quinta-feira, 15 de abril de 2010

Ex-juiz de Campos Belos é promovido a Desembargador.

Ex-juiz de Campos Belos é promovido a Desembargador.
Flávio Batista Leite foi promovido por antiguidade.

A Corte Superior do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) elegeu ontem, dia 14 de abril, dois magistrados para ocuparem os cargos de desembargadores do TJMG.

Flávio Batista Leite irá, pelo critério de antiguidade, preencher a vaga disponível em virtude da aposentadoria do desembargador Jarbas Ladeira.

Nelson Missias de Morais foi eleito, por merecimento, para ocupar a vaga deixada pelo desembargador Reynaldo Ximenes Carneiro, também em virtude de sua aposentadoria. Os desembargadores eleitos tomam posse no próximo dia 26 de abril.

Natural da cidade de Coimbra/MG, Flávio Batista Leite é graduado em Direito pela Faculdade da Universidade de São Paulo, em 1976.

Foi juiz em Goiás, na comarca de Campos Belos e em Minas, nas comarcas de Passa Quatro, Raul Soares, Uberaba e Belo Horizonte.

Na capital, foi juiz da 9ª Vara de Família e, hoje, é titular da 2ª Vara da Fazenda Pública

Navios-tanque traficam água de rios da Amazônia




Amigos, em 2002, logo depois da invasão promovida pelos Estados Unidos da América contra o território iraquiano, publiquei um artigo dizendo que a guerra era por petróleo e não em virtude do Iraque possuir suposto arsenal atômico.

Aquilo era uma desculpa americana.

E mais, disse também que a invasão americana era um alerta ao povo brasileiro. Na oportunidade, aquela guerra era por petróleo, mas posteriormente poderia vir a ser por água.

Não demorou muito e ainda não é guerra, mas há pouco mais de oito anos da publicação daquele artigo, já começaram a pipocar notícias sobre a cobiça da água brasileira pelos estrangeiros.

Para os desavisados, o Brasil é um dos países que mais possui reservas de água doce do planeta.

Tem água tanto em bacias hidrográficas, quanto em lençóis subterrâneos, como o aquífero Guarani.

A seguir, você lerá uma série de reportagens, publicada pela Agência Amazônia, sobre o roubo de água doce dos rios brasileiros e que comprova a nossa tese.

Agora é remediar, josé...
Falta de fiscalização facilita a ação de criminosos. Autoridades brasileiras já foram informadas da situação

Reportagem de CHICO ARAÚJO
Agência Amazônia
chicoaraujo@agenciaamazonia.com.br



BRASÍLIA – É assustador o tráfico de água doce no Brasil.

A denúncia está na revista jurídica Consulex 310, de dezembro do ano passado, num texto sobre a Organização Mundial do Comércio (OMC) e o mercado internacional de água.

A revista denuncia: “Navios-tanque estão retirando sorrateiramente água do Rio Amazonas”. Empresas internacionais até já criarem novas tecnologias para a captação da água.

Uma delas, a Nordic Water Supply Co., empresa da Noruega, já firmou contrato de exportação de água com essa técnica para a Grécia, Oriente Médio, Madeira e Caribe.

Conforme a revista, a captação geralmente é feito no ponto que o rio deságua no Oceano Atlântico.

Estima-se que cada embarcação seja abastecida com 250 milhões de litros de água doce, para engarrafamento na Europa e Oriente Médio.

Diz a revista ser grande o interesse pela água farta do Brasil, considerando que é mais barato tratar águas usurpadas (US$ 0,80 o metro cúbico) do que realizar a dessalinização das águas oceânicas (US$ 1,50).

Há três anos, a Agência Amazônia também denunciou a prática nefasta.

Até agora, ao que se sabe nada de concreto foi feito para coibir o crime batizado de hidropirataria.

Para a revista Consulex, “essa prática ilegal, no entanto, não pode ser negligenciada pelas autoridades brasileiras, tendo em vida que são considerados bens da União os lagos, os rios e quaisquer correntes de água em terrenos de seus domínio (CF, art. 20, III).

Outro dispositivo, a Lei nº 9.984, de 17 de julho de 2000, atribui à Agência Nacional de Águas (ANA), entre outros órgãos federais, a fiscalização dos recursos hídricos de domínio da União.

A lei ainda prevê os mecanismos de outorga de utilização desse direito.

Assinado pela advogada Ilma de Camargos Pereira Barcellos, o artigo ainda destaca que a água é um bem ambiental de uso comum da humanidade. “É recurso vital. Dela depende a vida no planeta.

Por isso mesmo impõe-se salvaguardar os recursos hídricos do País de interesses econômicos ou políticos internacionais”, defende a autora.

Segundo Ilma Barcellos, o transporte internacional de água já é realizado através de grandes petroleiros. Eles saem de seu país de origem carregados de petróleo e retornam com água.

Por exemplo, os navios-tanque partem do Alaska, Estados Unidos – primeira jurisdição a permitir a exportação de água – com destino à China e ao Oriente Médio carregando milhões de litros de água.

Nesse comércio, até uma nova tecnologia já foi introduzida no transporte transatlântico de água: as bolsas de água. A técnica já é utilizada no Reino Unido, Noruega ou Califórnia.

O tamanho dessas bolsas excede ao de muitos navios juntos, destaca a revista Consulex. “Sua capacidade [a dos navios] é muito superior à dos superpetroleiros”.

Ainda de acordo com a revista, as bolsas podem ser projetadas de acordo com necessidade e a quantidade de água e puxadas por embarcações rebocadoras convencionais.

Câmara vai investigar tráfico de água na Amazônia

Hidro ou biopirataria?

Reportagem de Chico Araújo
Agência Amazônia

O diretor de operações da empresa Águas do Amazonas, o engenheiro Paulo Edgard Fiamenghi, trata as águas do Rio Negro, que abastece Manaus, por processos convencionais.

E reconhece que esse procedimento seria de baixo custo para países com grandes dificuldades em obter água potável. “Levar água para se tratar no processo convencional é muito mais barato que o tratamento por osmose reversa”, comenta.

O avanço sobre as reservas hídricas do maior complexo ambiental do mundo, segundo os especialistas, pode ser o começo de um processo desastroso para a Amazônia.

E isto surge num momento crítico, cujos esforços estão concentrados em reduzir a destruição da flora e da fauna, abrandando também a pressão internacional pela conservação dos ecossistemas locais.

Entretanto, no meio científico ninguém poderia supor que o manancial hídrico seria a próxima vítima da pirataria ambiental.

Porém os pesquisadores brasileiros questionam o real interesse em se levar as águas amazônicas para outros continentes.

O que suscita novamente o maior drama amazônico, o roubo de seus organismos vivos. “Podem estar levando água, peixes ou outras espécies e isto envolve diretamente a soberania dos países na região”, argumentou Martini.

A mesma linha de raciocínio é utilizada pelo professor do Departamento de Hidráulica e Saneamento da Universidade Federal do Paraná, Ary Haro.

Para ele, o simples roubo de água doce está longe de ser vantajoso no aspecto econômico. “Como ainda é desconhecido, só podemos formular teorias e uma delas pode estar ligada ao contrabando de peixes ou mesmo de microorganismos”, observou.

Essa suposição também é tida como algo possível para Fiamenghi, pois o volume levado na nova modalidade, denominada “hidropirataria” seria relativamente pequeno.

Um navio petroleiro armazenaria o equivalente a meio dia de água utilizada pela cidade de Manaus, de 1,5 milhão de habitantes. “Desconheço esse caso, mas podemos estar diante de outros interesses além de se levar apenas água doce”, comentou.

Segundo o pesquisador do Inpe, a saturação dos recursos hídricos utilizáveis vem numa progressão mundial e a Amazônia é considerada a grande reserva do Planeta para os próximos mil anos.

Pelos seus cálculos, 12% da água doce de superfície se encontram no território amazônico. “Essa é uma estimativa extremamente conservadora, há os que defendem 26% como o número mais preciso”, explicou.

Em todo o Planeta, dois terços são ocupados por oceanos, mares e rios. Porém, somente 3% desse volume são de água doce.

Um índice baixo, que se torna ainda menor se for excluído o percentual encontrado no estado sólido, como nas geleiras polares e nos cumes das grandes cordilheiras. Contando ainda com as águas subterrâneas.

Atualmente, na superfície do Planeta, a água em estado líquido, representa menos de 1% deste total disponível.

Água será motivo de guerra

Reportagem de Chico Araújo
Agência Amazônia

A previsão é que num período entre 100 e 150 anos, as guerras sejam motivadas pela detenção dos recursos hídricos utilizáveis no consumo humano e em suas diversas atividades, com a agricultura.

Muito disto se daria pela quebra dos regimes de chuvas, causada pelo aquecimento global. Isto alteraria profundamente o cenário hidrológico mundial, trazendo estiagem mais longas, menores índices pluviométricos, além do degelo das reservas polares e das neves permanentes.

Sob esse aspecto, a Amazônia se transforma num local estratégico.

Muito devido às suas características particulares, como o fato de ser a maior bacia existente na Terra e deter a mais complexa rede hidrográfica do planeta, com mais de mil afluentes.

Diante deste quadro, a conclusão é óbvia: a sobrevivência da biodiversidade mundial passa pela preservação desta reserva.

Mas a importância deste reduto natural poderá ser, num futuro próximo, sinônimo de riscos à soberania dos territórios panamazônicos.

O que significa dizer que o Brasil seria um alvo prioritário numa eventual tentativa de se internacionalizar esses recursos, como já ocorre no caso das patentes de produtos derivados de espécies amazônicas. Pois 63,88% das águas que formam o rio se encontram dentro dos limites nacionais.

Esse potencial conflito é algo que projetos como o Sistema de Vigilância da Amazônia procuram minimizar.

Outro aspecto a ser contornado é a falta de monitoramento da foz do rio. A cobertura de nuvens em toda Amazônia é intensa e os satélites de sensoriamento remoto não conseguem obter imagens do local.

Já os satélites de captação de imagens via radar, que conseguiriam furar o bloqueio das nuvens e detectar os navios, estão operando mais ao norte.

As águas amazônicas representam 68% de todo volume hídrico existente no Brasil. E sua importância para o futuro da humanidade é fundamental.

Entre 1970 e 1995 a quantidade de água disponível para cada habitante do mundo caiu 37% em todo mundo, e atualmente cerca de 1,4 bilhão de pessoas não têm acesso a água limpa.

Segundo a Water World Vision, somente o Rio Amazonas e o Congo podem ser qualificados como limpos.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Campos Belos agora tem água doce

Água salobra (popularmente e erroneamente conhecida como "água saloba") é aquela que tem mais sais dissolvidos que a água doce e menos que a água do mar.

Tecnicamente, considera-se água salobra a que possui entre 0,5 e 30 gramas de sal por litro.

A água salobra é típica dos estuários e resulta da mistura da água do rio correspondente com a água do mar.

Também se encontra água salobra de origem fóssil em certos aquíferos associados a rochas salinas.

Bem, a água salobra sempre foi um problema crônico na cidade de Campos Belos.

Há décadas, a população espera por uma solução do governo local e estadual, para levar, às torneiras, água boa para matar a sede, bem como para diversos usos, sem os efeitos pervessos dos sais dissolvidos.

Uma das soluções mais aguardadas era a canalização da água doce do Rio Mosquito, sediado no município, mas distante da cidade cerca de 40 km.

A promessa, feita há mais de 30 anos, nunca foi cumprida.

Mas uma boa notícia, enfim, apareceu.

O Governo do Prefeito Sardinha e o Governo Estadual, por intermédio da Saneago (estatal de água de Goiás) instalaram equipamentos dessalinizadores na estação de captação de água da cidade.

Desde então, Campos Belos conta, em suas torneiras, com água doce, e tem beneficiado toda a população.

Em entrevista exclusiva ao programa radiofônico A Cidade Em Foco, pela RCB AM 1520, do Radialista Hamilton Mendes,o ex- diretor de produção da Saneago,Luiz Humberto Gonçalves Gomes, um dos responsáveis pela realização da obra, garantiu que "ela veio para ficar".

Segundo o Diretor, o processo já foi usado em vários paises, inclusive no oriente médio, e que esta foi uma grande solução para a questão da dureza da água consumida em Campos Belos.

O prefeito Sardinha também comemorou. No site oficial da prefeitura, ele afima que “ o problema histórico de Campos Belos foi resolvido pela administração do prefeito Neudivaldo Xavier de Oliveira Sardinha".

Diz também que numa "parceria com o Governo do Estado, por meio da empresa de Saneamento de Goiás - SANEAGO, através do ex-diretor de produção da empresa, Luiz Humberto Gonçalves Gomes “Betinho” e Rafael José dos Santos, que reivindicou a obra e cobrou das autoridades do Estado para que fosse realizada".

Afirma ainda que "a população comemora um dos maiores benefícios de sua história com o início da operação de uma grande obra da Saneago, para melhoria e redução da dureza da água distribuída aos consumidores”.

E solicita colaboração da população no uso racional da água.

“A Saneago sugere que os reservatórios dos domicílios, comércio, indústria, colégios, hospitais e outros, sejam lavados pelo menos de seis em seis meses para maior garantia de qualidade da água.”

O processo de dessalinização

Dessalinizadores funcionam segundo o princípio da osmose reversa.
Este fenômeno, conhecido dos cientistas desde o fim do século passado, passou a ser aplicado em processos industriais na década de 60.

Desde a década de 80 o emprego de membranas semipermeáveis sintéticas em aplicações industriais passou a se difundir, ampliando o campo de aplicação deste processo.

Isto resulta em contínuas reduções de custo, não só pela maior escala de produção permitida como também pelo crescente conhecimento tecnológico adquirido.

Nos anos recentes, os avanços científicos no campo de indústria de microchips e da biotecnologia provocaram uma demanda por água de elevada pureza.

Por outro lado, a consciência de preservação do meio ambiente da sociedade implica também em tratamentos de rejeitos industriais mais sofisticados e de maior eficiência.

Nestes campos a osmose reversa tem se desenvolvido bastante. A escassez de água potável em muitas regiões do planeta também determina uma demanda por processos de dessalinização seguros e econômicos.

Assim, o processo de dessalinização por osmose reversa tem se difundido, seus custos vem decrescendo e sendo colocado até ao alcance do indivíduo, viabilizando muitos projetos antes impensáveis.

Procuraremos explicar aqui os fundamentos do processo de dessalinização, para atender um amplo público sem conhecimento específico no assunto. Dentro das ciências naturais, a osmose reversa é melhor estudada e compreendida nos cursos de engenharia química e química industrial.

Soluções Salinas

Chama-se de solução salina a dissolução de um sal (soluto) em um líquido (solvente), sendo este líquido normalmente a água.

Se dissolvermos uma colher de sal de cozinha (cloreto de sódio) em um copo d'água pura, teremos uma solução salina de cloreto de sódio.

Se pusermos mais colheres de sal no mesmo copo, a solução ficará mais "salgada", isto é, a concentração do sal ficará maior.

Os diferentes sais existentes na natureza apresentam diferentes capacidades de se dissolver na água.

Existem os que se dissolvem muito pouco ou nada (insolúveis) até os que se dissolvem em grandes quantidades e com facilidade (cloreto de potássio).

Existem ainda substâncias que se dissolvem em água com facilidade, como a sacarose (açúcar), mas resultam em soluções um pouco diferentes das soluções salinas, pois não são soluções eletrolíticas, isto é, não conduzem a corrente elétrica.

As águas salgadas encontradas na natureza têm inúmeros sais nela dissolvidos. A água doce, potável, apresenta pequena quantidade de sal dissolvida, o que possibilita o consumo.

A água dita salobra é a proveniente de poços com uma salinidade bem menor do que a água do mar, mas ainda acima do limite de potabilidade e de uso doméstico. É a famosa água de poço que não faz espuma quando se lava alguma coisa com ela.

Concentração

Os cientistas usam o termo "concentração" para medir e comparar a quantidade de sal de uma determinada solução salina.

A solução pode ser pura ou não, ou seja, apresentar apenas um ou várias tipos de sais dissolvidos.

Normalmente se emprega no estudo da dessalinização a unidade ppm, que significa "parte por milhão", ou seja, quantidade de partes do soluto (sal) dissolvidas em um milhão de partes do solvente (água).

Membrana Semipermeável

Membranas semipermeáveis são membranas existentes na natureza que têm a capacidade de deixar passar somente um líquido (a água), ou solvente, mas não deixam passar sais nela dissolvidos.

Na verdade, o que se verifica é uma propriedade seletiva, isto é, o solvente água passa de um lado para o outro da membrana com muito mais facilidade do que os solutos (sais) existentes.

As paredes das células dos seres vivos são membranas semipermáveis naturais, regulando a passagem de sais e nutrientes para dentro da célula ou para fora dela.

Os cientistas descobriram que existem membranas sintéticas que exibem a mesma propriedade.

Talvez a mais comum delas seja o acetato de celulose, aquele papel transparente que costuma envolver os maços de cigarro.

Com uma folha de acetato de celulose pode-se efetuar uma experiência de osmose, fenômeno descrito a seguir.

Osmose

Osmose é uma palavra adicionada aos nossos dicionários desde o final do século passado.

A palavra vem do grego (osmós) e significa "impulso". Popularmente, os estudantes caracterizam a tentativa de "aprender por osmose" como a prática de andar com um livro debaixo do braço.

A brincadeira conceitua bem o fenômeno: o conhecimento (a essência) seria absorvido, ficando as páginas do livro.

A osmose natural ocorre quando duas soluções salinas de concentrações diferentes encontram-se separadas por uma membrana semipermeável.

Neste caso, a água (solvente) da solução menos concentrada tenderá a passar para o lado da solução de maior salinidade.

Com isto, esta solução mais concentrada, ao receber mais solvente, se dilui, num processo impulsionado por uma grandeza chamada "pressão osmótica", até que as duas soluções atinjam concentrações iguais.

Osmose Reversa

A osmose reversa ocorre quando se aplica uma pressão no lado da solução mais salina ou concentrada, revertendo-se à tendência natural.

Neste caso, a água da solução salina passa para o lado da água pura, ficando retidos os íons dos sais nela dissolvidos.

A pressão a ser aplicada equivale a uma pressão maior do que a pressão osmótica característica da solução.

Membranas Sintéticas

As membranas osmóticas empregadas em dessalinizadores são membranas sintéticas que imitam as membranas naturais.

Existem poucos fabricantes e fornecedores destas membranas, pois se trata de uma tecnologia bastante avançada.

Estas membranas normalmente são fornecidas para os vários fabricantes de dessalinizadores já na sua forma de utilização final, acondicionadas em cilindros de diversas capacidades.

Um fabricante pode, inclusive, utilizar membranas de diferentes fornecedores.

Dessalinizadores

São equipamentos destinados a produzir água potável a partir de água do mar ou salobra, empregando o processo de osmose reversa e membranas osmóticas sintéticas.

As condições de trabalho de um dessalinizador são bastante severas, pois aliam um elemento altamente corrosivo (íon cloreto) a altas pressões (400 a 1200 psi).

São equipamentos de custo relativamente elevado, mas, comparando-se com os custos normais de água encanada, pagam o investimento em 4 a 6 anos.

A diferença, dos vários dessalinizadores disponíveis no mercado é qualidade dos materiais neles empregados, a tecnologia de produção, o grau de automação incorporado, a experiência do fabricante e a disponibilidade de assistência e serviços técnicos.

Com informações do site Universidade da Água