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quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Ex-marido mandou matar Lorraine, diz polícia


No mesmo dia em que encontrou o corpo da cabeleireira Lorraine Fernandes, de 32 anos, que estava desaparecida desde o final do ano passado, a Polícia Civil prendeu, nesta terça-feira (16), em Inhumas, dois suspeitos de participação no assassinato. 

Ex-marido da vítima, o representante comercial Rogério Trindade do Couto, de 38 anos, segundo as investigações, foi quem contratou Dioy Belarmino dos Reis, de 18 anos, para executá la.

Lorraine Fernandes desapareceu no último dia 26 de dezembro logo após sair de uma agência bancária em Inhumas, cidade onde morava com o atual marido, e três filhos, de 17, 14, e 11 anos. 

Um dia após o desaparecimento, o carro dela foi encontrado em um matagal perto da cidade, com um disparo de arma de fogo, e porções de maconha em um dos bancos.

Logo após trabalhadores rurais que cortavam cana encontrarem o corpo de Lorraine no início da tarde de ontem, a Polícia Civil prendeu temporariamente Dioy Belarmino, que havia guardado o revólver usado no crime na chácara onde estava, e Rogério Trindade. 

Inicialmente, Dioy disse que pegou uma carona com Lorraine, e afirmou que resolveu matá-la para roubar o carro, mas posteriormente contou que havia sido contratado pelo representante comercial, que prometeu lhe dar R$ 5 mil, para matá-la.

“Nós descobrimos que além de possuir todo um histórico de agressão enquanto foi casado com a Lorraine, o Rogério, recentemente, havia enviado a ela uma carta mandando que tomasse cuidado com a violência. 

Pelo que apuramos até agora, o Rogério não se conformava com a separação, ocorrida em novembro, e nem com o fato da ex mulher já estar vivendo com outro homem, e não querer saber mais dele”, relatou o delegado Humberto Teófilo, titular da Delegacia de Trindade.

Rogério Trindade, que segundo o delegado nega o crime, mas demonstrou uma frieza impressionante desde o desaparecimento da cabeleireira, e Dioy Belarmino responderão pelos crimes de sequestro, feminicídio, ocultação de cadáver, e posse ilegal de arma de fogo.

Fonte: Mais Goiás 

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