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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Quilombolas participam de projeto pioneiro idealizado pelo chef Alex Atala, em Cavalcante (GO)


As comunidades quilombolas da região Norte de Goiás começam neste fim de semana a primeira fase de um projeto inovador na produção agroflorestal de baunilha.

Sob a coordenação da Superintendência da Igualdade Racial da Secretaria Cidadã e da Associação Quilombo Kalunga, a comunidade do Vão de Almas, em Cavalcante, participará de um primeiro encontro técnico, que contará com a participação do chef Alex Atala, presidente do Instituto ATÁ, que idealizou o projeto.

Iniciado em 2014, a partir de pesquisas de Alex Atala sobre ingredientes especiais da culinária brasileira, o projeto visa desenvolver a cultura da baunilha, uma iguaria natural da região.

O objetivo principal é desenvolver a cultura transformando a realidade socioeconômica, bem como conservar a biodiversidade e a cultura das comunidades quilombolas.

Batizado de Baunilha do Cerrado, o projeto conseguiu um aporte de R$ 382 mil da Fundação Social do Banco do Brasil e conta com apoio da Central do Cerrado, uma central de cooperativas que auxilia projetos do gênero na inserção no mercado.

Desta sexta-feira (10) a terça-feira (14), as famílias envolvidas no projeto participarão de uma série de atividades com a equipe do Instituto ATÁ, que conta com diferentes profissionais, entre pesquisadores e técnicos no cultivo, beneficiamento e gestão comercial de produtos agrosustentáveis.

A equipe de coordenação do projeto também conta com representantes da própria comunidade kalunga, incluindo Vilmar Souza Costa, presidente da Associação Quilombo Kalunga.

Fonte: O Popular

2 comentários:

Anônimo disse...

Depois que o governo federal liberal a tal bolsa família nenhum KALUNGUEIRO desenvolveu suas origens ou seja fazer farinha que é o que eles faziam , esse projeto so serve pra alguém levar o $$$$ O seu

vao de Almas disse...

concordo com vc que a produção de farinha depois desse programa bolsa família, diminuiu muito a produçao, e digo a você que nem todos os quilombolas vive disse e que têm muita gente trabalhando e produzindo farinha e outras coisas que nós sabemos, antes de falar qualquer coisa, peço que verifique primeiro e ai sim, você poderá falar algo,
vão de almas.