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terça-feira, 19 de abril de 2016

Campos Belos recebe, em junho, a 1ª Vaquejada da Center Carnes



Nos próximos dias 4 e 5 de junho, a cidade de Campos Belos, nordeste de Goiás, recebe a 1ª Vaquejada da Center Carnes.

A competição vai ocorrer no Parque Center Carnes, no município. 

O evento vai ser brindado com muito forró e arrasta pé. As premiações são generosas: uma Pop zero km e do segundo ao nono lugar, R$ 8 mil. 

A organização é de Júnior Zika e Artur Zica.

Agente aí!! 

4 comentários:

  1. Essa vai ser a primeira vaquejada do Parque Center carnes não da cidade Campos Belos já teve parque grande já teve festa de vaquejada Grande Vaqueiros grandes de todo Brasil renomado correndo aí mas infelizmente os organizadores do Parque não levaram à frente esse Esporte maravilhoso lindo que a vaquejada que vem fazendo milhares de fãs por todo lugar onde passa o primeiro Parque de Vaquejada ficava na saída para Arraias na Fazenda componesa mas infelizmente acabou depois também tivemos um parque bonito grande que ficava em frente ao parque exposição de Campos Belos que por sua vez também acabou hoje temos um dos maiores parques na região o Parque de Vaquejada Altamiro Júnior que fica dentro do parque de exposição de Campos Belos Só que infelizmente Teve uma grande festa em 2010 de lá pra cá nunca mais teve nem sequer um balão com incompetência do nosso querido Presidente e pelas pessoas que fazem parte da comissão do sindicato rural nós amantes da vaquejada ficamos na torcida para que Juninho e Arthur consiga levar pra frente esse Esporte tão maravilhoso que é a vaquejada que por onde passa deixa saudade boa sorte Juninho Boa Sorte Arthur ...

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  2. Esporte de merda onde só se ver maltratos aos animais. Vergonhoso!!!!

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  3. Para que realmente serve a vaquejada? maltratar animais.
    Esse tipo de insanidade deveria ser abolido no Brasil. Porém existe pessoas que gostam de maltratar animais em busca do prazer próprio.
    Não seria melhor em investir em algo mais proveitoso como um futebol, torneio de atletismo ou quem sabe algo mais proveitoso como um concurso de quadrilha(São João).
    Mas de uma população atrasada e sem nenhuma opção de lazer esperar o quê.
    Boa vaquejada e que o boi saia como o grande vencedor, humilhando os insanos vaqueiros.

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  4. Um pouco da Vaquejada aos críticos que não sabem da história.

    A mais de 200 anos, quando o sertão não tinha cercas, o gado vivia solto, meses a fio, a própria sorte, no sertão. Apenas uma poucas cabeças eram mantidas na sede da fazenda para consumo de carne e leite.

    Duas ou três vezes por ano, os fazendeiros se reunião com seus vaqueiros para a busca do gado, em suas vastas terras sertanejas.

    Os heróis do sertão ficavam dias a procura dos animais e as semanas se passavam até que a maioria do gado fosse reunida novamente.

    Por não ter como usar o laço, já que a caatinga o limitava, o vaqueiro do sertão não teve outra opção senão pegar o boi no braço, derrubando-o pela cauda ou pelos chifres.

    É assim até nos dias de hoje.

    Essa lida com o gado muitas vezes traz as marcas da caatinga. O vaqueiro sai cortado, "lapeado" pelos espinhos do chique-chique e jurema.

    Ao fim de cada campanha na busca do 'Barbatão" os coronéis faziam a festa de apartação, onde cada um separava suas rezes e as ferrava.

    Depois, regados a uma boa cachaça e um bom forró pé-de-serra, todos comemoravam por dias o sucesso da peleja.


    O esporte surgiu dessa lida do gado no Nordeste Brasileiro.

    A vaquejada nada mais é do que a evolução dessa festa cultural e centenária que orgulha o povo Nordetino.

    A cultura do vaqueiro é cantada nas músicas do Rei do Baião, Luiz Gonzaga, nos versos dos catadores, na literatura de cordel.

    O primeiro regulamento de vaquejada foi escrito pelo escritor folclorista Luis da Camara Cascudo na década de 1950 e encontra-se no museu; que leva seu nome, na cidade do Natal, capital Potiguar.

    Câmara Cascudo já demonstrava preocupação com o bem-estar dos animais.

    Nos dias atuais, a vaquejada Nordestina segue um rígido regulamento importo pela ABVAQ - Associação Brasileira de Vaquejada.

    Não se pode mais usar chicotes, causar ferimentos ou deixar que falte água e ração em abundância nos coxos.

    Os médicos veterinários, que fazem o plantão da competição, ficam atentos e a postos para qualquer caso que venha a ocorrer com qualquer um dos animais.

    Por último, um protetor de cauda de boi já foi inventado, testado, patenteado e já está em uso em todas as provas regidas pela ABVAQ e associações de criadores de cavalos do NE.

    A vaquejada gera mais de 300 mil empregos diretos e outros 700 mil indiretos só no Nordeste (dados de 2015).

    É forte geradora de renda e faz circular milhões de reais na região.

    Cidades inteiras dependem da renda da vaquejada. Esperam todo o ano para o maior evento que realizam, pois sabem que os hotéis, restaurantes, pousadas, bares mercadinhos, supermercados, lojas de ração, posta de combustível, lojas de roupas e tantos outros serão fomentados e que venderão em 4 ou 5 dias o que levam 6 meses para vender.

    Vale lembrarr que, no Nordeste, o Ministério Público tem apoiado a ABVAQ por saber que, além de valoroso como esporte, a VAQUEJADA faz parte da cultura de toda uma região.

    É como eu costumo dizer, bovinos não pode (nem deve) ter o mesmo tratamento de um gato ou cachorro, mas deve ter os cuidados do animal-atleta competidor.

    Acredito que os acham que as providencias tomadas não sejam suficiente certamente não comem carne de boi nem seus derivados.

    Falta de conhecimento gera Hipocrisia.

    Nilson Gomes.
    Cia do Vaqueiro

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