quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Nosso Blog ultrapassa os 25 mil acessos/mês




O nosso Blog  ultrapassou neste mês outubro a marca de 25 mil acessos/mês.

O número é significativo por duas razões: primeiro, demonstra a fidelidade dos leitores antigos e depois porque estamos conseguindo angariar novos internautas e mantê-los sempre acessando. 

Comparando com os dados de janeiro deste ano, verifica-se que conseguimos multiplicar em 12 vezes a quantidade de acessos, que em média era de cerca de dois mil acessos no início do ano. 

A fórmula para isso parece simples, mas não é. Há que se ter em um blog como este, necessariamente, conteúdo, dinamicidade e qualidade.  

O leitor é exigente e se por duas vezes se deparar com um conteúdo ruim, não volta mais. O nosso blog é antigo, desde 2007. 

No entanto, só pude dar-lhe mais atenção e dedicar-lhe maior tempo somente a  partir deste ano, depois que parei de estudar para concursos.

Outra tarefa que também exige muita dedicação e  tempo. 

Longe de ser pretensioso, a nossa intenção com o blog é simples: apenas ser mais uma ferramenta de informação e transparência. 

Apesar de ser acessado em todo Brasil e com significativos acessos do exterior (notadamente Estados Unidos, Alemanha, Rússia e Portugal), o blog se tornou uma importante ferramenta, principalmente, para as regiões nordeste de Goiás e sudeste de Tocantins (Campos Belos, Arraias, Monte Alegre, Divinópolis, São Domingos, Combinado, Posse, Formosa, Novo Alegre, Aurora do Tocantins, Alto Paraíso de Goiás, Teresina, São João da Aliança, Cavalcante). 

Porém, as cidades que mais registram acessos são, respectivamente, Brasília, Campos Belos, Goiânia, Anápolis, Palmas, São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Barreiras e Manaus.

A região é carente de informação;  com forte cultura do coronelismo, falta de transparência e ausência de uma boa base política. 

Na realidade, sem um blog como este, as pessoas das comunidades sabem mais do Brasil e do mundo, do que da própria cidade, do próprio bairro. 

Escrevendo história da cidade e da região

Poucas pessoas se deram conta, mas a cada post que publicamos, gravamos uma letra na página histórica de Campos Belos e do nordeste goiano.

Com seis anos, já temos quase mil posts, que têm contato a historia da cidade nos últimos anos. 

São fatos políticos, sociais, econômicos, educacionais... E tudo isso, a um click o internauta, através do serviço instantâneo de busca.  

Imagine a qualidade dos arquivos daqui a dez, quinze anos.  
 
Continuaremos aqui, firmes, sem pretensões financeiras, partidárias e ou qualquer outra ideologia de embriaguês. 

Nossa única intenção é continuar prestando um serviço social relevante e importantíssimo, principalmente nos dias de hoje, que é informar. 

E você continue nos lendo, compartilhando, colaborando...enfim, fazendo história.

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Prefeitura de Campos Belos divulga gabarito de concurso

A Prefeitura do Município de  Campos Belos (GO) divulgou o gabarito para os candidatos que realizaram as provas no domingo, 28 de outubro, referente ao concurso público Nº 001/2012, para os cargos descritos abaixo. 

Para os demais cargos, o gabarito será divulgado no dia 19 de novembro.

O gabarito divulgado são para os seguintes cargos:

Agente Administrativo, Assistente Social, Auxiliar de Consultório Odontológico, Enfermeiro, Engenheiro Civil, Farmacêutico, Fonoaudiólogo, Gestor dos Resíduos Sólidos, Monitor, Motorista, Nutricionista, Professor de Artes (Música), Professor de Educação Física, Professor de Letras (Port./Ing.) – Escola Barreirão, Professor de Letras (Port./Ing.) – Escola Pouso Auto, Professor de Letras (Port./Ing.) – Geral, Professor de Matemática – Escola Barreirão, Professor de Matemática – Escola Pouso Alto, Professor Pedagogo – Escola Barreirão, Professor Pedagogo – Escola Pouso Auto, Professor Pedagogo – Geral, Técnico de Enfermagem e Técnico em Laboratório.

Veja o gabarito oficial 

Um ano da morte de "Prego"


Parece que foi ontem que Campos Belos perdeu um dos seus mais distintos representantes. 

Na data de hoje, 30 de outubro, completa um ano que Juraídes Santos, o "Prego",  faleceu em decorrência de complicações respiratórias. 

Prego era um daqueles caras envolvidos diuturnamente nos problemas da cidade, seja tomando partido político nas campanhas eleitorais, seja nas realizações de grandes eventos ou simplesmente nos campeonatos de futebol. 

Obviamente, agia do seu jeito, pois era polêmico e tinha a sua maneira de se portar. Tinha uma identidade própria. 

Mas tinha o coração do tamanho de um "trem" e deixou de nos brindar com sua alegria, prematuramente, há um ano, quando passou mal durante uma crise asmática, ao voltar de um almoço numa fazenda próximo ao "Paiol Velho". 

Foi socorrido por um transeunte, mas, infelizmente, chegou ao hospital desfalecido.  À família do nosso querido Prego, nossos votos de conforto e fé.  


domingo, 28 de outubro de 2012

Estão acabando com o cerrado goiano



Por Dinomar Miranda, 

Não sou contra o agronegócio. Pelo contrário, acho que este ramo da atividade econômica tem uma parcela importantíssima na economia brasileira, gerando riqueza, renda, trazendo prosperidade a milhares de famílias do país e alimentando milhões mundo afora.

Mas há que se ter um equilíbrio entre a produção na agricultura e a conservação ambiental. 

Há que se ter uma produção sustentável, para que parte considerável da massa verde e sua biodiversidade seja conservada.

No entanto, não é o que se vê no cerrado brasileiro, especialmente no nordeste goiano. 

Nos últimos dez anos houve uma avanço sem precedentes do agronegócio na região, notadamente entre os municípios de São Gabriel e Alto Paraíso  de Goiás.

Quem passou pelo local há uma década e voltasse hoje, tomaria um susto. Em quase 200 km em linha reta pela GO-118 o que se vê é desolador. 

A grande savana com suas gramíneas, árvores de pequeno porte, arbustos, cupinzeiros e suas veredas foram praticamente dizimadas. 

No local, grandes áreas desmatadas, servindo de abrigo às grandes plantações de milho, feijão, sorgo e até soja. 

A massa verde também tem sido destruída abruptamente para dar lugar a vastas pastagens que alimentam o gado que se multiplica cada vez mais. 

O avanço do agronegócio somente foi barrado, na direção norte, próximo a Alto Paraíso de Goiás, graças à presença do Parque Nacional Chapadas dos Veadeiros, de 65 mil hectares. 

E o governo de Goiás, irresponsavelmente, a tudo assiste sem tomar qualquer ação legítima. 

Prefere manter-se num silêncio absurdo  a enfrentar a grande ameaça de extinção desse importante bioma da flora brasileira.  

Nenhum batalhão de polícia ambiental, voltado para coibir os crimes ambientais e dar apoio a órgãos fiscalizadores como o IBAMA, o governo foi capaz de criar. 

Somente o Estado, com sua mão pesada e sob a batuta da lei é capaz de frear os exageros do mercado do agronegócio e trazer o desejoso equilíbrio entre a preservação do cerrado e o desenvolvimento econômico da região, que todos anseiam por vir.   

A situação é emergencial e poucos são os órgãos de imprensa que  dão a atenção devida ao problema que vem solapando o equilíbrio ambiental do nordeste goiano e sua magnífica fauna e flora. 

O resultado disso é catastrófico e a sociedade civil organizada espera uma reação firme dos órgãos estatais.









O cerrado brasileiro é rico e cheio de vida




O cerrado é a segunda maior formação vegetal brasileira. Estendia-se originalmente por uma área de 2 milhões de km², abrangendo dez estados do Brasil Central. 

Hoje, restam apenas 20% desse total. Típico de regiões tropicais, o cerrado apresenta duas estações bem marcadas: inverno seco e verão chuvoso. 

Com solo de savana tropical, deficiente em nutrientes e rico em ferro e alumínio, abriga plantas de aparência seca, entre arbustos esparsos e gramíneas, e o cerradão, um tipo mais denso de vegetação, de formação florestal. 

A presença de três das maiores bacias hidrográficas da América do Sul (Tocantins-Araguaia, São Francisco e Prata) na região favorece sua biodiversidade. 

Estima-se que 10 mil espécies de vegetais, 837 de aves e 161 de mamíferos vivam ali. 

Essa riqueza biológica, porém, é seriamente afetada pela caça e pelo comércio ilegal.

O cerrado é o sistema ambiental brasileiro que mais sofreu alteração com a ocupação humana. 

Atualmente, vivem ali cerca de 20 milhões de pessoas. 

Essa população é majoritariamente urbana e enfrenta problemas como desemprego, falta de habitação e poluição, entre outros. 

A atividade garimpeira, por exemplo, intensa na região, contaminou os rios de mercúrio e contribuiu para seu assoreamento. 





A mineração favoreceu o desgaste e a erosão dos solos. Na economia, também se destaca a agricultura mecanizada de soja, milho e algodão, que começa a se expandir principalmente a partir da década de 80. 

Nos últimos 30 anos, a pecuária extensiva, as monoculturas e a abertura de estradas destruíram boa parte do cerrado. 

Hoje, menos de 2% está protegido em parques ou reservas.

Pequenas árvores de troncos torcidos e recurvados e de folhas grossas, esparsas em meio a uma vegetação rala e rasteira, misturando-se, às vezes, com campos limpos ou matas de árvores não muito altas – esses são os Cerrados, uma extensa área de cerca de 200 milhões de hectares, equivalente, em tamanho, a toda a Europa Ocidental. 




A paisagem é agressiva, e por isso, durante muito tempo, foi considerada uma área perdida para a economia do país.

Entre as espécies vegetais que caracterizam o Cerrado estão o barbatimão, o pau-santo, a gabiroba, o pequizeiro, o araçá, a sucupira, o pau-terra, a catuaba e o indaiá. 

Debaixo dessas árvores crescem diferentes tipos de capim, como o capim-flecha, que pode atingir uma altura de 2,5m. 

Onde corre um rio ou córrego, encontram-se as matas ciliares, ou matas de galeria, que são densas florestas estreitas, de árvores maiores, que margeiam os cursos d’água. 

Nos brejos, próximos às nascentes de água, o buriti domina a paisagem e forma as veredas de buriti.

Em termos de riqueza de espécies, esta flora deve ser superada apenas pelas florestas amazônicas e pelas florestas atlânticas. 

Outra característica sua é a heterogeneidade de sua distribuição, havendo espécies mais típicas dos Cerrados da região norte, outras da região centro-oeste, outras da região sudeste etc. 

Por esta razão, unidades de conservação, com áreas significativas, deveriam ser criadas e mantidas nas mais diversas regiões do Domínio do Cerrado, a fim de garantir a preservação do maior número de espécies da flora deste Bioma, bem como da fauna a ela associada.



A fauna do Bioma do Cerrado é pouco conhecida, particularmente a dos Invertebrados. Seguramente ela é muito rica, destacando-se naturalmente o grupo dos Insetos. 

Quanto aos Vertebrados, o que se conhece são, em geral, listas das espécies mais frequentemente encontradas em áreas de Cerrado, pouco se sabendo da História Natural desses animais, do tamanho de suas populações, de sua dinâmica etc. 

Só muito recentemente estão surgindo alguns trabalhos científicos, dissertações e teses sobre estes assuntos.

Entre os Vertebrados de maior porte encontrados em áreas de Cerrado, citamos a jiboia, a cascavel, várias espécies de jararaca, o lagarto teiú, a ema, a seriema, a curicaca, o urubu comum, o urubu caçador, o urubu-rei, araras, tucanos, papagaios, gaviões, o tatu-peba, o tatu-galinha, o tatu-canastra, o tatu-de-rabo-mole, o tamanduá-bandeira e o tamanduá-mirim, o veado campeiro, o cateto, a anta, o cachorro-do-mato, o cachorro-vinagre, o lobo-guará, a jaritataca, o gato mourisco, e muito raramente a onça-parda e a onça-pintada.





sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Passadas as eleições, queremos planejamento estratégico dos prefeitos eleitos




Passadas as eleições e a curada a ressaca das comemorações é hora de pensar no pós-posse, que ocorre daqui a pouco mais de três meses. 

O que se avalia das administrações dos pequenos municípios brasileiros é que boa parte delas não se baseia em um planejamento estratégico, de longo prazo.  

Perguntas básicas para o futuro das cidades e de seus cidadãos não são levadas em consideração.  

Qual a cidade que queremos daqui a dez anos?  qual a escola que desejamos em 2018? Quais os pontos fortes e estratégicos que o município oferece e que podem ser potencializados para  gerar emprego e renda? Quais os pontos fracos da nossa cidade que devem receber atenção especial da administração pública? 

Isso se chama administração gerencial e raramente é posta em prática pelos prefeitos Brasil a fora. 

Eles, os prefeitos, administram "apagando incêndio", e sem dar continuidade aos planos e projetos traçados pelos governos anteriores. 

O governo federal, desde a constituição de 1988, implantou planos de gestão da administração pública e planos orçamentários. 

O plano de  curto prazo é o Plano Plurianual (PPA) que vale por quatro anos, com metas e objetivos traçados para serem alcançados dentro do prazo para a administração federal. 

A lei orçamentária Anual (LOA) e a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), ambas elaboradas anualmente, também compõem os planos de governo gerencial no plano federal. 

Está mais do que na hora de os governos dos nossos municípios elaborarem os seus planos de gestão. 

Chamo a atenção para Campos Belos, um dos municípios mais influentes do nordeste goiano (região muito pobre de Goiás) para sair na frente rumo à gestão estratégica  e arrastar, aplicando exemplo, os seus vizinhos e demais municípios brasileiros carentes também de gestão. 

Uma dica é copiar o modelo de planos do governo federal ou de estados que já há bastante tempo governam estrategicamente e têm melhorado a vida de suas populações. 

Se o prefeito e seus gestores acharem complicado copiar e adaptar os planos federais, incrementem por si mesmos um planejamento estratégico. 

O que é um planejamento estratégico e uma gestão estratégica? 


Em resumo, pode-se dizer que a gestão estratégica é o processo de analisar uma organização sob vários ângulos, definindo seus rumos por meio de um direcionamento que possa ser monitorado nas suas ações concretas, utilizando-se, para tanto, de um instrumento denominado “plano estratégico”.

A gestão estratégica, em Administração, alguns aportes metodológicos e conceituais têm provado seu valor, ainda que sejam reinventados com a prática ao longo do tempo. 

Segundo o dicionário Houaiss, estratégia significa “a arte de aplicar com eficácia os recursos de que se dispõe ou de explorar as condições favoráveis de que porventura se desfrute, visando ao alcance de determinados objetivos”. Já o dicionário Michaelis define estratégia simplesmente como “a arte de dirigir coisas complexas”. 


Ambas as definições conferem um tratamento de “arte” para a imprescindível tarefa de buscar direcionar todo o conjunto de recursos organizacionais - representados nos esforços das pessoas (dons, talentos, interesses e aptidões naturais) e na aplicação dos meios materiais disponíveis para fazer o que a empresa faz - para o alcance de um desejo coletivo quanto ao futuro daquele “grupo de pessoas com um propósito” - que é a própria definição de organização.  

A área pública tem sido colocada em xeque pela sociedade com relação às respostas que lhes são exigidas.  

O cidadão-usuário demanda padrões de excelência nos serviços oferecidos, exercendo seu direito de cobrar presteza no atendimento aos anseios sociais e no cumprimento da missão das instituições. 

Além disso, as organizações públicas não puderam crescer em tamanho o suficiente para acompanhar o ritmo do crescimento populacional do país. 

O incremento da demanda tanto qualitativa quanto quantitativamente no setor público é fato inegável.


Como dar cabo da tarefa de responder adequadamente a esses (quase) novos  desafios? 


Muitas organizações públicas, ao se depararem com a dificuldade de mobilizar seus esforços, direcionando-os para a efetiva melhoria dos serviços oferecidos, têm optado por definir um plano estratégico. 

Gerir estrategicamente uma organização pública significa, nos dias de hoje, a possibilidade mais tangível, e talvez a única, de atingir os objetivos institucionais pretendidos.


O plano estratégico 


A gestão estratégica trata em primeiro lugar da formulação de estratégias que determinem rumos ou formas de atingir objetivos. 

Essas estratégias são geralmente reunidas e descritas em um plano estratégico, que, por sua vez, é concebido didaticamente a partir de uma análise de cenários, culminando com a elaboração de uma matriz que elucide ameaças e oportunidades, sob os pontos de vista interno e externo à organização. 


O plano estratégico será consubstanciado, então, num instrumento esclarecedor quanto:


- à missão - para que servimos, qual é nossa razão de ser;


- à visão - onde queremos chegar como instituição;


- aos valores - quais são nossas premissas quanto às atitudes para alcançar nossa visão;


- à estratégia - como faremos para alcançar nossa visão e


- aos desdobramentos da estratégia - as grandes ações que precisamos conduzir e que comporão a estratégia, isto é, os objetivos estratégicos. 


A estratégia deverá desdobrar-se também indicando as competências organizacionais, ou seja, quais são as capacidades que possuímos coletivamente, ou que precisaremos desenvolver, para podermos alcançar nossa visão.

O plano estratégico nada mais é do que uma consolidação de ideias, que por si só não produzem resultado algum. Ao contrário, é na implementação dessas ideias que a organização vai obter o melhor da estratégia. 

Com informações do site de planejamento estratégico do Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Higor comemora convívio com "medalhões" do Fluminense e ganha chance na seleção sub-20


Higor destaca aprendizado com a moral dada por Fred, Deco e Edinho

Revelação das divisões de base do Fluminense, o meio campo Higor, natural de Campos Belos (GO), comemora o convívio com os medalhões da equipe principal. 

De acordo com o jovem meia, os mais experientes lhe dão muita moral e ele ganha muito em aprendizado com atletas do calibre de Deco, Fred e Edinho.


- Os caras são “resenha”, viu? Na base é resenha para cá, resenha para lá. 

Mas no profissional é muito mais. Quando cheguei, pensei que eles não me dariam nenhuma moral. Mas me acolheram bem. 


Sempre converso com o Fred e com o Deco e espero aprender com eles, pois são os melhores do futebol brasileiro. 


O Edinho é o mais brincalhão, comédia. "Ele está em todas as brincadeiras", disse.


De carona, Higor poderá, inclusive, e ainda muito jovem sagrar-se campeão brasileiro logo de cara.   É esperar o confronto com o Galo mineiro e torcer por suas boas atuações. 




Na seleção Brasileira, é conhecido como primo de Kaká

As celebrações foram distantes, quase sem relação entre si. O mês de outubro, no entanto, foi de festa na família Leite. 

Na Europa, Kaká festejava o retorno em grande estilo à seleção brasileira, com gols sobre Iraque e Japão. 

Já no Brasil, seu primo de segundo grau, de 19 anos, com quem nunca sequer falou, era chamado pela primeira vez para uma seleção de base da CBF. 

Convocado para um período de treinos na Granja Comary visando o Sul-Americano da categoria, em janeiro, na Argentina, Higor, do Fluminense, não conhece o parente famoso, apesar de tê-lo como inspiração para um futuro. A posição é a mesma, e os planos, ousados.

- Não tenho contato com o Kaká. Nunca conversamos. Já falei com o pai dele. Meu pai (Carlos Alberto) é primo dele. 


Meus pais falam por telefone com os pais do Kaká, mas não com tanta frenquência. O cara voltou voando para a Seleção. Bem demais. 

Ele é muito bom, já foi o melhor do mundo. Me espelho nele. Espero que a minha carreira seja igual a dele. O Kaká foi o melhor do mundo. Eu também posso ser. Está nas mãos de Deus – disse Higor.


Apesar dos planos ambiciosos para a carreira, Higor, que nasceu em Campos Belo, Goiás, é tímido. 
Antes de conversar com a reportagem do GLOBOESPORTE.COM, foi logo avisando, com um jeito sem graça, porém, simpático.

- Não gosto muito de entrevistas. Sei lá, simplesmente não gosto.
Higor, Seleção Brasileira Sub 20 (Foto: Rafael Ribeiro / CBF)Higor foi convocado pela primeira vez para a Seleção
(Foto: Rafael Ribeiro / CBF)
É bom, no entanto, Higor ir se acostumando aos jornalistas. 
Sua ascensão meteórica em 2012 leva a crer que o meia terá de conviver por muitos anos com o assédio. Em pouco mais de um ano, uma reviravolta na carreira. 
Dispensado pelo Inter – de quem não esconde mágoa - após três anos de serviços à base colorada, foi levado ao Fluminense por um ex-profissional do Colorado que foi trabalhar no clube carioca.

- Falaram que não queriam mais contar comigo. Vim para o Rio. Depois, quiseram me levar de volta, mas eu quis ficar no Fluminense.
No Tricolor desde abril de 2011, logo se encontrou. Em janeiro, foi um dos destaques do time que chegou à decisão da Copinha. 
Em junho, ajudou os juniores do Fluminense a conquistar o título Carioca, marcando 15 gols – um deles, de falta (sua especialidade), na final contra o Nova Iguaçu.
- Sou um meia que chega muito para finalizar, tenho uma bola parada forte. Gosto de fazer gols. Hoje, meia precisa fazer gols.
O cara voltou voando para a Seleção. Bem demais. Ele é muito bom, já foi o melhor do mundo. Me espelho nele. Espero que a minha carreira seja igual a dele. O Kaká foi o melhor do mundo. Eu também posso ser. "
Higor, sobre o primo Kaká
Com o título estadual e o retorno de Lanzini ao River Plate, Higor foi promovido aos profissionais pelo técnico Abel Braga. 
Com contrato até dezembro de 2014, recebeu um reajuste salarial e se mudou para Copacabana com a família, após passar um ano sozinho em Xerém, no Centro de Treinamento da base do Fluminense. Promessa de dias melhores.
- Morei por um ano em Xerém. Viemos eu e Deus. Minha família ficou em Goiás torcendo por mim. Mas agora está tudo certo. 
Estou morando em Copacabana com meus pais. Vai melhorar. Com a comidinha da mamãe, vai ficar legal (risos).
Na seleção sub-20, Higor marcou um gol na goleada por 7 a 1 sobre o Madureira, em jogo-treino na Granja Comary, no último domingo, e recebeu elogios do técnico Emerson Ávila.

- O Higor já faz parte do elenco profissional do Fluminense e tem muita qualidade. Espero que continue evoluindo e, quem sabe, possa estar conosco na lista final para o Sul-Americano – elogiou o treinador.
higor fluminense (Foto: Bruno Haddad / FluminenseFC)Pelo profissional do Flu foram cinco jogos
(Foto: Bruno Haddad / FluminenseFC)
O sonho de estar na lista para o Sul-Americano sub-20 é real. Antes, porém, Higor busca outra realização: o título brasileiro de 2012, seu primeiro como profissional. 
Na competição, o meia disputou cinco partidas – geralmente entrando na fogueira, em jogos complicados. Ainda não fez gol, mas mostrou potencial.

- Daqui, ficou acompanhando e torcendo pelos companheiros. A vontade de estar lá ajudando é grande. 
O Abel confia nos garotos da base. E estamos correspondendo à altura. Por isso, ele nos coloca para jogar. Em alguns jogos, não sou relacionado. Mas está bom. Só o fato de estar no profissional do Fluminense é uma coisa maravilhosa.

A timidez, garante, também não atrapalha a convivência com as estrelas do Fluminense.
A convocação final será para o Sul-Americano será no início de dezembro. O grupo se apresenta no dia 10 na Granja Comary para iniciar a preparação. O torneio, que será realizado nas cidades de San Juan E Mendoza, na Argentina, começa no dia 9 de janeiro.


Fonte: Globo Esporte

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Artigo: Aos mestres e mestras, com carinho


Por João Beltrão Filho


Publicado originalmente no jornal Diário da Manhã

Com a satisfação de quem pisa o fértil solo de um jardim florido, alegro-me em colher o espaço a mim cedido por este conceituado jornal, para, no ensejo do festivo dia de 15 de outubro, oferecer uma singela e espontânea mensagem de gratidão e agradecimento aos professores, professoras e educadores, que no árduo ofício de lapidar almas contribuíram de forma decisiva para o engrandecimento da nossa formação e certamente ajudou a minorar as asperezas de muitas vidas, fazendo de nós cidadãos de bem, acendendo em nossas mentes e nos nossos corações a chama primeira do saber, do conhecimento, dos princípios morais e cívicos, da ética, do respeito, da dignidade, da honestidade e da responsabilidade.

Somos cônscios de que o conhecimento é, sem qualquer dúvida, a mola-mestra que nos impulsiona a realizar sonhos, por mais improváveis ou impossíveis que eles nos pareçam ser e que sem a ajuda fundamental de nossos professores e professoras, às vezes relegados, desvalorizados e quase sempre injustiçados por aqueles que conduzem o poder e que o adquiriram possivelmente pela preciosa contribuição de um grande professor ou de uma grande professora, certamente não seríamos o que hoje somos.

Assim, necessário se faz destacar a importância dos professores e professoras a quem outrora respeitávamos e chamávamos de Mestres e Mestras como instrumento modificador em nossa sociedade. 

Que a sapiência e o conhecimento que “sugamos” deles não sejam em quaisquer circunstâncias usados para menosprezar aqueles que não tiveram a mesma oportunidade que tivemos, pois bem sabemos que frequentar escolas ainda é, para a maioria da população do nosso País, um sonho quase impossível. 

Por isso, quem estudou não pode omitir-se da responsabilidade de trabalhar para a construção de um país melhor, mais justo e mais digno, com mais prosperidade e menos miséria. 

Desta forma, é nosso dever defender o direito de outros terem a mesma oportunidade que tivemos o direito a uma educação de qualidade, de preferência gratuita e ao alcance de todos. 

Reconheço a importância da escola e dos nossos professores e professoras nas nossas vidas, embora não podemos negar que a falta de condições de trabalho, cursos de formação, especialização, reciclagem e principalmente de salários dignos são crônicos e cruciais problemas que desestimulam nossos educadores e degradam nossas escolas. 

Não obstante, esses problemas não devem ser motivo para o desânimo, acomodação ou só reclamação. 

Mas, sim, motivo de compromisso com a busca incessante da melhoria da educação e das instituições de ensino na constante busca pela sua melhor qualidade. 

Considerando que o homem é o único ser que não aprende nada sem que alguém o ensine (o João de Barro, por exemplo, nasce sabendo construir sua casa), agradeço indistintamente aos professores e professoras que nos talharam para a vida (alguns já estão no andar superior), todavia, recebam esta homenagem neste dia e que o Deus onipotente, por intermédio do seu Filho Jesus Cristo o Mestre dos Mestres, na sua infinita bondade, recompense as caras energias que gastaram e gastam ao exercer a mais sublime das profissões a de ser PROFESSOR e PROFESSORA. 

Parabéns a todos os MESTRES e MESTRAS de Campos Belos, de Goiás e de todos os rincões do meu Brasil, os de ontem, os de hoje e os de amanhã, e na ocasião desta importante data rogo a Deus que ilumine as mentes e abrande os corações dos políticos e governantes brasileiros que cotidianamente fazem da educação o carro-chefe de suas campanhas políticas para que eles cumpram suas promessas e ofereçam aos professores, professoras e trabalhadores na educação melhores condições de trabalho, segurança, capacitação, reciclagem e principalmente salários decentes, para que, de fato e de direito, a educação brasileira seja um processo continuado de modificação na nossa sociedade, pois só a educação de qualidade e a busca constante do conhecimento são capazes de, senão igualar, ao menos aproximar o pobre do rico. 

Deus nos deu o rio, esforcemos todos para encontrar o barco que nossos professores e professoras nos ensinarão a remar correnteza acima.

Louvores e graças aos que nos ensinaram e nos ensinam todos os dias das nossas vidas. 

Saúde, paz e bem a todos.


(João Beltrão Filho, técnico em Agropecuária pela Escola Agrotécnica Federal de Rio Verde/GO, gestor público pela Universidade Estadual de Goiás, especialista em Educação Ambiental pela Universidade Cândido Mendes/RJ, poeta, escritor e diretor de Planejamento da Prefeitura Municipal de Campos Belos/GO)

Região Nordeste de Goiás: A reserva da biosfera e o ecoturismo


Natureza exuberante em Cavalcante (GO)


Texto por Garibaldi Rizzo

A Caravana das Cidades foi conhecer de perto a realidade desta região goiana. Composta de 20 municípios a região possui os mais baixos índices do Estado. 

Sua população, em torno de 172 mil habitantes, representa 2,8 % da população de Goiás. 

A taxa de analfabetismo, segundo o Censo Demográfico, é de 22,4% contra os 10,8% do Estado. 

A mortalidade infantil no Nordeste goiano é de 39,36, enquanto que para o Estado é de 26,86%, A arrecadação do ICMS desses 20 municípios representa 0,45% da arrecadação do Estado. 

Com um quadro desses, a economia também reflete de maneira negativa.
Esses desequilíbrios sócioeconômicos da região pressupõem carência de investimentos em áreas de infraestrutura básica. 

Apesar da estagnação, a região possui potencialidades econômicas e de mercados consumidores que são elementos fundamentais para o desenvolvimento sustentável. 

As principais potencialidades da região estão ligadas ao agronegócio e o turismo (ecoturismo/agroturismo).


Na regionalização elaborada pela Goiás turismo ela é denominada Região Biosfera Goyaz é composta de alguns municípios entre eles: Alto Paraíso, São Jorge, Cavalcante, São Domingos, Formosa, Monte Alegre de Goiás, Posse e São João D’Aliança. 

Cachoeiras e veredas em Alto Paraíso e Cavalcante (GO)

O Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, é uma referência em Ecoturismo e Turismo de Aventura no Estado de Goiás. 

O Parque criado em 11 de janeiro de 1961, pelo Decreto Federal nº 49.875, localizado em Goiás, abrange os municípios de Alto Paraíso de Goiás e Cavalcante. 

O Parque tem uma área de 60 mil hectares, com um clima tropical, quente semi-úmido, com quatro a cinco meses secos. 

A 500 km de Goiânia, o parque dispõe de uma maravilhosa estrutura receptiva para turistas e pesquisadores. 

A vegetação é composta de savana e Cerrado, apresenta uma rica fauna que abriga animais em extinção como a onça-pintada, cervo-do-pantanal, lobo-guará, e até o veado-campeiro. 

Além de dar morada a animais como o tapeti, tatu-canastra, tamanduá-bandeira, capivara e anta, das aves as mais chamativas são o tucano-de-bico-verde e as emas.

A prática de ecoturismo é muito comum no Estado, principalmente na Região da Reserva da Biosfera Goyaz onde se encontram além do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, Sítio Natural do Patrimônio Mundial, Parque Estadual de Terra Ronca e pelo Parque Municipal do Itiquira.


Os habitantes da região Nordeste querem que o desenvolvimento chegue sem que isso signifique a depredação do meio ambiente, a natureza imponente é a característica marcante, o que faz do ecoturismo uma das atividades mais promissoras.

Em Posse, Alvorada e Simolândia, há a reivindicação: Auxilie os municípios a transformarem-se em pólos turísticos – há rios e grutas a serem exploradas sem depredação.

O município de Posse, na divisa com a Bahia, é uma cidade-pólo em diversas áreas, como Educação e Saúde e se tornou forte entreposto comercial, principalmente devido a agricultura do Oeste baiano, que realiza suas transações comerciais na cidade goiana. 

O comércio bastante ativo gera emprego e renda a uma parcela significativa da população local.

A falta de um aeroporto com melhores condições e de um calendário regional de eventos também dificulta o desenvolvimento do turismo. 

Entre as medidas que podem fomentar o turismo nos próximos dez anos estão a valorização da cultura regional e a intensificação da promoção de eventos que divulguem as identidades locais, a criação de monumentos culturais e naturais nos diversos municípios do Nordeste goiano; a criação de Teatro de Arena, garantindo espaço para apresentações culturais; implementação de centros culturais com sala de vídeo, eventos e bibliotecas e criação de museus na região.

Veredas em Campos Belos (GO)

Os dados mostram a necessidade de aliar programas habitacionais a programas de desenvolvimento social. 

Por suas características, o Nordeste necessita ter ampliadas e implementadas políticas habitacionais para a zona rural, boa parte da população está na zona rural.

A formação de núcleos construtivos para utilização do barro e da madeira garantirá o aproveitamento de técnicas já conhecidas e de custo reduzido, devido à presença de matéria-prima abundante. 

Outra estratégia é o desenvolvimento de técnicas de eco-construção, envolvendo toda a população da região, incluindo os construtores calungas. Com impactos principalmente na zona urbana, é necessário que os municípios da região elaborem planos diretores com mecanismos eficientes de fiscalização.

A região enfrenta sérios problemas quanto à ordenação da propriedade fundiária, impedindo aos proprietários, através da titularidade da terra, pleitear financiamentos com vistas à modernização agropecuária, possibilitando a incorporação de tecnologias apropriadas para a região, aumentando a produção e a produtividade, competindo de forma igualitária com as demais regiões do Estado.

Gaviões Carcarás em Teresina  (GO)

Outro fator importante do Nordeste goiano é a existência de potencial hídrico em algumas áreas, que permite o processo de irrigação por gravidade como ocorre com o Projeto Flores de Goiás. 

As áreas com maior potencial agricultável e com possibilidades de irrigação por gravidade situam-se no Vão do Paranã. 

Entretanto, existem na região áreas onde há falta de água até mesmo para o consumo humano, sendo necessária a perfuração de poços artesianos e construção de pequenas barragens para atender o abastecimento de comunidades e pequenas propriedades rurais.

Uma das alternativas para promover o desenvolvimento da indústria e do comércio da região Nordeste é o estímulo ao artesanato, que é prática comum nos municípios dessa área e constitui um grande potencial gerador de renda e emprego. 

Também se deve investir na produção e no comércio dos produtos orgânicos e na implantação de indústrias associadas com as vocações do Cerrado. 

Calungas em Monte Alegre (GO)

O fortalecimento do associativismo e do cooperativismo, bem como o estímulo à implantação de indústrias de transformação dos produtos do Cerrado– a exemplo daquelas que já existem em Mambaí, Sítio D’Abadia e Damianópolis – são outras medidas que podem favorecer o desenvolvimento local.

O Nordeste tem um dos piores índices de saneamento básico do Estado. Nos 20 municípios da região, 91% da população têm acesso a água tratada, enquanto apenas 23,7 % têm rede de esgoto. 

A região está localizada no encontro de duas bacias – do Prata e do Amazonas –, além de a nascente do Rio Tocantins estar na região. 

A implantação de ecofossas pode reduzir impactos sobre o meio ambiente. Outra grave situação é a ausência de qualquer política de tratamento dos resíduos sólidos, já que o lixo gerado por 49,78% da população da região não é coletado e, mesmo o coletado, em geral vai para depósito a céu aberto.

Faltam hospitais, laboratórios e aparelhos para doenças graves. Só em Campos Belos há um hospital, e particular. 

Ambulâncias das prefeituras amenizam os problemas, porque os doentes podem ser transportados para Brasília, Goiânia ou Formosa.

Cavernas em Formosa e São Domingos (GO)


A taxa de mortalidade infantil, um dos principais indicadores de desenvolvimento humano, de 39,36 (por 1.000 nascidos vivos), está acima da média estadual. 

O resgate da medicina preventiva, através da implantação de centros de estudos da medicina alternativa, aproveitando o conhecimento tradicional da população, é outra estratégia para a região. 

O Cerrado é o segundo maior ecossistema do País e possui plantas com potencial para oferecer princípios ativos que aumentam a imunidade do organismo a agentes externos.

O Nordeste goiano possui dois grandes eixos de transporte pavimentados que são a BR-020 e a GO-118, ficando um vazio, justamente em áreas férteis, sem pavimentação. 

Veredas em Campos Belos (GO)

Outro fator restritivo ao desenvolvimento da região está relacionado à baixa oferta de energia elétrica. 

O potencial hídrico existente permite a construção de usinas geradoras tanto em São Domingos quanto em Mambaí, aumentando, substancialmente a oferta de energia. 

Regiões de pobreza como a do Nordeste possuem um entrave que é o da eterna dependência dos investimentos públicos, que sempre são escassos. Somente através de políticas públicas é possível mudar a realidade dessas áreas muito carentes.

Garibaldi Rizzo, arquiteto; urbanista; gerente – Políticas Habitacionais – Secretaria de Estado das Cidades

Parque de cavernas na reserva Terra Ronca  - Posse e São Domigos (GO)

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