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terça-feira, 21 de novembro de 2017

Presos saíam para festas, traficavam drogas e até mantinham motel em presídio de Anápolis




Presos saíam para festas, traficavam drogas e até mantinham um motel na Unidade Prisional de Anápolis, a 55 km de Goiânia, segundo investigações do Ministério Público de Goiás (MP-GO). 

Em busca de combater as regalias e a prática de crimes, o diretor da unidade, um supervisor, um agente e mulheres de detentos foram presos durante uma operação realizada na manhã desta terça-feira (21).

"Havia um verdadeiro escritório seguro do crime, tráfico de drogas, até homicídio a gente conseguiu levantar de um preso que, em tese, teria suicidado. É uma gama de pequenos crimes que se prolongaram por muito tempo e ultrapassaram todos os limites", disse o promotor de Justiça Thiago Galindo, que coordenou a operação.

Em relação ao motel, a promotoria explicou que o local tinha toda uma estrutura para funcionar em um anexo que deveria servir como depósito de materiais. O quarto foi fechado em março deste ano pela Superintendência Executiva de Administração Penitenciária (Seap).

"Segundo o relatório da própria Seap, tinha até um livro com o telefone das mulheres que seriam chamadas. Era como um quarto de motel mesmo, com bombom, frutas", detalhou Galindo.

A segunda fase da Operação Regalia, que foi deflagrada nesta manhã em parceria com as polícias Civil e Militar, cumpriu 11 mandados de prisão, sendo cinco de prisão temporária contra o diretor, o supervisor, um agente e duas mulheres de presos, seis de prisão preventiva em relação aos envolvidos que já estavam presos, 7 conduções coercitivas contra um agente, ex-agentes e pessoas ligadas aos internos saíam para festas, traficavam drogas e até mantinham um motel na Unidade Prisional de Anápolis, a 55 km de Goiânia, segundo investigações do Ministério Público de Goiás (MP-GO). 

Em busca de combater as regalias e a prática de crimes, o diretor da unidade, um supervisor, um agente e mulheres de detentos foram presos durante uma operação realizada na manhã desta terça-feira (21).

"Havia um verdadeiro escritório seguro do crime, tráfico de drogas, até homicídio a gente conseguiu levantar de um preso que, em tese, teria suicidado. É uma gama de pequenos crimes que se prolongaram por muito tempo e ultrapassaram todos os limites", disse o promotor de Justiça Thiago Galindo, que coordenou a operação.

Em relação ao motel, a promotoria explicou que o local tinha toda uma estrutura para funcionar em um anexo que deveria servir como depósito de materiais. O quarto foi fechado em março deste ano pela Superintendência Executiva de Administração Penitenciária (Seap).

"Segundo o relatório da própria Seap, tinha até um livro com o telefone das mulheres que seriam chamadas. Era como um quarto de motel mesmo, com bombom, frutas", detalhou Galindo.

A segunda fase da Operação Regalia, que foi deflagrada nesta manhã em parceria com as polícias Civil e Militar, cumpriu 11 mandados de prisão, sendo cinco de prisão temporária contra o diretor, o supervisor, um agente e duas mulheres de presos, seis de prisão preventiva em relação aos envolvidos que já estavam presos, 7 conduções coercitivas contra um agente, ex-agentes e pessoas ligadas aos internos.

Crimes

Os detidos na operação são investigados por associação ao tráfico de drogas, associação criminosa, tráfico de drogas, corrupção ativa e passiva , ingresso de aparelhos celulares e homicídio.

"Agora vamos analisar toda documentação, oferecer denúncias do que está materializado, aprofundar as investigações e inquéritos estão sendo instauramos junto com a Polícia Civil”, concluiu Galindo.

O superintendente executivo da Seap, tenente-coronel Newton Castilho, explicou que o responsável pela regional de Anápolis assumirá a unidade provisoriamente. "Ele designará um novo dirigente e reformulará, se necessário, todo o quadro de servidores", explicou.

Em nota divulgada nesta manhã, a Secretaria de Segurança Pública e Administração Penitenciária (SSPAP) informou que a ação é um resultado de investigações feitas pelo próprio órgão e que foram cumpridos mandados de prisão e de busca e apreensão contra três servidores. 

Também foram expedidos mandados de prisão e ordem de transferência contra quatro reeducandos.

Castilho destacou que o governo apoia a investigação. 

"O nosso maior bem são os servidores, em nome deles, dos que trabalham dignamente, a Secretaria recebe com satisfação a operação, com a qual colaborou desde o início, contra servidores que cometem crimes que chocam a sociedade", defendeu o tenente-coronel.

Fonte: G1

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