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Mostrando postagens de Agosto, 2008

Para ser potência olímpica precisa-se mais do que atletas

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As olimpíadas de Pequim chegaram ao fim. E se torna exigível que se faça uma comparação entre o desempenho dos atletas do Brasil, o número de medalhas ganhas pelo país e, invariavelmente, os motivos para o considerável desastre nos jogos.

Ainda que restasse esperança de “muitas” medalhas, era de se esperar que, na posição geral, o Brasil não teria substancial alterações em comparação às outras edições dos Jogos Olímpicos.

No ano de 1996, na XXVI edição das Olimpíadas da era moderna, na cidade de Atlanta, nos Estados Unidos, o Brasil teve a sua melhor atuação de todos os tempos. Ganhou um total de 15 medalhas, com três ouros, três pratas e nove bronzes.

Em contrapartida, a grande decepção foi em Sydney, quatro anos depois. Naquela ocasião, o país não saiu do zero, sem nenhum pódio dourado. Foram seis pratas e seis bronzes, para um total de doze medalhas. Na penúltima edição, em 2004, em Atenas, na Grécia, berço antigo dos Jogos Olímpicos, o Brasil se superou nas aquisições de …