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sábado, 24 de fevereiro de 2018

Conflito armado: sociedade vai ter que escolher



Barbárie: traficantes "comem" partes humanas de rivais  

A sociedade brasileira vai ter que escolher, entre a barbárie e a ordem. É simples assim. 

Há décadas as comunidades pobres do Rio e de várias partes do Brasil sofrem com a ausência do Estado, em todas as áreas, principalmente na segurança pública. 

Chegou-se ao ponto do caos, do esgotamento total da segurança pública, como no Rio.   

O governo foi obrigado a decretar intervenção federal. Em resumo, chamaram o Exército para resolver. 

Mas bastou uma simples ação de identificação, que começaram as críticas, as chiadeiras, de quem nunca teve a coragem de tirar a bunda do sofá para tentar resolver um problema em tal magnitude. 

Acho que a sociedade ainda não entendeu a real situação. É guerra, meu povo.  

E vai piorar se o Estado não for forte. O PCC nem começou a mostrar as caras. 

E nem vou falar dos bandidos e organizações criminosas de colarinho branco, a começar de dentro do Planalto. 

Este tipo de conflito armado não é regular. Não há um Exército fardado do outro lado. O inimigo é oculto entre as pessoas de bem. 

Como identificá-os? como neutralizá-los? 

Há todo um contexto de "Regras de Engajamento", muito utilizado pelo Exército no Haiti, a serviço da ONU.  

As regras foram feitas pela ONU. Aqui vai ter que se fazer regras semelhantes, para dar segurança jurídica à tropa e maior seguranças às comunidades. 

Se numa simples identificação de cidadãos, deu-se essa chiadeira toda.  

Qual a solução? não há mágica.  

Em situação de caos, posicionamento ideológicos não devem prevalecer.  É a vida das pessoas de bem que devem prevalecer. 

Em um estado de caos, alguns direitos têm que ser sacrificados em prol de direitos maiores.

Essa não é uma situação de normalidade. O Rio de Janeiro está mergulhado no caos. 

Os cidadãos, a sociedade têm que escolher entre o subjugo dos bandidos, do tráfico, das milícias ou a presença forte do Estado. 

Há que se escolher. 

Em tempo: este blogueiro foi do Exército por 18 anos e combateu no Haiti no ano de 2006, na missão de "imposição da paz" comandada pela ONU naquele país do caribe. 




3 comentários:

  1. Dinomar quero saber sobre o veto do prefeito e a decisão dos vereadores sobre o nepotismo.

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  2. Este anônimo está na página errada, mas enfim, vamos à matéria, a situação do Brasil e da violência urbana, está longe mesmo de resolver, é muito desproporcional um bandido com um fuzil e um policial com uma pistola, quer o quê com isso? é desumano este confronto, morte na certa destes policiais, se bandido vem com fuzil, vamos com tanque de guerra e acabou, guerra é guerra, nada de direitos humanos, esses bandidos são verdadeiros animais, passar a mão na cabeça das vítimas e não de traficantes que estão tomando conta de nosso País. Venha Bolsonaro, é a solução, não tem outra, o único que tem projeto contra corrupção, os outros projetos estão há muitos anos em andamento e a bandidagem só aumenta e os policiais só diminuem, vi uma pesquisa que em Goias tem menos policias do que em 1984, Por favor Dinomar, é isto mesmo?

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  3. Matéria interessante , enfoque no Rio mas relatando uma verdade estampada na cara da sociedade, a sujeirada da política essa aí dificilmente o exército vai resolver .

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