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segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Palhaçada: Artista leva arte e cultura para escola pública de Campos Belos



A atriz cultural Flávia Cunha Chimomi deu a graça do espetáculo circense a centenas de crianças do Colégio Estadual Professora Ricarda, em Campos Belos, nordeste de Goiás. 

A Escola, a primeira e mais antiga da cidade, recebeu o espetáculo no último dia 10  de agosto. Foi a primeira vez que a instituição recebeu uma trupe profissional de teatro.  

O evento também marcou a retomada da 2ª Fase da Turnê em do Espetáculo "A bOla", com a palhaça CHiMOMi (Flávia Chimomi) e músicas de Val Azevedo.

Mais de 200 crianças e adolescente acompanharam a apresentação, marcada pela alegria e a graça lúdica do circo.

Esta turnê está percorrendo dez municípios de Goiás, pelo Projeto Ciranda da Arte.

A turnê faz parte do projeto Chimomi, que é uma iniciativa contemplada pelo Fundo de Arte e Cultura, da Secretaria de Educação, Cultura e Esporte de Goiás (Seduce).

As apresentações são gratuitas e seguem até agosto, passando pelas cidades de Piranhas, Palmeiras, Jussara, Águas Lindas de Goiás, Novo Gama, Formosa, Posse, Campos Belos, Goianésia e Itapaci. 

O calendário completo das demais cidades pode ser conferido no site:www.chimomi.com.

O espetáculo infantil CHiMOMi - A bOla é um trabalho solo autoral desenvolvido por Flávia Cunha ao longo de uma década envolvendo arte e terapias com crianças e jovens de diferentes regiões brasileiras, incluindo pessoas com necessidades especiais. 

Em cena, CHiMOMi, uma palhaça que não fala, se vale da linguagem do circo e do teatro mudo com a música de Val Azevedo, criada especialmente para este espetáculo, que executa em cena variados instrumentos (banjo, violão, flauta, gaita, cavaquinho, percussão, voz, e plásticas sonoras). 

Já a oficina livre Corpo-Malabares, além de ensinar a construir os malabares, une os benefícios desta arte circense com técnicas corporais oriundas da Psicologia. 

A dinâmica é uma prática saudável de atividade física, sem riscos de impacto ou lesões, e conta ainda com o estímulo do trabalho manual na medida em que a criança e o adolescente aprendem a construir as bolas de malabares e a valorizar o produto por ela criado.

Desde 2012, o projeto CHiMOMi já foi apresentado em outros 12 estados e também no Distrito Federal.  




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