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Mostrando postagens de Novembro 4, 2007

Pernambuco em mais um fim de semana violento, com taxas de homicídios comparadas ao Haiti

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Gente, enquanto os gestores fecham os olhos, a matança continua em Pernambuco, particularmente em Recife.

Os números registrados no último fim de semana (prolongado de Finados) foi assustador. Em três dias, da zero-hora da sexta à meia-noite do domingo, foram 47 pessoas assassinadas no estado. Treze apenas na Região Metropolitana do Recife.

Segundo o site especializado em segurança pública, PEbodycount (http://www.pebodycount.com.br/), só hoje (6-11), foram mais 10 mortes. No mês (novembro!!), são 70 assassinatos e no ano, com registro desde 1º de maio, são 2.112 vidas ceifadas.

Nem o Haiti, país que vive uma situação delicadíssima de ordem interna, governo frágil, pobreza generalizada e tudo de ruim em termo de organização social, tem um índice tão alto de homicídios. Agências de notícias chegaram a publicar recentemente que a violência urbana tinha caído no Haiti e que a República Dominicana, país vizinho, já tinha índices de homicídios muito maior.

Principalmente depois da queda de Ci…

No Haiti, gangues dominavam os bairros pobres e populosos

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Até crianças pegavam em armas

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População mergulhada na imundice

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Um país sem idosos

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Um dos grandes reflexos sociais da pobreza hiatiana pode ser comprovado no perfil etário da população. A expectativa de vida no país não ultrapassa aos 49 anos, um dos índices mais baixos do mundo e o pior das Américas.

O índice de 49 anos na expectativa de vida foi atingido pelos Estados Unidos no início do século XX. Só para efeito de comparação, hoje o Japão é o primeiro colocado neste ranking, com 81,6 anos de expectativa de vida. Em seguida vêm Suécia (80,1), Hong Kong (79,9), Islândia (79,8) e Canadá (79,3). O último do ranking é a Zâmbia, com 32,4 anos. Próximos ao Brasil (71,9) estão países como Colômbia (72,2) Suriname (71,1) China (71,0), Paraguai (70,9) e Equador (70,8).

O Haiti tem cerca de 8,5 milhões de habitantes, com quase 4 milhões de crianças e adolescentes. O que impede o povo hatiano de chegar na fase idosa é um emaranhado de problemas. O principal deles é a fome, seguida da falta de saneamento básico, vacinas, antibióticos, cuidados médicos preventivos e eletivos be…

Uma nação sem expectativas

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População é jovem

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Haiti: um país onde ratos ainda comem gente

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A pobreza generalizada do Haiti, com seus reflexos em todos os setores (econômicos, sociais, culturais) castiga impiedosamente a população.
A falta de saneamento básico, vacinas, antibióticos, cuidados médicos preventivos e recuperadores gera situações inusitadas e inadmissíveis para a humanidade, que sonha e se encanta com as tecnologias digitais e com a “riqueza” da globalização econômica.

A foto, chocante e desumana, é uma prova cabal e retrato do Haiti. A mãe, descuidada, deixou a filhinha deitada no chão de sua residência em Cité Militaire, um bairro populoso e pobre da capital Porto Príncipe. A garota, deficiente e desnutrida, foi literalmente comida por ratos, peste que domina o subterrâneo da capital. Foi socorrida a tempo e atendida num posto médico da ONU.

Mais de cem soldados da força da ONU no Haiti são afastados por abuso sexual

Segundo a agência de notícias AFP, em Nova York, Cento e oito soldados do Sri Lanka, pertencentes à força das Nações Unidas mobilizada no Haiti, serão repatriados por comprar serviços sexuais, inclusive de menores, anunciou quinta-feira (1 de novembro) a porta-voz da ONU, Michele Montas.

Estes integrantes do contingente da Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti (Minustah), "serão repatriados sábado como medida disciplinar", declarou Montas à imprensa.
Ela informou que a decisão foi tomada depois "de informações relacionadas a casos de exploração sexual e de abusos cometidos por membros de um batalhão do Sri-Lanka em vários pontos do Haiti".

Montas precisou que algumas mulheres haitianas envolvidas no escândalo eram menores de idade.