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sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Deu no Correio: Preso pela PF por liderar grupo de extermínio assume PM em Goiânia



Apontado pelo Ministério Público de Goiás (MPGO), pelo Ministério Público Federal (MPF) e pela Polícia Federal (PF) como líder de um grupo de extermínio – acusação que lhe rendeu uma prisão – o hoje tenente-coronel Ricardo Rocha Batista acaba de assumir o Comando do Policiamento da Capital, em Goiânia.

A nomeação faz parte de uma série de mudanças nas cúpulas das polícias Civil e Militar de Goiás, em um plano de segurança pública do governo estadual. 

Anunciado com o nome de Tolerânica Zero, ele teve início na manhã desta sexta-feira (26/2), com o intuito de diminuir os índices de violência, em especial os de assassinatos, na Região Metropolitana de Goiânia.

Apesar de ainda não ter sido condenado por nenhum dos crimes atribuídos a ele – processos estão em andamento ou foram instintos por falta de testemunhas –, Ricardo Rocha é alvo de investigação sigilosa da Polícia Federal. 

A apuração, que está em andamento, que culminou em prisões recentes em Formosa (GO). 

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3 comentários:

Anônimo disse...

Ele só exterminava bandido.....por isso ele foi nomeado comandante da capital que é para acabar com esses marginais, ele o coronel macarario, bandidos para ele era bandindo não alizava não e tá certinho, tem q morrer cidadão de bem... Horas essas.

Sargento Elias disse...

O CORREIO BRAZILIENSE, SOMENTE ESQUECEU DE AFIRMAR QUE O CORONEL PRESO, HUMILHADO, TRANSFERIDO PARA O PRESIDIO FEDERAL DE CAMPO GRANDE - MS. FOI JULGADO E ABSOLVIDO DE TODAS AS ACUSAÇÕES POR FALTA DE PROVAS. NA REALIDADE UM JORNAL, QUE INFELIZMENTE ACOMPANHA A ONDA DE INVERSÃO DE VALORES NO BRASIL.

Gilmar Almeida disse...

Enquanto o desgoverno de Goiás gasta R$ 106.895.061,45, isso mesmo: 106,895 MILHÕES, com propaganda enganosa em 2015, rouba-se 40 veículos por dia em Goiânia (quase 2 por hora), mata-se 39 pessoas por grupo de 100 mil pessoas (em SP são 9 por 100 mil). Enquanto isso não se paga o reajuste acertado com os policiais. Também não se paga data-base (simples recomposição de perdas inflacionarias) dos servidores desde 2014 (perda de quase 20%).