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terça-feira, 25 de outubro de 2016

Prefeitos eleitos do nordeste goiano participam de seminário em Brasília

 


Quatro Prefeitos eleitos do nordeste goiano estão em Brasília participando do seminário Novos Gestores, promovido pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM). 

A programação vai se estender até quarta-feira (26).

Estão participando do seminário, o prefeito eleito de Campos Belos, Eduardo Terra; o prefeito eleito de Iaciara, Mano; o prefeito eleito de São Domingos, Cleiton Martins; e o prefeito eleito de Teresina de Goiás, Josaquim Miranda.

O objetivo é debater os desafios que os gestores vão enfrentar diante do cenário econômico nacional.

Centenas de prefeitos da região centro-oeste do Brasil estão participando do seminário realizado na Capital Federal.

Neste primeiro dia, a CNM apresentou a história do municipalismo brasileiro em diferentes etapas, além dos temas: As competências e as obrigações dos municípios; o financiamento da gestão pública e os desafios para um novo mandato de 2017 a 2020.

Conforme o presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, os gestores devem ter muita cautela antes de assumir os compromissos ou fazer as promessas, pois a população vai cobrar. 

Ele alertou que os gestores podem sofrer as consequências por não conseguir cumprir com as obrigações impostas pela Lei de Responsabilidade Fiscal. 

 “Os gestores municipais convivem com a falta de recursos, o subfinanciamento dos programas federais, a queda nas refeitas constitucionais, em especial o Fundo de Participação dos Municípios-FPM, que é uma das principais  fontes de renda da maioria dos municípios”.

Diante da estagnação econômica e os planos de ajustes fiscais que o governo vem fazendo, a situação afetou os municípios. A desaceleração econômica atingiu as transferências constitucionais, notadamente o financiamento da Saúde e da Educação.

A CNM recomendou que os gestores façam o planejamento  financeiro, que deve ser revisado periodicamente. "Os gestores não devem iniciar obras se os recursos não estiverem creditados em conta, pois vão passar por desgastes no final do mandato”.

Fonte: CMN e Antônio Carlos

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