terça-feira, 29 de março de 2011

Assalto nas bombas. Litro da gasolina passa de R$ 3,00 em Campos Belos

Revolução???


Que o Brasil é o celeiro do mundo, isso ninguém duvida.

Tem a maior biodiversidade do planeta e o maior potencial enérgico entre todos os países.

É inovador na produção de combustíveis limpos e alternativos.

Estas são premissas irrefutáveis.

Tem uma outra premissa tão verdadeira quanto as anteriores.

Este país tem o maior número de picaretas, gatunos e espertalhões de todos os continentes.

A prova mais inconteste é a questão do combustível, usado por milhões de brasileiros diariamente.

Capitaneado pela Petrobrás e por uns poucos empresários, este setor da economia é dos mais perversos e malandros do mercado.

Há dez anos, quem imaginaria que o etanol estaria no mesmo valor do litro da gasolina.

Pois é. O inimaginável chegou.

Aqui em Brasília se paga um dos combustíveis mais caros do país e não tem muita opção na hora de abastecer, em virtude da pouca variação de preços. Cartel ? eles negam veementemente.

Neste mês, o litro da gasolina chegou a R$ 2,88 e o do álcool atingirá, hoje, R$ 2,84 na maioria dos postos.

Só não é mais caro do que em Campos Belos, nordeste de Goiás, a 400 km do Distrito Federal e municípios próximos, onde a gasolina está cravada, há mais de mês, a R$ 3,05.

E lá deve subir mais ainda esta semana.

Um absurdo sem tamanho. Um acinte, um roubou escancarado que estão praticando contra os consumidores.

E pior, não há justificativas para os seguidos e abusivos aumentos.

O empresariado do setor afirma que é a entressafra da cana.

“Faltou cana no mercado, não há estoque, houve aumento do número de veículos e, portanto, a demanda puxa os preços”, dizem.

Esta é uma justificativa tola e conversa “engana-bobo”

O que o ocorre neste setor da economia se resume numa só palavra: ganância.

O governo, que tem o poder único de controlar os gananciosos, nada faz.

Ao contrário, por intermédio da estatal Petrobrás, não regula os estoques e incrementa aumentos velados na calada da noite.

O Brasil está para se tornar um dos maiores produtores de petróleo do mundo e já é um líder na produção do etanol.

A promiscuidade entre governo, produtores de álcool, distribuidores e donos de postos de combustíveis tem histórico.

A mais escandalosa ocorreu no pró-álcool, na década de 70.

Empresários do Pró-Álcool, na hora no aperto, souberam pedir socorro ao governo

O Programa Nacional do Álcool foi desenvolvido para substituir em larga escala os combustíveis veiculares derivados de petróleo por álcool, financiado pelo governo do Brasil a partir de 1975 devido a crise do petróleo em 1973 e mais agravante depois da crise de1979.

O Programa começou a ruir à medida que o preço internacional do petróleo baixava, tornando o álcool combustível pouco vantajoso tanto para o consumidor quanto para o produtor.

Para agravar o problema, o preço do açúcar começou a aumentar no mercado internacional na mesma época em que o preço do petróleo baixava, fazendo com que fosse muito mais vantajoso para os usineiros produzir açúcar no lugar do álcool.

E por causa disso, começou a faltar regularmente álcool combustível nos postos, deixando os donos dos carros movidos a combustível vegetal sem opções.

Essas sucessivas crises de desabastecimento, aliadas ao maior consumo do carro a álcool e o menor preço da gasolina, levaram o pró-álcool a descrença geral por parte dos consumidores e das montadoras de automóveis.

Desde então, a produção de álcool combustível e de carros movidos a esse combustível entraram em um declínio que parecia não ter fim, chegando ao ponto de a maioria das montadoras não oferecerem mais modelos novos movidos a álcool.

Apesar do pioneirismo brasileiro no ramo do álcool combustível, a "volta" do carro a álcool foi possível por causa de uma tecnologia desenvolvida nos Estados Unidos, tecnologia essa que conhecemos hoje por bi-combustíveis, ou somente "flex".

Leia mais: Álcool aumenta 9,2% e deixa o Distrito Federal

quinta-feira, 24 de março de 2011

Siqueira Campos visita acidentados de Arraias

Foto: Frederick Borges/Assegov

O governador Siqueira Campos esteve presente no início da manhã desta quinta-feira, 24, no HGP-Hospital Geral de Palmas para levar solidariedade às cinco pessoas vítimas de acidente envolvendo uma ambulância na TO-050 em Arraias, esta semana, quando do rompimento de um bueiro em que o veículo capotou.


Em sua mensagem aos pacientes, o governador disse ter bastante fé em Deus que todos se recuperem rapidamente e não sofram seqüelas.

Depois de dar seu total apoio aos enfermos ele elogiou a equipe de profissionais do hospital pelo bom atendimento aos feridos, se solidarizando igualmente com os familiares do passageiro Diolindo Mendes da Silva, que faleceu em conseqüência do acidente.

Na ambulância que capotou, além do motorista Jaciel Francisco Machado e da vítima fatal Diolindo Mendes estavam Maria Luzeni Rodrigues, Sandra Moreira dos Santos e Jeovânio Aparecido Mendes da Silva.

O único passageiro que nesta manhã continua requerendo mais atenção da equipe médica é Sandra Moreira, que se encontra sedada e entubada.

Siqueira Campos determinou imediatamente ao secretário de Infraestrutura, Alexandre Ubaldo, o deslocamento de uma equipe de profissionais e máquinas para os serviços de recuperação do trecho.

O governador informou que apesar do período intenso de chuvas, providências estão sendo tomadas em caráter de urgência, e que o Dertins dará prosseguimento à manutenção de toda a malha viária do Estado.


Avalia o governador que “mesmo não tendo poderes para prevermos os desígnios da Providência”, a manutenção de estradas independente de qualquer fato é um compromisso do qual não abre mão, "pois nas áreas dos bueiros a água precisa ter a sua vazão”, disse, acrescentando que se nas gestões anteriores tivesse havido manutenção das estradas, tais sinistros poderiam ter sido evitados.

“O Estado precisa de um governo ágil e forte”, adianta ele.


O governador citou ainda a falta de orçamento com que está conduzindo o governo. “Mas não adianta bate-boca, o que devemos é atuar com segurança e equilíbrio para sanar os problemas”, numa alusão à demora pela aprovação no legislativo da LDO-Lei de Diretrizes Orçamentárias.

Visitas a obras no HGP

Depois da visita às pessoas vitimadas no acidente de Arraias, o governador Siqueira Campos aproveitou para visitar as obras de ampliação do Ponto Socorro (PS) do HGP.

Em seguida seguiu para recepcionar, no aeroporto da Capital, o ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra, que vistoria as obras da ponte em construção sobre o Rio Tocantins, entre Miracema e Lajeado e o Projeto de Fruticultura Irrigada São João, em Porto Nacional.

(Informações da Secom)



quarta-feira, 23 de março de 2011

Asfalto cede e causa dois acidentes de trânsito, um com morte, na TO-050, entre Campos Belos e Arraias

Acidente ocorreu na TO-050, entre Arraias e Campos Belos

Foto: Rodrigues di Sousa

Dois acidentes de trânsito ocorreram na noite desta terça-feira, dia 22, na Rodovia TO-050, que liga a cidade de Arraias-TO a Campos Belos-GO.

Os acidentes aconteceram por volta das 22h, na altura do KM 427.

Um bueiro, que estaria danificado, não suportou o peso da terra e o grande volume de água e cedeu, causando uma cratera na pista.

O buraco, com cerca de 4 metros de profundidade por 20 metros de comprimento vai de um lado ao outro do asfalto .

A Polícia Militar está no local desde a hora dos acidentes e a rodovia está interditada sem nenhuma condição de trânsito.

Ainda não foi feito desvio, por ser um de difícil acesso, causando um enorme congestionamento.

O primeiro acidente ocorreu com o veículo conduzido por Alice Dias Venâncio Costa.

Ela viajava em sentido Arraias/Campos Belos e quando passava pelo local, o asfalto cedeu e seu veículo capotou.

A vítima sofreu lesões no rosto e foi encaminhada pela equipe do SAMU ao Hospital de Campos Belos.

O segundo acidente aconteceu no mesmo horário com uma ambulância que transportava cinco pessoas.

O passageiro Diolindo Mendes da Silva morreu na hora.

As outras quatro pessoas ficaram feridas: o motorista Jaciel Francisco Machado, Maria Luzeni Rodrigues, Sandra Moreira dos Santos e Jeovânio Aparecido Mendes da Silva.

A passageira Sandra teve fraturas pelo corpo, fratura exposta no tornozelo esquerdo e traumatismo craniano.

Maria Luzeni também fraturou o fêmur esquerdo e na bacia; Jeovânio Aparecido fraturou a bacia, teve luxação no ombro esquerdo e traumatismo abdominal.

Todos foram encaminhados ao Hospital Geral de Palmas.

(Informações da ascom/PM-TO)

sexta-feira, 18 de março de 2011

O Brasil precisa de energia nuclear?


Por Dinomar Miranda


O mundo está assombrado com a ameaça nuclear irrompida no Japão, após o maremoto da semana passada.

Os japoneses estão entre os povos mais desenvolvidos do planeta  e estão sempre à frente quando se fala em domínio da tecnologia.

Mesmo assim, o país parece perdido e os cientistas e técnicos nucleares meio que atordoados com uma real situação de  um desastre nuclear, que poderá marcar o Japão por centenas de anos e talvez milhares de anos.

Uma semana depois das ondas gigantes, nenhuma notícia, até o presente momento,  é clara sobre o que realmente está acontecendo com as usinas nucleares daquele país.

Porque não se para os reatores nucleares? 

Para não faltar energia?  ou por que, uma vez iniciada, a fissão nuclear em cadeia não pode ser interrompida?  

Os técnicos japoneses falam a verdade?

Sobre o nosso  país, será mesmo que o Brasil está preparado para gerir suas usinas atômicas?  

E mais. O Brasil precisa de energia fornecida por uma fonte tão perigosa como a nuclear?

A resposta é relativamente simples.

Não.  O Brasil não precisa de energia nuclear.

Não. Nosso país não está preparado cientificamente para gerir  este tipo de usina.

A grande verdade é que o homem ainda tem pouco poder sobre os elementos atômicos.

Fontes de energias,  o Brasil tem aos montes: hidrelétrica,  que é a sua principal matriz, eólica, solar, de biocombustível, das marés. 

Porque a opção pela nuclear?

O preço de instalação pode varia e encarecer muito de uma matriz para a outra, mas é infinitamente mais barata, qualquer uma delas do que as conseqüências de um desastre nuclear.

O acidente no reator de Chernobyl (ex-URSS) é um grande exemplo.

Chernobyl contaminou radioativamente uma área de aproximadamente 150.000 km² (corresponde mais de três vezes o tamanho do estado do Rio de Janeiro), sendo que 4.300 km² possuem acesso interditado indefinidamente.

Até 180 quilômetros distantes do reator situam-se áreas com uma contaminação de mais de 1,5 milhões de Becquerel por km², o que as deixa inabitáveis por milhares de anos.

O Brasil possui hoje apenas duas usinas, Angra I e II,  e está construindo Angra III. 

A ambição é maior.  

Segundo o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, em entrevista nesta sexta-feira (18/03), o Brasil já definiu como prioritária a retomada do programa nuclear brasileiro e que deverá construir cerca de 50 a 60 usinas nucleares nos próximos 50 anos – com capacidade de geração de aproximadamente mil megawatts cada unidade.

As declarações do ministro foram dadas durante visita ao terreno onde será construída a Usina Angra 3, que deverá estar em operação, de acordo com a expectativa do ministério, em um prazo de cinco anos.

A unidade terá capacidade de gerar 1.405 megawatts de energia em sua potência plena. Para isto, ainda este mês, terá início a preparação do terreno onde será construído o canteiro de obras e o terreno onde será erguida a nova térmica.

Depois do exemplo de  falta de domínio dos japoneses  na gestão de suas usinas, está mais do que na hora de se discutir o papel da energia nuclear  no Brasil.  

Não apenas uma discussão entre técnicos e políticos, mas numa gigante mesa redonda em que possa participar todas as vozes da nossa sociedade.

A pergunta básica é: compensam os riscos se produzir energia nuclear no Brasil? 

quarta-feira, 16 de março de 2011

Prefeitura de Campos Belos abre licitação para compra de trator


Foto ilustrativa
 Prefeitura de Campos Belos abre licitação para compra de trator.

O edital do pregão está publicado no Diário Oficial da União da última segunda-feira (14/03).

Leia abaixo a íntegra da publicação:


"A Prefeitura Municipal de Campos Belos - GO torna público que fará realizar no dia 24 de março de 2011, às 9 h, em sua sede na Praça da João Batista Cordeiro, s/n, centro, Campos Belos/GO, licitação na modalidade: Pregão presencial, tipo: menor preço por item, regime: fornecimento por item, com vistas à aquisição de patrulha agrícola mecanizada composta de 01(um) trator traçado, 01 (uma) carreta e 01 (uma) grade aradora, de acordo com o convênio nº 745843/2010-MI entre a União Federal, pelo ministério da Integração Nacional, por intermédio da Secretaria de Desenvolvimento do Centro- Oeste e o Município de Campos Belos/GO, na forma da Lei Federal n.º 10.520, de 17/7/2002, Lei Complementar 123/06 de 14/12/2006, subsidiariamente a Lei Federal nº. 8.666/93, de 21/06/93 e alterações posteriores, e demais condições fixadas no instrumento convocatório. O edital completo e maiores informações poderão ser obtidos na prefeitura nos dias úteis e em horário de expediente, telefone (62)3451.1403."




Campos Belos-GO, 10 de março de 2011.

LUIZ CARLOS PEREIRA DA SILVA

Presidente da CPL

segunda-feira, 14 de março de 2011

Mais um apagão em Campos Belos


A cidade de Campos Belos sofreu na noite do último sábado (12/03) mais um apagão.

A energia elétrica acabou por volta das 19 horas e não mais voltou.

Foram mais de 14 horas no breu absoluto.

A sucateada Centrais Elétricas de Goiás (CELG), responsável pela distribuição de energia em Goiás, mais uma vez se omitiu aos diversos chamados.

Tudo parou, com exceção dos hospitais, grandes supermercados e postos de gasolina, que possuem motores geradores de eletricidade.

Campos Belos tem sofrido com os recorrentes e prejudiciais apagões.

A falta de luz causa  prejuízos financeiros e muitos transtornos.

A população da cidade já até acostumou-se com a falta de luz.

Mas não deveria.

Os constantes cortes de energia elétrica são uma afronta ao código do consumidor e demonstra  uma tremenda falta de respeito.

Está mais do que na hora dos Poderes do município entrarem na briga.

O Ministério Público, por intermédio do Promotor da Comarca, deve intervir e tomar as ações judiciais necessárias.

O mesmo ocorre com a Prefeitura de Campos Belos.

Os poderes estão omissos ao problema.

Chega de desrespeito.

E você consumidor deve procurar seus direitos,  principalmente junto ao Poder Judiciário.

Tente nocautear essas empresas irresponsáveis onde mais dói: em seus bolsos.







sábado, 5 de março de 2011

Carnaval de Campos Belos pega fogo


Caravana contra a Dengue visita a primeira cidade do roteiro


Caranava contra a Dengue, lançada pela Secretaria da Saúde para levar informações às 14 regionais de Saúde sobre as ações instituídas pelo Comitê Estadual contra a Dengue e promover palestras sobre a importância de se combater a doença, teve início na última sexta-feira, dia 25. 


O secretário da Saúde, Antônio Faleiros e a superintendente de Vigilância em Saúde, Tânia Vaz, comandaram a equipe técnica que visitou a cidade de Campos Belos, a 630 quilômetros da capital.


Marcada pela participação de autoridades locais como o prefeito de Campos Belos, Neudivaldo Xavier de Oliveira e a secretária Municipal de Saúde, Sueli Alves Moreira, a caravana conseguiu reunir mais de 100 trabalhadores da Saúde pertencentes a secretarias de municípios vizinhos como Alto Paraíso de Goiás, Cavalcante, Divinópolis de Goiás, Monte Alegre de Goiás, São Domingos e Terezinha de Goiás – todas compondo a regional nordeste do Estado.

As atividades foram marcadas por palestras e oficinas. 



O secretário Antônio Faleiros destacou a importância do trabalho de combate ser realizado em conjunto com a população. 


Faleiros incentivou as autoridades a levar informação e a dar o exemplo ao cuidar dos prédios públicos evitando que eles se transformem em focos de reprodução do mosquito.

Na ocasião, a secretária municipal da Saúde, Sueli Alves Moreira, apresentou a Faleiros a principal dificuldade enfrentada pela regional, que consiste na falta de estrutura para atender pacientes advindos de outros municípios e até Estados como Bahia e Tocantins. 



Por mês, são realizadas cerca de 3 mil consultas por mês. 


Para tentar reduzir os problemas, a secretária pediu mais atenção por parte do Estado e ainda aumento nos recursos humanos a fim de não sobrecarregar ainda mais os colaboradores. 

As reivindicações serão avaliadas e oferecidas alternativas para resolver a situação. 



Um dos pontos já acertados é o aumento no apoio a Regional de Saúde Nordeste.  

De Campos Belos (GO): Escolinha K10 mede forças com o Goiás e Atlético Goianiense

Por Morgana Tavares, A Escolinha de Futebol K10, presidida pelo ex-jogador de futebol profissional Kássio Fernandes, compareceu pe...