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domingo, 1 de maio de 2016

Vídeo: Petista tentar hostilizar senador Cristovam Buarque, em livraria de Brasília. Reação do público é imediata



O senador Cristovam Buarque foi hostilizado, neste sábado (30/4), em uma livraria de um shopping da cidade. Aos gritos de "traidor", um homem e uma mulher tentaram intimidar o parlamentar, que ainda não definiu seu voto sobre o processo do impedimento de Dilma no Senado Federal.

Imediatamente outros clientes da loja saíram em defesa do senador com gritos de "tchau querida" e o "povo não aguenta mais o PT".

O jornal Correio Braziliense ainda tentou, numa matéria meio que tendenciosa, jogar o fato contra o parlamentar: 

"O senador Cristovam Buarque foi hostilizado, neste sábado (30/4), em uma livraria de um shopping da cidade. Aos gritos de "traidor", "tchau querida" e o "povo não aguenta mais o PT", o senador do PPS tentou argumentar com as pessoas, mas não conseguiu ser ouvido. 

Ao Correio, o senador disse que "episódios como esse acabam me empurrando em direção ao voto favorável pelo impeachment". “É verdade que ainda não me decidi como votarei no processo. Aprovo a admissibilidade, mas não me defini quanto ao mérito", disse. 

O senador reclamou que o país está passando por um processo de sectarização, que acabou se materializando na necessidade de se construir um muro na Esplanada dos Ministérios no dia da votação do impeachment na Câmara dos Deputados."

O senador foi às redes sociais.  Falar sobre o episódio: 

"Se alguém filmou, peço que coloque na rede.

Faz uma hora, eu estava na fila para pagar uma compra na livraria Cultura, quando um cara no caixa ao lado começou a me agredir verbalmente me chamando de golpista e traidor do PT. Respondi que ele nem sabia ainda como eu votarei e ja estava me agredindo. 

E disse que ele até podia me chamar de golpista, mas não de corrupto. Ele passou a gritar mais alto e eu tive a imensa alegria de ver pessoas se chegando e se solidarizando comigo e me aplaudindo espontaneamente. E gritando mensagens em defesa ao impeachment. 

Fiquei surpreso ao ver o absoluto isolamento do solitário manifestante contra o impeachment. Não sei os nomes dos que me aplaudiram e gritaram meu nome, por isso agradeço a todos por esta mensagem. Especialmente os muitos que ficaram fazendo fotos comigo. 

Aviso que não vão me intimidar, eu estava apenas com minha esposa e continuarei assim. Alerto também que este comportamento termina empurrando os indecisos para votarem pelo impeachment. 

Afinal, se com o risco de perderem o poder se comportam assim, imagine se de fato perderem.

De qualquer forma, não é por causa desta grosseria que decidirei meu voto. 

Votarei o que me parecer melhor para o Brasil, como tenho feito desde que estou na política, sem mudar de propostas e de comportamento. 

E mudando de siglas se for preciso para manter minha coerência, do mesmo lado das transformações sociais e da ética na política."

Um comentário:

  1. Toda hostilidade política é fascista. Primeiro porque o senador Cristóvão não é traidor, tal qual o Temer, que só é vice-presidente graças a Lula, Dilma e ao PT. Gostaria de ver também tanto empenho nas agressões fascistas contra o cadeirante de camisa vermelha, aí m BSB. Agressão a Zé de Abreu, Chico Buarque, Guga Noblat, a cadelinha de lenço vermelho no Rio. E inúmeros outros casos de agressão fascista por motivação política.

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