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quarta-feira, 29 de junho de 2016

Discriminação: Patroa demite mãe solteira porque 'não pode aceitar esse tipo de gente'


Uma publicação de uma página do Facebook gerou revolta na rede social por evidenciar um caso de preconceito. 

Publicados pelo "Diário de uma mãe solteira" na última sexta-feira, prints de uma conversa de WhatsApp denunciam uma patroa que dispensou uma faxineira porque a prestadora de serviço tem filhos e não é casada. 

De acordo com a empregadora, não seria possível "aceitar esse tipo de gente" na casa dela.

A justificava se estende para os filhos, que poderiam "aprender algo errado", e o marido, porque não queria "esse tipo de gente" perto dele. 

Apesar do pedido - até desesperado - da faxineira, a decisão de demiti-la não se altera e a empregadora afirma que o dinheiro devido poderá ser retirado com o porteiro do prédio.

Até o momento, o post conta com cerca de 8,9 mil reações (entre curtidas e emoctions de tristeza e raiva), mais de cinco mil compartilhamentos e 1,2 mil comentários, a maioria de indignação.

Fonte: Agência Estado

4 comentários:

  1. Isso é uma falta de humanidade,para com o proximo,se todas a maes, solteiras fossem tratadas assim o que seria deste mundo,estou indgnado com isso.

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  2. Qual delegacia apura esse fato!?/ vi essa postagem e achei meio sem origem.. falo isso por que há uma onda agora de instabilidade social através dessas iniciativas.. Um jovem da UFG tentou criar um estupro dentro da instituição para quê!!? acho que a esquerda desse país está querendo promover a comoção em virtude dos movimentos feministas, raciais e homofóbicos.. tá meio sem pé esse poste que circula..

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  3. Valmir "Crispim" Santos29 de junho de 2016 19:29

    Infelizmente esse é o retrato de uma sociedade que deturpou o conceito de família meu caro Dinomar Mirando. Eu venho de uma família de 12 irmãos, sendo três mulheres. Das três duas exerceram o direito de ser mãe sem a obrigação de contrair casamento com os país de seus filhos. Elas não foram "mães solteiras", elas foram mães e junto com seus filhos formam uma linda família.
    O termo "mãe solteira" soa como a cristalização do preconceito frente a condição de mulher da mãe. Ele deixa transparecer uma pessoa permissiva, fácil, enfim que não carrega consigo os princípios sexuais cultuados pela sociedade machista. E assim elas vão sofrendo toda sorte de preconceitos simplesmente pela condição de mãe.
    Nesse sentido, porque não usarmos com a mesma carga de preconceito o termo "pai solteiro?". Sim, ficaria legal você desfilando pela avenida e alguém apontar-lhe o dedo e dizer: ele é pai solteiro!!!
    Infelizmente esse tipo de preconceito existe em todos os cantos e é incentivado inclusive por parlamentares que se dizem guardiões dos princípios da família. Mas que família é essa? Qual seriam mesmo as pessoas que formam a família?? Enfim, em nome do nosso machismo sem fronteira saímos por ai maltratando as pessoas simplesmente pelo fato de elas terem sido mães sem a obrigação de casar-se com os pais de seus filhos.
    Para as mães que não se casaram e que muitas das vezes são obrigadas a criarem seus filhos sem a ajuda dos "pais solteiros", deixo aqui minha solidariedade, e a tristeza de saber que a mãe trabalhadora que motivou a reportagem não é a única a sofrer esse tipo de preconceito.
    Em tempo, os filhos de minhas irmãs que foram mães e não se casaram são dois garotos lindos, com 15 e 8 anos de idade. O primeiro Rômulo Crispim é filho de minha irmã caçula Cleudes Crispim mora em Gyjon - Espanha há dez anos e nos orgulha por muita coisa, inclusive por ser destaque em sua escola. O mais jovem João Pedro Crispim mora em Campinaçu (GO), é filho de minha irmã Ivone Crispim falecida recentemente. Da sua mãe ele herdou a educação, o carinho, o respeito, a compreensão e o amor a todos que estão em sua volta. Aos oito anos de idade e passando por momentos difíceis ele encontra forças para nos confortar com seu abraço e sorriso de criança, nos dando a certeza de que a vida continua.
    Minhas irmãs mães e solteiras e meus sobrinhos são orgulhos para toda a família.

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  4. Para emitir qualquer juízo a respeito, seria necessário acesso a mensagem na íntegra. Ainda, pode ser uma forma, mesmo que errada, diante de talvez outra informação. Quem depende ou dependeu de pessoas para trabalharem em casa, já em algum momento se depararam com problemas de todas as naturezas. Eu particularmente já passei por dissabores de ter roupas extraviadas, usadas sem permissão, objetos levados, peças quebradas e ocultadas, até hoje me deparo com a falta, principalmente quando registradas em fotos, daí me coloco a pensar: onde foi parar? E tem ainda aquelas pessoas que procuram o ministério do trabalho, e aquelas que sim, assediam o conjugue e filhos, maltratam... Quem não passou, não sabe o que é isso! Mas quem passou tem suas ressalvas. Portanto, nessa situação narrada, assim como tantas informações distorcidas, necessita de avaliação crítica de ambas as partes. Hoje virou moda essa questão de publicar, se fazer de vítima, usar de classes, raça, situação econômica, condição de vida para tirar vantagens... Enfim, avaliar antes de julgar!!!

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