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quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Três deputados goianos não participaram da sessão que cassou Eduardo Cunha (PMDB). Um deles foi Pedro Chaves, também do PMDB




Os deputados federais por Goiás Pedro Chaves (PMDB), Jovair Arantes (PTB) e Alexandre Baldy (PTN) não estiveram na Câmara de Deputados na noite de segunda-feira (12), quando o ex-presidente da Casa e deputado federal então afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) teve seu mandato cassado por 450 votos a favor, 10 contra e 9 abstenções por quebra de decoro parlamentar. 

Como o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), não votou, faltaram à sessão deliberativa ordinária 43 parlamentares.

Os outros 14 deputados federais que representam Goiás na Câmara votaram a favor da cassação do mandato de Cunha: Célio Silveira (PSDB), Daniel Vilela (PMDB), Delegado Waldir (PR), Fábio Sousa (PSDB), Flávia Morais (PDT), Giuseppe Vecci (PSDB), João Campos (PTB), Lucas Vergílio (SD), Magda Mofatto (PR), Marcos Abrão (PPS), Roberto Balestra (PP), Rubens Otoni (PT), Sandes Júnior (PP) e Thiago Peixoto (PSD).

Algumas listas em sites trazem a contagem com o nome do deputado federal Heuler Cruvinel (PSD) como um dos parlamentares que não foi à sessão. Mas Heuler está licenciado do cargo porque disputa a eleição em Rio Verde (GO) para prefeito. No seu lugar está o suplente Sandes Júnior.

Minutos depois de ser cassado, o agora ex-deputado Eduardo Cunha citou o goiano Jovair Arantes, que foi relator do pedido de abertura do processo de impeachment na Câmara dos Deputados e integra o bloco Centrão, considerado por alguns como a base de sustentação do governo federal de Michel Temer (PMDB) e de proteção, até ontem, do parlamentar cassado.

Cunha disse que recebeu várias ligações de Jovair durante a segunda-feira, que o deputado goiano não concordava com a cassação do peemedebista e por isso não participaria da sessão. Verdade ou não, o parlamentar e presidente do PTB goiano não esteve na Câmara na noite de ontem.

O deputado Pedro Chaves justificou a ausência dizendo que estava de licença médica, em virtude de uma bursite e por recomendação médica deve ficar uma semana de repouso, segundo informou sua Assessoria. 

Não é demais lembrar que Pedro Chaves foi arrolado por Cunha como testemunha de defesa durante o processo de cassação dele na Câmara Federal. 

Estamos de olho, nobres parlamentares. 

Com informações do Mais Goiás 

Um comentário:

Marilene Ferreira do Carmo disse...

Adeus Pedro Chaves, nunca mais terá o meu voto, decepcionada...