Banner 1

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Temer, ministros e políticos, entre eles Pedro Chaves (PMDB/GO), ainda não caíram na "real"


O presidente da República, Michel Temer, fez acordo com os presidentes do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), de fazerem um pronunciamento conjunto neste domingo (27) contra a proposta de anistia do crime de caixa dois.

A decisão veio depois da ampla repercussão negativa, principalmente pelas redes sociais, da intenção dos parlamentares de agirem por debaixo dos panos e anistiarem o caixa 2. 

Um deles foi o deputado federal Pedro Chaves (PMDB/GO) - pensou que iria passar desapercebido -  que votou sim no requerimento de urgência da matéria.

A emenda a ser incluída livra de acusação criminal políticos acusados de caixa dois até agora. Foram 312 votos favoráveis e 65 contrários. Apenas PSOL e REDE fecharam questão no 'não'. 

Ontem, em meio a explicações sobre o caso Geddel, Marcelo Calero e sobre a possibilidade do Congresso aprovar uma absurda anistia em favor deles mesmos, uma coisa ficou clara:

A coletiva foi uma forma de pedir pelo "amor de Deus ao povo", para que não invada o Congresso Nacional, como ainda está se cogitando nas redes.  

Uma coletiva convocada pelos chefes dos três poderes nunca tinham acontecido na história do país. 

A presidente do STF, Carmém Lúcia, não participou. 

Temer está cada vez mais perdendo apoio popular e o impeachment dele não está descartado. 

Parece que ele, seus ministros e os congressistas ainda não compreenderam a "real".

Nenhum comentário: