícia. 

A criação de animais e o processamento de alimentos são alguns setores que fazem uso de significativo volume de água e que podem se beneficiar de máquinas e equipamentos que ajudam, e muito, a reduzir o consumo de água e de energia elétrica em tarefas de limpeza.

As lavadoras de alta pressão são exemplos de máquinas que oferecem altíssima relação custo/benefício. Em algumas aplicações, consomem até 80% menos água, se comparado a métodos convencionais como o uso de mangueiras comuns, facilitando a execução da limpeza e higienização das propriedades rurais e áreas produtivas.

Sejam em culturas que exijam a higienização com água quente, como na produção de suínos, as lavadoras não só tornam a limpeza mais rápida e eficiente, utilizando menos recursos hídricos, como exigem menos esforços dos trabalhadores responsáveis por essas tarefas, além de serem preparadas para atenderem a grandes jornadas. 

É uma solução segura para a condução das atividades humanas, para a geração de alimentos e para o bom uso dos recursos hídricos.

É dessa forma que as sociedades conseguirão retomar o caminho do crescimento sustentável e responsável. 

A combinação entre tecnologia, técnicas naturais e posturas mais conscientes é o meio mais indicado para garantir que a água atenda às necessidades de todos, ainda que seja um bem limitado.
  
* Antonio Luis Francisco (PJ) é Diretor Geral da JactoClean – empresa do Grupo Jacto, referência nacional em soluções para limpeza e higienização.

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