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segunda-feira, 28 de novembro de 2016

É desesperador passar em pontos da GO-118


Por Nádia de Bona Porton,

A curva do caixão, no município de Teresina de GO e a curva da entrada do município de Monte Alegre de Goiás, são as mais críticas do trecho. Ambas são sinalizadas com as placas “curva acentuada”.

Todas as semanas, faço esse trajeto entre GO e DF e é desesperador ao passar nesses locais, em declives e ou curvas acentuadas, deparando no sentido contrário, com veículos em alta velocidade, desgovernados, engolindo a faixa em força centrífuga. 

Acredito que para esses trechos, necessitariam aumentar o quantitativo de sinalizações de distância, indicando a aproximação dessas curvas, combinado com o pavimento corrugado, aquelas arranhaduras na pista de efeito vibratório, que alerta e induz o condutor a diminuir a velocidade, bem como tachões refletores entre as pistas. 

Placas educativas de efeito moral ao longo da rodovia e informes também através de placas, sendo estas de numeração móvel, informando aos condutores, visitantes, turistas, o número de acidentes e mortes no ano, fixado nos postos da polícia rodoviária militar. Citando que no trecho, dos 300 km, contamos apenas com um posto, na cidade de São João da Aliança – GO. 

O art. 14, da Lei Nº 14.408/2003, prevê que a AGETOP, após levantamentos de trechos nas rodovias, onde ocorrem altos índices de acidentes ou locais considerados de risco, deverá iniciar imediatamente serviços de melhorias, visando dar maior segurança aos usuários. Algo deve ser feito e é de suma importância a intervenção do MP. 

Acrescento aqui, o quantitativo de animais na pista e acidentes graves registrados, principalmente alguns quilômetros, após a ponte do Rio Paranã, território de Teresina de Goiás, sentido norte-sul. 

Ressalta-se que é de relevância pública, inspeção, laudo técnico ao longo da via, ao qual o trecho entre Campos Belos e São João da Aliança, passou por pavimentação recentemente, contudo há trechos com desnível de pista, com acúmulo de água nessa época das chuvas, principalmente no território de Alto Paraíso de Goiás, configurando falhas na terraplanagem. 

Trechos com dissolução do material à água, resultando em buracos, podendo-se medir a fina camada e suspeitar da quantidade e qualidade do material utilizado. 

Outra observação, são as erosões da pista, por inexistência do meio-fio e os acabamentos entre as vias de acesso. Os trechos são desprovidos de pistas duplas para subidas e acostamentos. 

Em tempo, cabe apurar o que foi previsto no contrato entre AGETOP e empreiteira em relação ao projeto de execução, repasses, qualidade e quantidade do material utilizado. 

Se obedeceu as normas vigentes e se efetivamente a obra foi concluída. Afinal, quem utilizou desse trecho, nessa época, não esquece das interdições, transtornos e morosidade para completar o trajeto. 

Dos acidentes com sequelas e vítimas fatais da tríade: imperícia, má sinalização e as britas soltas na pista. 

Um comentário:

Anselmo germano dos santos disse...
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