sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Arraias (TO): Reviravolta no caso do pastor agredido a garrafadas. Religioso estaria bebendo no bar



Por Carlos Alencar, 

O caso dramático do Pastor Leidivaldo Pereira de Oliveira, espancado, supostamente sem nenhuma explicação por sete jovens na madrugada de segunda para terça-feira (26), agora toma outro rumo.

De acordo com as informações repassadas por parte de Lília Reinaldo, proprietária do Bar que fica às margens da TO-050, de frente onde aconteceu toda a confusão, a história é diferente da contada pelo pastor. 

Cumprindo com o papel de dar o direito de resposta, o site A1 News entrevistou Lília Reinaldo para saber a sua versão sobre o acontecido. 

Ela informa que não tem a intenção de defender quem quer que seja, mesmo porque acha que os rapazes estão de fato errados.

Mas ao ler a matéria publicada pelo pelo pastor Gutembergue Pimentel nas redes sociais e amplamente divulgada por outros veículos de comunicação, sentiu-se na obrigação de contar o fato conforme realmente aconteceu. 

A história seria completamente diferente do que foi dito anteriormente.

De acordo com a dona do estabelecimento, a história já começa sendo contada de forma equivocada, isso porque, segundo ela, o pastor Leidivaldo esteve no bar, acompanhado de um segundo rapaz, por duas vezes na noite de segunda-feira (26), entre 19h30 e 21h. 

"Isso contesta a versão principal de que ele, o pastor, estava apenas passando em frente ao bar".

Ainda segundo a mulher, o pastor entrou e saiu, mas depois, por volta das 22h30 e 23h30, entrou e permaneceu dentro do bar. 

Em seguida perguntou o preço das cervejas e optou por consumir ali mesmo, no bar, um litrão da bebida. 

Mas antes que a bebida acabasse, chegou uma moça à mesa em que ele estava, sentou-se e conversou com o pastor, juntamente com outro rapaz que o acompanhava.

"Suponho que ela tenha vindo em nome da esposa dele que estava do lado de fora do bar, acompanhada da filha”, afirma Lília.

Ainda segundo a dona do bar, em seguida o pastor foi ao balcão, pagou sua despesa e pediu uma segunda cerveja. 

"Agora em lata para ir embora, suponho que nesse momento, ao sair do ambiente, ele tenha ouvido os rapazes assoviarem a sua esposa e a enteada e assim iniciou a briga. Contudo meu esposo e um colega nosso separou e achávamos que tínhamos resolvido tudo”.

Ainda de acordo com a dona do bar, essa foi a primeira parte da confusão. 

"Mas quando pensamos que estava tudo resolvido, o pastor não se deu por satisfeito, pegou um bloco e veio para cima dos rapazes. Nesse momento sim, os rapazes revidaram e um deles pegou metade de um bloco e suponho tenha acertado o pastor”.

Sobre as informações de que eram sete pessoas a espancar o pastor, Lilia Reinaldo afirma categoricamente que eram apenas três rapazes. 

"Os demais estavam no meio, mas na tentativa de acabar com a confusão e foram eles que não deixaram que o pastor apanhasse mais, e não como ele disse ao afirmar que se livrou dos agressores e fugiu”, afirma.

A respeito de fazer ou não alguma coisa para alertar a Polícia Militar, Lilia Reinaldo afirma que tentou ligar para a PM. 

“Eu jamais deixaria que uma coisa dessas acontecesse sem eu tentar ajudar e foi isso que aconteceu, mas o telefone só dava ocupado, e diante de tanto nervosismo desisti de ligar”.

A dona do bar diz também que se surpreendeu quando viu as notícias contadas da forma que foram e que se tratava de um pastor, pois de acordo com ela, além do pastor estar consumindo bebida alcoólica, sua esposa e a enteada estavam com vestes comuns, roupas curtas e em nenhum momento se pareciam com pessoas evangélicas. 

"Obviamente isso não justifica o ato de forma alguma, e não quero fazê-lo aqui, mas a verdade tem que ser dita, e ela não foi como falada anteriormente”.

Sobre o espancamento cometido pelos rapazes em relação a esposa do pastor, Lilia Reinaldo diz que em nenhum momento viu os rapazes a agredindo. 

"Posso estar errada, mas não vi eles tocarem nela. Ela desmaiou mesmo, mas creio que por causa do nervosismo ao ver o esposo apanhando. Mas eu não os vi tocar nela”.

Com texto adaptado do A1 Notícias

Leia mais sobre o caso 


Arraias (TO): Pastor, esposa e filha são brutalmente espancados


2 comentários:

  1. Como seria bom se existisse pessoas iguais a essa dona do bar. O mundo seria melhor pois e triste a injustiça, so quem passou por isso sabe. Parabéns pela atitude. Kkkkkkk tou aqui lembrando quando vi a matéria. A Falei coitado do pastor.

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  2. Não vou ficar espantado, se daqui a pouco dizer que o Pastor que começou a confusão, com tantas mulheres solteiras em Arraias pq os rapazes se interessou justamente pelas ovelhas

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