quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Câmpus da UEG em Posse/GO ganha curso de Agronomia


A partir de 2018, o Câmpus Posse, da Universidade Estadual de Goiás (UEG), passará a oferecer o curso de graduação em Agronomia. 

Implantada no ano 2000, a UEG possui um papel protagonista na transformação da região Nordeste de Goiás. 

De acordo com o diretor do Câmpus Posse, Ronaldo Ferreira da Silva, a criação do curso de Agronomia é uma demanda antiga, tendo em vista que ele atenderá a várias necessidades do mercado profissional regional.

“Os trabalhos para que fosse viabilizada a criação do curso duraram cerca de cinco anos, incluindo investimentos, parcerias e negociações”, destaca.

Para ele, as atividades de ensino, pesquisa científica e extensão universitária que serão desenvolvidas no curso vão maximizar a produção agrícola local e possibilitar um melhor uso e cultivo em pequenas propriedades.

“O curso, consequentemente, permitirá uma maior geração de renda, o que impulsionará o comércio local e regional”, explica o diretor.

Diferente de outras regiões do Estado, o nordeste goiano tem como uma de suas características econômicas a agricultura familiar.

De acordo Ronaldo Ferreira, essa agricultura, no entanto, ainda é subdesenvolvida. 

“O curso possibilitará o desenvolvimento de novos cultivares que se adequem às condições climáticas da região, além de formar profissionais que atendam também as demandas do grande mercado do agronegócio de Goiás e também da região Oeste da Bahia”, reitera.

Assessoria de Comunicação da UEG

2 comentários:

  1. Faltou planejamento pois abriu agronomia junto com a Federal. Inacreditável como as duas instituições não conversaram considerando que o curso de agronomia é um dos mais caros para se manter (laborátorios, pesquisa, etc...)

    ResponderExcluir
  2. Planejamento!!!
    Abrir o mesmo curso junto com uma Federal.

    ResponderExcluir

Os cometários aqui publicados são de inteira responsabilidade dos autores. Este Blog não se responsabiliza pelos comentários postados pelos leitores, que poderão ser responsabilizados e penalizados judicialmente por abuso do direito da livre manifestação.