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quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Polícia Civil prende suspeitos de enviar bomba a advogado


A Polícia Civil prendeu nesta terça-feira (27), os policiais federais aposentados e irmãos Ovídio e Valdinho Rodrigues Chaveiro, suspeitos de serem os responsáveis pelo atentado que feriu o advogado Walmir Oliveira da Cunha, de 37 anos, em 15 de julho de 2016.

A ação foi realizada com o apoio da Polícia Federal e do Instituto de Criminalística, que acompanharam a condução dos suspeitos no início desta manhã até as dependências da Delegacia de Investigações Criminais (Deic).

Além dos dois mandados de prisão temporária, foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão e a condução coercitiva de Jéssica Domingos Chaveiro, Natália Domingos Chaveiro e Soraia Domingos Rodrigues, filhas e esposa de Valdinho, que foram ouvidas para esclarecimentos e dispensadas em seguida.

O titular da Deic, delegado Valdemir Branco, fez um apresentação preliminar   sobre o caso para não atrapalhar as investigações. 

No entanto adiantou à imprensa que a motivação do crime seria uma ação judicial que a vítima teria vencido, o que confirma a tese de crime relacionado à atividade profissional do advogado.

Valdemir informou ainda que a polícia analisa os objetos apreendidos, e somente após o fim dos interrogatórios e das diligências que ainda estão em andamento poderá divulgar maiores detalhes. 

“Deixo claro o apoio que recebemos da Polícia Federal e do Instituo de Criminalística no andamento deste caso. Posteriormente, em uma entrevista coletiva, a Polícia Civil e outras instituições darão mais detalhes sobre a conclusão das investigações”, disse o delegado.

O crime

O crime ocorreu no dia 15 de julho deste ano, quando Walmir Cunha recebeu uma encomenda em seu escritório no Setor Marista, e pensou se tratar de um presente de um cliente. 

Quando abriu a caixa, viu os fios e percebeu que se tratava de uma bomba, que acabou explodindo com ele tentava se livrar do pacote, e acabou ferido na mão esquerda e no peito.

As investigações da Polícia Civil descartaram a possibilidade de participação do motoboy que entregou a encomenda, e no mês de setembro, divulgou imagens de homem de cerca de 60 aos que teria contratado os serviços do motoboy para entrega do artefato.

Fonte: Polícia Civil

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