terça-feira, 27 de agosto de 2013

Após dez meses interditado, hospital de Divinópolis é reaberto



A cidade de Divinópolis de Goiás, cidade no nordeste do estado, distante cerca de 350 km de Brasília, finalmente está com o seu hospital de volta.

Em outubro do ano passado, a Superintendência de Vigilância de Saúde do estado de Goiás interditou o Hospital Mãe Roberta, após terem sido encontradas diversas irregularidades.

Dentre os problemas apresentados estavam a destinação incorreta dos resíduos sólidos (lixo) biológicos - como placentas e descartes de cirurgias - serem depositadas em um latão, localizado entre o ambulatório e o hospital, sem nenhuma proteção. 

Após tomar posse, em janeiro deste ano, o novo prefeito da cidade nomeou como Secretário de Saúde o mesmo fiscal da vigilância sanitária que tinha fechado o hospital meses antes.

Nesta segunda-feira, 27, o secretário Artêmio Guimarães nos informou que reabriu o hospital exatamente após dez meses.

Segundo Guimarães, a demora na reabertura se deu em virtude das adaptações necessárias na planta baixa do estabelecimento, para que as adequações fossem feitas da forma da Lei Estadual 16.140/07.

Ele disse também que em virtude de não ter havido um processo de transição, não foi possível ter-se conhecimento das reais condições financeiro e administrativas da instituição.

O Hospital Municipal Mãe Roberta foi reaberto no último dia 13 de agosto, reformado e ampliado, com móveis e equipamentos recuperados e a compra de produtos de limpeza adequados para uso hospitalar.

Ainda segundo o secretário, as ambulâncias, que estavam todas sucateadas e sem condições de trafego, foram também recuperadas.

Artêmio Guimarães diz que os consultórios odontológicos, que estavam  todos desativados, foram restaurados e estão em condições ideais de uso.

“O lixo hospitalar era armazenado em latões a céu aberto, como foi possível verificar. Hoje foi construído um abrigo apropriado para esse armazenamento. 

A lavanderia foi reformada e ampliada, e construímos uma ampla sala de emergência, juntamente com a observação e a disponibilidade de um profissional de limpeza no período noturno, bem como o profissional de cozinha”, comemora. 

Já publicamos: 


Vigilância interdita hospital de Divinópolis (GO) por, entre outras irregularidades, jogar placenta em latão aberto


2 comentários:

  1. Vejam essa de MÉDICOS CUBANOS

    QUANDO FHC TROUXE CUBANOS, VEJA APLAUDIU 27.08.2013 às 21:25

    Revista da Editora Abril afirma que "o milagre veio de Cuba" numa reportagem de outubro de 1999, quando o presidente era Fernando Henrique Cardoso e o ministro da Saúde, José Serra, ao descrever a situação de municípios como Arraias, em Tocantins, que não tinham médicos; a matéria chega a dizer que "os cubanos são bem-vindos"; agora que Dilma Rousseff e Alexandre Padilha propõem socorrer as cidades sem médicos com profissionais cubanos, eles são chamados de escravos e de espiões comunistas por Veja Numa reportagem publicada na edição número 1.620, de 20 de outubro de 1999, a revista Veja elogiou a vinda de médicos cubanos ao Brasil. "O milagre veio de Cuba", chega a colocar o texto, depois de descrever a precária situação do, na época, único hospital do município de Arraias, em Tocantins. A matéria explica o motivo pelo qual o hospital ficou fechado por quatro anos depois de ser inaugurado, em 1995: "Faltavam médicos que quisessem aventurar-se naquele fim de mundo". Foi quando a cidade "conseguiu importar cinco médicos da ilha de Fidel e, assim, abrir as portas do hospital". Infelizmente, a situação de hoje não é muito diferente. O governo da presidente Dilma Rousseff, com Alexandre Padilha no ministério da Saúde, anunciou a contratação de quatro mil médicos cubanos para trabalhar em 701 municípios que não foram escolhidos por nenhum profissional inscrito no programa Mais Médicos. Diferente de quando o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso firmou o convênio com Cuba, no entanto, desta vez a revista cobriu o assunto escancarando seu preconceito. Chamou o que antes era "a tropa vestida de branco de Cuba" de "espiões comunistas". O colunista Reinaldo Azevedo os chamou de escravos. Em outro trecho, a matéria diz: "os cubanos são bem-vindos", ressaltando, porém, que a contratação desses médicos era irregular, motivo que também é trazido à tona atualmente. Apesar dessa pequena crítica, o destaque do texto de 1999 fica para histórias de personagens cubanos que pretendiam melhorar de vida no Brasil e trabalhar com amor. Inexplicavelmente, agora, sob o governo petista, a posição da revista mudou completamente. Por quê? - - - http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/112859/

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  2. Parabéns ao ilustre secretário de saúde, o Enfº Artênio. Com toda a certeza a população é e será grata ao grande trabalho por ele desenvolvido. Gestor que sabe e quer trabalhar, tem carta branca para desenvolver as atividades. continue assim...

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