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domingo, 25 de fevereiro de 2018

Alto Paraíso, Cavalcante e Mambaí/GO conquistam melhores posições na nova categorização do Ministério do Turismo


O Ministério do Turismo divulgou, na semana passada, nova categorização dos municípios turísticos brasileiros, com base na análise dos serviços de hospedagem. 

Os critérios para a classificação incluem quatro variáveis: a quantidade de empregos formais gerados pelos empreendimentos voltados para a hospedagem; quantidade de hotéis, pousadas, resorts e outros; demanda de recepção de turistas nacionais; e a demanda internacional de turistas.

As fontes dos dados são o banco de empregos do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que dão o panorama do desempenho da economia no turismo a partir das hospedagens.

Em Goiás, o setor comemora a ascensão de dez municípios que estão no Mapa do Turismo Brasileiro, todos subiram uma letra em relação à categorização anterior, realizada em 2014: Abadiânia, Alto Paraíso de Goiás, Caçu, Campos Verdes, Catalão, Cavalcante, Corumbá de Goiás, Mambaí, Pirenópolis e Turvelândia.

Alguns merecem destaque, como Alto Paraíso de Goiás, integrante da Região Turística da Chapada dos Veadeiros e um dos principais indutores do turismo nacional, que tem visto sua economia crescer por causa da melhoria e formalização da atividade. 

O mesmo vale para Cavalcante, na mesma região, que também tem vivenciado o crescimento econômico devido a investimentos públicos e privados e consequente aumento do fluxo turístico.

Vale ainda ressaltar o esforço da cidade de Abadiânia, que passou da categoria C para a B, por causa da grande demanda de turistas internacionais atraídos pelo turismo religioso, e a pequena Mambaí, que vem se transformando em referência nacional em turismo de aventura.

Segundo o coordenador de Estruturação de Destinos Turísticos da Goiás Turismo, Luciano Guimarães Soares, os municípios que subiram de categoria souberam aproveitar os incentivos do governo federal e estadual, investimentos na divulgação dos destinos, no marketing e na estruturação. 

“A Goiás Turismo, por exemplo, tem investido em press trips, participação nas feiras nacionais e internacionais, realização de grandes eventos gastronômicos e culturais pelo estado. E isso melhora o desempenho da economia do turismo para os destinos”, analisa Soares.

Em Goiás, além de Goiânia, outros dois municípios já alcançaram a categoria A, onde eram enquadradas somente as capitais de estados: Caldas Novas e Pirenópolis, que recebeu a nova letra agora.

“Esses municípios concorrem em pé de igualdade com qualquer destino turístico importante do Brasil”, avalia Soares, que é turismólogo por formação. 

Ele conta que quatro cidades foram rebaixadas na nova categorização, Valparaíso de Goiás que foi da categoria C para a D; e Damianópolis, Leopoldo de Bulhões e Santa Cruz de Goiás que baixaram de D para a E. 

Luciano Soares explica que esses municípios são pequenos, entraram para o Mapa em 2017, e começaram a se organizar e a desenvolver seu turismo recentemente.

Assessoria de Comunicação da Goiás Turismo

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