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quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Associação alerta problemas causados com o fechamento de barreiras fixas no Tocantins


O fechamento de algumas barreiras fixas e móveis em Araguaçu, na regional de Formoso do Araguaia, e Arraias e Novo Alegre, na regional de Taguatinga, tem trazido preocupação para os funcionários da Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Tocantins (Adapec). 

Isso porque o fechamento dessas barreiras pode facilitar a entrada de produtos agropecuários sem a devida fiscalização, trazendo risco e perigo para a produção do Estado, de acordo com a Associação dos Funcionários da Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Tocantins (AFA-TO).

Segundo a AFA, exemplo disso foi a apreensão no dia 10 deste mês de uma carga de 173 mudas frutíferas que estavam sendo comercializadas de forma ambulante e irregular, no município de Lagoa da Confusão. 

Outro caso foi registrado no dia 11 de setembro, onde foram apreendidas e destruídas 4,8 toneladas de peixes na barreira de Araguatins, que estavam sem inspeção e em processo de decomposição. 

Segundo o presidente da Associação, Wiston Gomes, casos como estes reforçam a importância das barreiras fixas e volantes nas várias regionais do Tocantins. “O fechamento precipitado de barreiras fixas nas divisas do Estado podem colocar em risco um trabalho de anos e trazer grandes prejuízos ao setor agropecuário do Tocantins”, afirmou. 

Wiston destacou que hoje restam 20 barreiras fixas no Estado e que estão diminuindo este número, como no caso das barreiras na divisa com o Estado de Goiás, onde foram fechadas três com o argumento no custo de manutenção e ineficiência, e ainda que seriam colocadas barreiras volantes para assegurar a fiscalização daquelas regiões. 

“O presidente do órgão informou que fecharia essas barreiras fixas em divisas com Goiás, mas colocaria as barreiras volantes, mas já se passaram mais de 45 dias do fechamento e nada foi feito”, disse.

Além disso, o presidente da AFA-TO também lembra a precariedade de algumas barreiras, onde alguns problemas operacionais estão sendo custeados pelos próprios funcionários.

Fonte: Conexão TO

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