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sábado, 24 de fevereiro de 2018

Homem é preso em Taguatinga (TO) por acusação de ter molestado sexualmente mulheres e até crianças



A Polícia Civil de Taguatinga, sudeste do Tocantins, prendeu um homem suspeito de abusar sexualmente de diversas mulheres e adolescentes.

A polícia fala em décadas de abusos. 

Segundo a delegacia, a denúncia podem ter sido feita a partir dos casos expostos pela novela da TV Globo, "Do Outro Lado do Paraíso", que incentiva vítimas a fazerem denúncias. 

Sob o comando do Delegado Giordano Bruno Curado Camargo, policiais deram cumprimento ao mandado de prisão expedido contra  homem, de 59 anos, de família tradicional da cidade de Taguatinga, suspeito de ter praticado crime de violência sexual, mediante fraude, contra a adolescente E.D.P, de apenas 14 anos de idade.

De acordo com a autoridade policial, durante o período de investigação, foi percebido que ele tem por hábito seduzir e aliciar adolescentes, se utilizando de vantagens financeiras, presentes ou ainda promessas falsas e mentiras para satisfação sexual própria. 

Segundo ainda a polícia, o acusado vinha sendo investigado pela prática de estupro de vulnerável de outra vítima, praticado em desfavor de D.A.B, na época, com 12 anos de idade. 

Por isso, é possível que após a prisão, outras vítimas poderão procurar a DP para revelar mais casos. 

Ainda de acordo com a PC, o trabalho de investigação foi feito de maneira sigilosa, tendo em vista a influência financeira e familiar do acusado, resultando na prisão do suspeito no final da tarde da última quinta (22/02).

O delgado Giordano Bruno Curado disse que o homem tentou fugir no momento em que seria recolhido à Unidade Prisional de Taguatinga, correndo "a pé", o que resultou em mais um procedimento criminal, por desobediência e resistência a prisão.

Após os trâmites de praxe, o acusado foi conduzido à carceragem da Cadeia Pública local, onde permanecerá a disposição do Poder Judiciário.

Posicionamento do blog

Este blog, apesar de ter tido acesso à fotografia e ao nome do homem, reserva-se, por mera prudência, no direito de não revelar o nome do acusado, por entender ser um crime extremamente grave e o caso ainda estar em fase de investigação. 

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