quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

IF Goiano prorroga inscrições do Concurso Público para cargos Técnico-Administrativos



Estão prorrogadas até o dia 21 de fevereiro de 2019, as inscrições para o Concurso Público do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Goiano (IF Goiano), que visa o provimento de vagas em cargos técnico-administrativos.

As inscrições devem ser efetuadas pelo site www.cs.ufg.br, com o recolhimento das taxas nos valores de R$ 60,00, R$ 80,00 ou R$ 120,00, de acordo com a vaga pretendida.

Este Concurso Público passa agora a ofertar 29 oportunidades para profissionais de nível médio e superior especificamente nas funções de: 

Administrador (1); Assistente de Alunos (1); 

Assistente em Administração (3); Bibliotecário-Documentalista (1); Economista (1); Pedagogo (1); 

Técnico de Laboratório/ Área: Agropecuária (1); Técnico de Laboratório/ Área: Análises Clínicas (1); Técnico de Laboratório/ Área: Informática (1); 

Técnico de Laboratório/ Área: Química (1); Técnico de Tecnologia da Informação (2); Técnico de Tecnologia da Informação (1); Técnico em Agropecuária (1); Técnico em Assuntos Educacionais (7); 

Técnico em Contabilidade (1); Tecnólogo/ Área: Gestão Pública (2); Tecnólogo/ Área: Produção Audiovisual (1); Tecnólogo/ Área: Secretariado (1); Tradutor e Intérprete de Linguagem de Sinais (1).

Os servidores irão atuar nos Campi: Campos Belos, Iporá, Morrinhos, Posse, Rio Verde e Urutaí, além dos campus avançados de Cristalina e Ipameri, em jornada de 40h semanais com remuneração variável de R$ 2.446,96 a R$ 4.180,66.

A classificação é obtida por meio da realização de constará de Prova Objetiva, prevista para o dia 05 de maio de 2019. 

Esta avaliação é composta de 50 questões sobre temas de Língua Portuguesa, Matemática, Informática e Conhecimentos Específicos. 

Este certame válido por um ano, pode ser prorrogado por igual período. Para mais informações acesse os editais completos em nosso site.

Entrudo de Arraias (TO): "Água fria, é fato! água gelada, é fake"




Por Joaquim Francisco B Rezende,

Voltando o olhar para a nossa história, para o entrudo e buscando preservar a memória desta tradição, que remonta aos atos fundacionais da cidade, um observador atento, dirá: - Isso não é o nosso carnaval!

Inovações são bem-vindas, desde que não descaracterize ou suprima o essencial, o diferente, o único.

Crescemos correndo ladeiras abaixo, subindo goiabeiras, mais para colher os frutos ou fugir da “taca dos pais”, do que na esperança de ver Jesus. 

A ansiedade, hoje “frisson”, aumentava às vésperas do carnaval. Produzíamos fantasias para as matinês e bailes no Clube Social Arraiano; preparávamos potes, botijas e baldes para o entrudo e saíamos juntos. Todos juntos pelas ruas da cidade. Muitas vezes abraçados. Alegres. Felizes!

Como já disse em um outro texto, estar em Arraias no carnaval é reenergizar o coração e a mente para os dias futuros. É agasalhar-nos nos braços da família, dos muitos amigos. 

É deixar-nos inebriar pela brisa mansa e o vento molhado. 

Sim, é isso mesmo! “Joga, joga água...” e lá vamos nós pelas tortuosas e plangentes ruas arraianas, que em cada canto evoca uma lembrança, às vezes pueril, às vezes lancinante, às vezes de saudade, às vezes de dor, de amor.

Como não nos embebedarmos com as marchinhas carnavalescas e a cerveja gelada que sempre aparece no seu copo? 

Como não desfrutar da alegre brincadeira com tantos velhos amigos novos? Cantando, desafinando ou não, tentando acompanhar a sanfona de Dos Anjos e seus sucessores.

Antes da água fria nos alcançar, por vezes, buscávamos os mais inusitados esconderijos: os cômodos mais escuros da casa, depósitos (as despensas), quintais e os tradicionais abrigos: debaixo da cama ou dentro dos guarda-roupas. 

Unânimes, porém, eram os relatos: “Ah! Dá um frio na barriga quando escuto ao longe os gritos do povo: Maria, Maria, o que dói é água fria! Aí, tenho que esconder-me. ”

Ainda hoje ressoam as vozes de Dr. Magalhães, Efraim, Tia Neirinha, Tia Enith, Josino de Abreu, Chico Pontes, Maurílio Santana, para citar alguns... Maria, Maria, o que dói é água fria!

A animação contagiava, como contagia hoje, a todos. E o que refrescava a alma, reenergizava o corpo, fazia as pazes entre os inimigos políticos e desavenças familiares, era a água fria do entrudo despejada sobre cada um de nós, num rito observado e respeitado por todos. Homem molha mulher, mulher molha homem, criança molha criança. Senão, é “chibungagem”!

No ritual do meu sertão, após capturar quem vai ter o privilégio de ser molhado, vencida as resistências, despejava-se

de-va-ga-ri-nho a água fria. Primeiro, os cabelos. Depois é preciso “fofar”, para que a água fria chegue lentamente e molhe a “distribuição”. 

O processo inteiro realizado num respeitoso movimento, sem excessos, ou como dizemos, sem “saliências”; com vozes entoando as machinhas celebrando a vida.

Perceberam?

Em nenhum momento deste relato referi-me a água gelada. Sabe por quê? PORQUE ÁGUA FRIA NÃO É ÁGUA GELADA. 

Aquela, resfolega o ânimo, traz uma semente de bem querer, parece pavimentar as condições para sobrevivermos até o próximo carnaval. 

A água gelada mata. Faz-nos retesar o corpo, “fechar a natureza”. Mesmo que por instantes, faz-nos soltar palavrões e xingamentos, porque a água gelada não faz parte da nossa história. Não se constrói, não se faz história boa excluindo, criando uma sensação de algo ruim e agressivo.

O que nos encantou e aos nossos ancestrais, que nos fez subir e descer ladeiras atrás do sanfoneiro, juntando o pessoal da ARENA e do MDB, cantando “Olha o vendedor de alho”; “Dói, dói”, “Carnaval chegou”, foi a água fria revigorante.
Porque o “dia já vem raiando”, vamos atrás do sanfoneiro, triângulo e zabumba, como cantores privilegiados homenageando “mulher chorona”, “morena tropicana”, passeando pelas nossas familiares ladeiras e esquinas “acordando Marias bonitas” até chegar o momento ... “quem parte leva, saudade de alguém...”.

Uma ressalva é importante, ainda: ao afirmarmos que “cada arraiano é um folião” e conclamarmos “joga, joga água...”, estamos categoricamente dizendo, despeje água fria. 

O molhar é um ato de respeito e reverência ao outro, de demonstração de carinho e privilégio. Jogar ou arremessar a água é agressivo. Agride e pode machucar. Irrita. Causa danos. Ah, os ouvidos.... Quem age assim, desrespeita a Tradição, fere a história.

Arraiano, dê uma paradinha para molhar, inclusive a garganta, resfolegar. Ninguém é de ferro. 

 Lembre-se que temos muitas ladeiras. Mais ladeiras. Mais esquina. Mais chuva. Mais água. Muita água boa. Água fria. 

Não deixe a nossa história sair pelo ralo...
Água fria, é fato! Água gelada, é fake!




Estudante de medicina morre em cachoeira na Chapada dos Veadeiros


Um turista do Rio de Janeiro morreu afogado no Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros na tarde desta quarta-feira (20/2), após escorregar em uma pedra e cair dentro de um poço de água, conhecido na região como “ralo”.

A vítima, Daniel Chagas Dalpian, 22 anos, era estudante de medicina e, segundo relatos de amigos do rapaz, ele submergiu em um bolsão d’água, na cachoeira Carioquinhas (foto em destaque), e não retornou à superfície.

A cidade de Alto Paraíso (GO), onde fica o parque nacional, não possui batalhão do Corpo de Bombeiros. O município mais próximo com serviço de atendimento é Planaltina de Goiás, de onde saiu o socorro para a realização das buscas.

Segundo o diretor do parque, Fernando Tatagiba, os socorristas enviados para proceder com as buscas pelo corpo têm ampla experiência em resgates aquáticos e conhecem bem a região da Chapada.

Quatro bombeiros e funcionários do parque foram até o local para avaliar as possibilidades de resgatar o corpo ainda nesta quarta (20), mas logo anoiteceu e as condições do tempo estavam desfavoráveis.

“O nível do rio está muito alto, choveu bastante e as pedras estão muito escorregadias. A equipe voltou agora, no começo da noite, porque era impossível fazer resgate hoje. Amanhã, no nascer do sol, as buscas serão retomadas”, explica Tatagiba.

Fonte: Metrópoles

Deserto de Notícias: Sem imprensa local, moradores de Cidade Ocidental buscam se informar pelo WhatsApp e Facebook


Por Elvira Lobato, do Observatório da Imprensa

Cidade Ocidental é um município goiano do entorno de Brasília. Sua prefeitura está a menos de 50 quilômetros da Esplanada dos Ministérios. 

Mas uma distância abissal separa a cidade dormitório de 70 mil habitantes da capital do país: uma é o epicentro do poder e vive 24 horas por dia sob o foco da imprensa. A outra é um deserto de notícias.

Não há jornais impressos com periodicidade regular, emissoras de rádio ou televisão em Cidade Ocidental. 

A propósito, segundo a definição do Atlas da Notícia, um deserto de notícias é um município sem cobertura jornalística local regular. No caso de jornais impressos, para não ser um deserto noticioso, o município precisa ter um veículo que publique regularmente pelo menos quinzenalmente.

Nem as rádios comunitárias — distribuídas gratuitamente pelo governo federal, que poderiam preencher esta lacuna — sobrevivem em Cidade Ocidental. 

O município teve uma em 2012, mas como ela interferia na frequência de uma emissora comercial de Luziânia (município vizinho), acabou multada e desativada. O presidente da associação que recebeu a outorga mudou-se de lá e não houve interesse em renovar a licença.

Proprietária de uma banca de jornais no centro de Cidade Ocidental, Maria Joana Gomes, de 59 anos, lamenta não ter um jornal diário local para oferecer à clientela. 

“Os que eu vendo não trazem informações locais”, diz, apontando para os três títulos em exibição em sua banca: Correio Braziliense, Aqui DF e Toda Hora. O terceiro, explicou, chegou ao mercado em dezembro de 2018.

Maria Joana diz que os meios de informação mais usados pela população são o WhatApp, o Facebook e o boca-a-boca. 

“Fico sabendo das novidades pelos conhecidos que param na minha banca para uma conversinha. Sei mais sobre o que acontece em Brasília e em Goiânia do que sobre minha própria cidade,” diz. “Esta é uma terra de ninguém. Não existe imprensa independente que fiscalize a Prefeitura e a Câmara dos Vereadores.”

“O vazio de informação qualificada é gritante. Não sei se há desinteresse de investidores em comunicação ou da população, porque a maioria passa os dias em Brasília e só está aqui à noite e finais de semana,” resume a promotora Marizza Fabiani Maggioli. “As notícias veiculadas nas redes sociais se resumem a fofocas, ou são apurações equivocadas ou imaturas, sem investigação e com pré-julgamentos.”

O Grito

Há um jornal impresso gratuito na cidade chamado “O Grito” com tiragem de 3 mil a 5 mil exemplares. Segundo seu proprietário, Divino Alves, o jornal circulou mensalmente no último ano, mas houve períodos em que foi quinzenal e outros em que foi bimestral.

Em entrevista ao Observatório da Imprensa, Alves se declarou aliado do prefeito Fábio Correa, eleito pelo PRTB e que migrou posteriormente para o PSDB. 

Segundo Alves , os anúncios da prefeitura bancam seus custos de edição. Mas lamentou que a dependência financeira em relação ao poder público o impeça de cumprir um dos pilares do jornalismo — a imparcialidade:

“A dificuldade de se fazer um jornal sem recursos próprios é ficar preso à prefeitura,” diz. Se você é da situação, não pode mostrar o lado ruim do governo, porque te cortam logo. Querendo ou não você fica preso.”

A teia do WhatsApp

A página Radar Ocidental, no Facebook, é apontada pelos moradores como a principal fonte de notícias da cidade. Criada em 2017 pelo amazonense Wendel Gomes, tem 48.903 seguidores (70% da população), além de cinco grupos no WhatsApp que somam 1.280 participantes. 

Ela se mantém com publicidade dos pequenos comerciantes locais. Wendel afirma fazer oposição ao prefeito e diz que não recebe recursos da prefeitura, nem da Câmara Municipal.

Wendel, assim como Divino, não faz cobertura imparcial dos fatos. Nossa reportagem o acompanhou em uma apuração sobre buraco nas ruas. 

A matéria surgiu de uma reclamação recebida pelo WhatsApp. Wendel foi ao local, entrevistou e filmou moradores com seu celular, e colocou a notícia na internet sem ouvir a prefeitura. Questionado, respondeu que a prefeitura não o atende, por considerá-lo de oposição.

“O Radar se diz neutro, mas só ouve quem é de oposição e não publica a versão da prefeitura sobre os fatos,” retrucou o secretário de Comunicação do município, Marcos Wilson dos Santos.

Wendel tem seguidores em todas as faixas da população e entre os comerciantes que usam a página para divulgar suas promoções. 

“Acompanho o Radar pelo celular, com o wi-fi do vizinho que liberou a senha para mim,” diz a dona de casa Eva Dias, de 38 anos. Ela mora com cinco dos seis filhos no conjunto habitacional de baixa renda chamado Casinhas. 

Nascida no Tocantins, desempregada e com três crianças pequenas, sustenta os filhos com R$ 250 mensais que recebe do Bolsa Família e com ajuda do filho copeiro em Brasília. Para ela, Cidade Ocidental é “uma terra esquecida” por Goiás e pelo Distrito Federal.

Na ausência da imprensa local, a população usa as redes sociais para compartilhar notícias, reclamar das falhas nos serviços públicos, cobrar providências da prefeitura, organizar protestos e festas comunitárias. Os grupos proliferam também na área rural do município. 

“ABC no Ar” é um grupo do WhatsApp com 23.848 participantes no distrito ABC, já na divisa com o Distrito Federal. Na primeira semana de fevereiro de 2018, houve um protesto contra a suspensão do transporte público escolar dos alunos do ensino médio, organizado pelos integrantes do grupo. 

Segundo os moradores, a prefeitura de Cidade Ocidental suspendeu o ônibus escolar porque o estado de Goiás não lhe repassou a verba. O custeio do ensino médio é de responsabilidade dos Estados.

O pernambucano Norberto Oliveira Gonzaga, de 57, técnico em reparo de fogões, e o maranhense Nivaldo Júnior, de 42 anos, segurança em uma empresa privada, passam o dia com o olho grudado no celular. Ambos moram no centro de Cidade Ocidental e são ativos nas redes sociais. 

Nivaldo participa de quatro grupos: de amigos do bairro, da igreja, da empresa em que trabalha e de um outro mais amplo, que reúne seguranças privados de vários municípios do entorno de Brasília. Ele calcula possuir quase 800 amigos nas redes sociais.

Norberto integra um grupo de 180 pessoas no WhatsApp. Sua família deixou o Nordeste quando ainda era menino e se instalou no Gama, na periferia do Distrito Federal. 

Quando surgiu oportunidade de comprar uma casa em um conjunto habitacional lançado pela Construtora Ocidental, nos anos oitenta, a família não hesitou. Milhares de outras famílias de pedreiros, garçons, copeiros, empregadas domésticas se agarraram àquela oportunidade que deu origem a Cidade Ocidental. Já Nivaldo mudou-se para lá no final dos anos 90. Os dois se julgam mal informados sobre o que acontece na cidade.

Para o instalador de TV a cabo Hugo Santos, de 35 anos, falta informação sobre as condições de segurança. “Não tenho como saber se uma rua é perigosa ou não,” diz. “Minha impressão é de que a violência diminuiu, porque ouço menos reclamações sobre assaltos. Mas é apenas intuitivo.” 

A mineira Consuelo Resende Viana diz que na falta de informações sobre violência, deixou de sair de casa depois das 18 horas. “Vivo completamente isolada. Todos vivem assim aqui,” queixa-se.

Propaganda oficial

O WhatsApp também é usado pela prefeitura para enviar releases e vídeos institucionais à população. Um exemplo são as transmissões da Hora Cívica instituída pelo prefeito, realizada às segundas-feiras em frente à prefeitura, com a presença dos secretários e banda de música, quando ele anuncia os atos programados para a semana. 

Os eventos são gravados e transmitidos a grupos “disseminadores de conteúdo”: lideranças comunitárias, professores da rede pública e simpatizantes políticos, que repassam as mensagens a outros grupos.

Fernando Adriano, de 41 anos, é um dos “disseminadores de conteúdo” da prefeitura. Funcionário municipal, ele administra um espaço comunitário usado para festas e reuniões dos moradores dos conjuntos habitacionais Parque Jardim Nápolis, com 5 mil famílias, Parque Araguari, com 4 mil famílias, e do conjunto Casinhas, de 500 famílias de baixa renda. Ao lado do espaço público há uma creche inacabada.

O administrador repassa as mensagens da prefeitura a quatro outros grupos: dos moradores do Parque Nápolis, dos fiéis da Igreja São José, que fica no bairro, dos funcionários da Secretaria de Infraestrutura e dos moradores do conjunto habitacional de Casinhas, ao lado da igreja. Só ele repassa o material da prefeitura a cerca de 500 pessoas.

Além do material para o WhatsApp, a prefeitura produz oito publicações impressas por ano, que são distribuídas em vias públicas. Em dezembro de 2018, saiu uma edição especial de 12 páginas sobre “conquistas” na educação, segurança, infraestrutura, assistência social, saúde, trabalho, meio ambiente em transparência. 

Segundo o folheto, o município é o segundo colocado no ranking da transparência do estado de Goiás. Mas como Cidade Ocidental é um deserto de notícias, esta informação, entre tantas outras, segue sem o escrutínio jornalístico.

** Elvira Lobato é jornalista.

Fonte: Observatório da Imprensa 

Campos Belos (GO): cerimônia de premiação dos "Melhores do Ano", de 2018, vai ocorrer em 30 de março

Imagem de arquivo 
O Rotary Club de Campos Belos já marcou a data da cerimônia de premiação dos Melhores do Ano 2018. 

 A grande festa ocorrerá no próximo dia 30 de março, sábado, a partir das 21.

A festa, open bar e open food, ocorre tradicionalmente uma vez ao ano e é um momento de celebração às melhores empresas, empresários e profissionais liberais eleitos por meio de votação espontânea pela comunidade. 

A partir da próxima semana os nossos consultores iniciarão as visitas aos vencedores. Nesta edição, forma 2.313 votos na pesquisa eletrônica. 

Destes, desconsiderando-se os votos duplicados e CPF´s inválidos, foram computados e validados 1.862 votos, um recorde absoluto da população campos-belense.

Saiba mais sobre o Melhores do Ano

O Melhores do Ano é um evento organizado pelo Rotary Club e Casa da Amizade de Campos Belos.

1) Quem elege os melhores do ano?

A escolha é feita por meio de votação espontânea. O Rotary Club de Campos Belos apenas torna público e homenageia a empresa ou empresário mais bem votado junto à população.

2) O que preciso fazer para participar da premiação?

Após a realização da apuração, os associados representativos realizam visitas aos vencedores. 

Para participar do evento, a empresa mais votada paga uma taxa de participação. 

Essa taxa é utilizada para custear os gastos com a realização do evento de gala, a publicidade para os premiados (divulgação nas redes sociais, carro de som, site e rádios locais) e subsidiar projetos desenvolvidos pelo Rotary Club de Campos Belos.

3) E se a empresa vencedora não quiser participar da premiação?

Quando a empresa mais votada em sua categoria decide não participar da cerimônia de premiação não existe premiação para aquela categoria durante o evento. 

O segundo mais votado não é convidado para participar, afinal, apenas os mais votados participam da cerimônia

Folia ou natureza? Confira algumas opções para curtir o período de carnaval no Tocantins





O carnaval está chegando e, nesse clima de empolgação, o público sempre busca opções divertidas para aproveitar o feriado. Não é preciso ir muito longe para conseguir isso, já que em território tocantinense a variedade de celebrações é grande.

Confira abaixo algumas opções de como curtir o carnaval no estado.

Carnaval do Entrudo

Em Arraias, sudeste do estado, o exagero e a alegria tomam conta do carnaval ao som do ritmo do Entrudo. A festa é tradicional e vem desde o Império, tendo como estrela da festa a água, muita água.

Durante os quatro dias, os foliões saem às ruas da cidade molhando quem encontrar pela frente. A brincadeira é acompanhada por tocadores de sanfona e zabumba, entoando antigas marchinhas. Todos entram no clima do molha-molha.

Outra cidade que também preserva a tradição do Entrudo é Dianópolis, também na região sudeste do estado.

Bonecos Gigantes e Tambores


Uma tradição local do distrito de Taquaruçu, em Palmas, é realizar no carnaval o desfile de bonecos gigantes, com shows e festas embaladas por marchinhas. A festa também acontece em Porto Nacional, localizada na região central do estado.

Atrações tradicionais como o desenterro da Buiuna (Cobra grande, presente nos contos populares) e os Tambores do Tocantins estão na programação das festas de momo em Porto.

Carnaval Mistura de Ritmos

No interior do Tocantins, o carnaval de rua mistura ritmos, formatos e reúne multidões. Dentre as cidades com o carnaval de rua mais tradicional do estado estão Gurupi, Porto Nacional, Pedro Afonso, Araguatins, Araguaína e Palmas.

Em Gurupi (214km de Palmas), o carnaval acontecerá de 1º e 5 de março e o circuito da folia será na Avenida Pará. 

A festa contará com a participação de diversos cantores locais e do cenário nacional como Cleber e Cauan, Guilherme e Santiago, Banda Babado Novo e o grupo Forró do Muído.

No carnaval de Pedro Afonso, que fica a 3h 30min de Palmas, a folia será embalada Israel e Rodolfo, Lauana Prado, Alex Maxx entre outros artistas do cenário nacional e local. 

A festa começará dia 1º e seguirá até o dia 3 de março. A programação também contará com matinês e a apresentação tradicional do Bloco das Quengas, que percorrerá as principais ruas da cidade com muita alegria e irreverência.

O carnaval de Araguaína, norte do estado, terá quatro dias de programação na Avenida Via Lago. A festa será aberta a todo o público, nos dias 2 a 5 de março, sempre a partir das 17 horas. 

Duas atrações já foram confirmadas para a festa: a Banda Swing do Negão e a dupla Felipe e Mateus. A festa terá uma programação especial para as crianças, na tarde do domingo, 3.

Em Araguatins, localizada no extremo norte do estado, o carnaval será realizado por uma empresa privada entre os dias 1º e 5 de março. 

A agitação dos cinco dias ficará por conta de bandas locais e do cenário nacional. A estrutura contará com camarotes e vendas de abadás.

Durante os dias 1º a 5 de março, no Espaço Cultural Beira Rio, em Porto Nacional, os foliões poderão se divertir ao som de nomes locais e nacionais da música brasileira. Ritmos como sertanejo, pagode e forró embalarão o público em mais um ano de festa. Mais detalhes e programação completa podem ser conferidos aqui.

Na Capital, além do evento organizado pelo município, os palmenses contarão também com a opção do Palmas Folia que será realizado por uma empresa privada, entre os dias 2 e 5 de março.

Carnaval da Fé


A 5ª edição do festival Palmas Capital da Fé será realizada entre 1º a 5 de março e reunirá artistas do cenário regional e nacional da música gospel e católica, como o padre Fábio de Melo e as cantoras evangélicas Aline Barros e Damares. 

O evento acontecerá na área ao lado do Estádio Nilton Santos, na região sul da cidade.

Carnaval na natureza

Para quem quer algo mais tranquilo no feriado, uma das opções é passear por belezas naturais do Tocantins. Entre as sugestões estão o Jalapão, a região das Serras Gerais e as praias e lagos do Cantão.

No Jalapão, a região encanta por suas águas abundantes, chapadões e serras com clima de savana, além da paisagem de cerrado, com direito a dunas alaranjadas, rios encachoeirados, nascentes e impressionantes formações rochosas. 

A maioria dos atrativos está localizada nas cidades de Mateiros, Novo Acordo, Ponte Alta do Tocantins e São Félix do Tocantins.

Já a região das Serras Gerais está localizada entre os municípios de Aurora do Tocantins e Taguatinga (sudeste do estado) e faz parte da maior cadeia de serras do Brasil. Além das maravilhas naturais, guardam tradições, arquitetura colonial, história e cultura.

Quem procura turismo de aventura, ecoturismo e observação da fauna e flora pode visitar também a região do Cantão que abriga rios, florestas e uma rica biodiversidade, guardando imensas riquezas naturais. 

A região, que compreende os municípios de Araguacema, Caseara, Lagoa da Confusão e Pium, tem características singulares por ser área de transição entre os maiores ecossistemas brasileiros: a Amazônica e o Cerrado.C

Com informações da Secom/Tocantins.

Buracos no setor Bem Bom, em Campos Belos



Por Dany Cruz, 

"Atenção Sr Prefeito Eduardo Terra.

peço para dar uma passadinha aqui na última rua do St Bem Bom, Rua 18 que Liga com Avenida Goiás.

Tem mais de semana que se encontra nessa situação. Estamos quase ficando insolados, sem poder sair de casa, pois temos um portão na Frente e tá dando trabalho pra sair e entrar com o carro.

 Por Gentileza, Pedimos Socorro e com urgência." 

terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

Itafós diz que barragem em Arraias (TO) usa alteamento mais seguro e que cumpre TAC com MPF


Responsável pela barragem em Arraias que preocupa a comunidade da região, a Itafós Mineração deu retorno ao CT para esclarecer a atuação. 

Recentemente a Agência Nacional de Mineração (ANM) elevou o dano potencial associado (DPA) do empreendimento para alto após constatar “existência de pessoas permanentes na área de possível impacto em caso de sinistro”. 

Apesar disto, o órgão fiscalizador reforça que a categoria de risco (CRI) da estrutura continua baixo. Ou seja, a possibilidade de desastre é considerado pequena pela ANM, mas caso ocorra, o impacto pode ser considerável.

Na nota de esclarecimento, a Itafós relata que o sistema de alteamento que realiza na barragem é diferente do que era utilizado pelos empreendimentos em Mariana e Brumadinho. 

Nas cidades mineiras o modelo utilizado era a montante, onde a estrutura é erguida por degraus que ficam sobre os rejeitos de minério. É a forma mais barata e menos segura, argumentam. 

Em Arraias o alteamento é feito a jusante, onde a barreira cresce para a direção corrente dos resíduos, assim a estrutura não fica acima deles. A empresa garante que o sistema é o mais seguro.

A Itafós ainda garante estar devidamente cadastrada e licenciada pelos órgãos de fiscalização e controle e confirma que a última fiscalização na barragem aconteceu em novembro do ano passado, como relatou a ANM. 

A empresa acrescenta que já adota medidas para reforçar a segurança, citando melhorias na estrada de acesso, na sinalização e execução planejada do alteamento da barragem de rejeitos, obedecendo recomendações da legislação. 

O Plano de Ação de Emergência para Barragens de Mineração (PAEBM) também foi devidamente apresentado aos órgãos de controle, avisa.

Para além das medidas de estrutura, a empresa ainda afirma que que realizou ações que “proporcionaram melhoras significativas na qualidade da água na barragem de rejeitos”, o que também está previsto em Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) entre Itafós Mineração e Instituto Natureza do Tocantins mediado pelo Ministério Público Federal (MPF). 

“Ações elencadas no TAC estão em execução, além de novas medidas que estão sendo implementadas para garantir o atendimento aos parâmetros de qualidade previstos no estudo de impacto ambiental da Itafós”, garante.

“A Itafós tem buscado incessantemente cumprir com todas as determinações, as quais são regras básicas e inerentes às atividades empreendidas na região. 

No entanto, a preocupação vai além, engloba a busca contínua pelo desenvolvimento sustentável da região onde atua, das pessoas, do meio ambiente e da segurança”, encerra a empresa.

Fonte: Cleber Toledo

Alto Paraíso (GO): Pai procura por filho desaparecido desde o último dia 12


Nem mesmo o cansaço da busca incessante fez com que Tenisson Oliveira Boa Sorte, 47 anos, deixasse de estar à frente da procura pelo filho. 

Jerônimo Amorim Oliveira, de 19 anos, foi visto pela última vez na terça-feira passada (12), ao sair para pedalar no Lago Oeste, em Sobradinho II, e desde então não fez nenhum contato com a família. 

Na tentativa de finalmente encontrá-lo, o pai deixou o conforto do lar para tentar sentir na pele o que pode estar se passando com o jovem nas ruas.

O último dia do rapaz com a família foi marcado por um desabafo. Jerônimo disse ao pai que estava com depressão e queria ajuda. 

“Ele se sentou ao meu lado e começou a chorar. Perguntei o que estava acontecendo e ele disse ‘ah, pai, nossa família’. Conversei, disse que temos uma vida boa e que não faltava nada”, conta o empreiteiro de obras Tenisson Oliveira.

A conversa caminhou para o vício recente do garoto: o cigarro. “Ele me disse que queria parar. Aconselhei para diminuir aos poucos, porque sei que de uma vez ele poderia estranhar”, lembra. 

Depois, Jerônimo voltou a falar da depressão. “Disse que precisava de uma razão para viver. 

Então comecei a falar os motivos da vida, disse que ele tinha uma moto, lembrei do sonho que ele tinha em construir uma casa em um contêiner, falei para ele trabalhar para comprar a casa, para ocupar a cabeça”, completa o pai.

Aparentemente acalmado pela conversa com o pai, o jovem decidiu andar de bicicleta, nas proximidades de casa. Eram por volta das 16h30 quando Jerônimo saiu da Rua 2 do Lago Oeste.

Dias e noites

Quando sentiu a falta do filho, Tenisson fez questão de estar à frente das buscas. Em seis dias de procura, o empreiteiro perdeu a noção de data e de horário. Quando conversou com a reportagem, perguntou que dia era ontem.

Tenisson relembra o momento em que se deu conta de que algo de ruim poderia ter acontecido. “Comecei a me preocupar quando meu outro filho chegou da rua. Ele me contou que Jerônimo disse que o amava antes de sair. Nós dois entramos em desespero”, afirma.

No dia seguinte, o pai começou a procurar o rapaz no Parque Nacional de Brasília. “Ele dizia que tinha vontade de conhecer a barragem (de Santa Maria). Entrei no parque e andei de lá para cá. 

Amigos meus também me ajudaram. Só que comecei a ficar apavorado. Ele estava de short, camisa fina e sandália de dedo. Não ia dar conta de ficar na mata só assim”, analisa.

Por conhecer os gostos do filho, na última quinta-feira (14), o empreiteiro foi a Alto Paraíso (GO). Espalhou cartazes com fotos, pediu informações e ganhou a ajuda da Polícia Militar de Goiás. “Quando cheguei de Alto Paraíso estava angustiado. Algo me dizia que ele ainda estava no Parque Nacional. Conseguimos um helicóptero, mas não vimos nada”, relata.

A primeira pista do desaparecido surgiu perto de casa: um rapaz encontrou a bicicleta de Jerônimo em uma rua do Lago Oeste. Estava deitada ao chão, próximo à cerca do Parque Nacional. 

Dessa vez, o pai conseguiu drones para fazer as buscas e ainda contou com a ajuda dos cães farejadores do Corpo de Bombeiros. Mas Tenisson seguia sem respostas.

Na sexta-feira (15), ele resolveu entrar novamente na mata. “Entrei às 6h e fui sair à meia-noite. Andei muito. Gritava. Estava certo de que ia dormir lá. Queria saber o que meu filho teria que passar para sobreviver dentro da mata, qual era o ambiente que ele ia enfrentar. Foi quando recebi uma notícia de que alguém o viu no Plano Piloto”, acrescenta o empreiteiro.

Desde então, o homem perambula pelas quadras. “Consegui uma informação de que ele tinha comprado um pão de queijo. Uma atendente o reconheceu. Só que estou ainda mais preocupado. 

Acho que ele está fugindo da gente”, lamenta. “O Plano Piloto é muito ruim. Aqui tem muita droga, crack. Estou todo descaracterizado, sento ao lado de mendigos para saber alguma informação”, completa.

Tenisson se mostra forte. Ao JBr., disse que só vai parar quando encontrar o filho. “Estou me segurando nos amigos. Nunca vi tanta gente se unir. Acho que tenho um milhão de amigos”, afirma, emocionado. “Só peço a Deus para devolvê-lo vivo. Minha preocupação é de ele estar com a cabeça fraca e se envolver nesse meio de droga. Mas eu o quero vivo. Machucado ou drogado, eu quero meu filho. No dia que eu encontrá-lo, vou fazer uma festa”, desabafa.

Média de seis casos por dia no DF

Com as redes sociais, a impressão é de que as estatísticas de desaparecimento engrossam a cada ano – a todo instante surgem publicações com fotos de alguém procurado. Mas os números indicam que essa é apenas uma sensação. Segundo a Secretaria de Segurança Pública, em 2017 a capital registrou 2.657 mil casos de pessoas sumidas, enquanto em 2018 esse número foi de 2.410 – 9,2% a menos. Ainda assim, a média é alta: no ano passado, por dia, foram ao menos seis desaparecidos.

Leandro Ritt, delegado-chefe da Delegacia de Repressão a Sequestros (DRS), alerta que o registro de boletim de ocorrência deve ser feito imediatamente. “Nessas situações, muitas pessoas acham que precisam esperar 24 horas. Não precisa. O registro tem que ser imediato, a partir da constatação do desaparecimento”, alega. Para isso, não é preciso buscar nenhuma delegacia especializada – a mais próxima de casa basta.

Família

Conforme Ritt, a ajuda da família é importante. “Porque, na maioria dos casos, os desaparecidos retornam ao lar depois de alguns dias. Normalmente são casos de problemas pessoais, drogas, psiquiátricos”, aponta.

A divulgação na internet, inclusive, pode ajudar na localização. “Nesses casos, redes sociais ajudam bastante. Quando o desaparecimento envolve um crime, a autoridade policial pode até pedir para não divulgar. Mas é importante saber que cada caso é um caso e que tem que ser analisado junto com o agente responsável pela investigação”, acrescenta o delegado.

AJUDE


O desaparecimento do jovem está sendo investigado pela 35ª Delegacia de Polícia (Sobradinho II). Jerônimo Amorim Oliveira saiu de short, camisa e chinelo. Segundo a família, ele tem 70 kg, 1,80 m, cabelo liso, olhos castanhos e tem uma barba rala. Quem tiver qualquer informação pode ligar nos telefones: (61) 9.9987-5996 ou 9.9999-7653.


Fonte: Jornal de Brasília

Juiz de Campos Belos (GO) abre seleção de assistente para a Comarca


O juiz da comarca de Campos Belos, Fernando Marney Oliveira de Carvalho, informa que está aberta seleção para o preenchimento de vaga de assistente de juiz. 


Os interessados devem encaminhar currículo para o e-mail dalima@tjgo.jus.br, até sexta-feira (22). 

O método tem sido utilizado por diversos magistrados do Tribunal de Justiça de Goiás para a escolha de assessores.

A exigência para o processo seletivo é de que o candidato seja bacharel em Direito. A seleção é para um cargo comissionado, portanto não é concurso público.

Garantido transporte para estudantes do IF-Goiano, em Campos Belos (GO)




Na manhã da última segunda-feira (18), o prefeito de Campos Belos, Eduardo Terra, esteve reunido com pais e com o diretor do IF Goiano, Fabiano Arantes.

A pauta foi o transporte para os estudantes daquela instituição de ensino federal, inclusive aqueles integrantes do período integral.

Entendendo a necessidade da demanda, juntamente com a secretaria de Infraestrutura, a prefeitura disponibilizou veículos para o transporte dos alunos até o novo campus,  de maneira que o cronograma do ônibus será com saída, todos os dias, às 07h20 e retorno às 18h30. 


A rota será pela Academia da Saúde, Igreja Matriz, Posto Xavante e Garagem da Real Expresso.

O convênio é mais uma parceria entre a prefeitura municipal e o IF - Goiano, em prol da educação e do desenvolvimento das pessoas da comunidade.


Esta é uma ação que merece todos os nossos aplausos.


segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

Buritizal devastado em Campos Belos (GO). Crimes ambientais dos mais graves e sem precedentes no município





Prezado Dinomar, Bom Dia. 

Meu nome é Enrico Alessandro Corvino, 54 anos, pesquisador independente em tecnologias sobre energias renováveis voltadas a sustentabilidade. 

Conhecido na cidade apenas como Alessandro “de Tatiana” sou morador de Campos Belos a quase 27 anos, não sou da região, fui criado no Paraná desde 1 ano de idade, por isto embora nascido no MS, me considero Paranaense de formação e Goiano de coração. 

Estive atuando profissionalmente na cidade a 25 anos na area de Telecomunicações, com empresa prestadora de serviços para a antiga Telebrasilia e Embratel, estatais na época. 

Período em que conheci a pedagoga Tatiana Santos, casei-me a tive 2 filhos com ela. 

No momento estão cursando faculdade e, este o motivo principal de ter regressado a cidade novamente após longo período afastado da comunidade. 

A 5 anos voltei e constatei a grande expansão econômica da cidade, contudo, a cultura, o urbanismo, a cidadania e a Justiça não acompanharão este movimento. Vi avanços na conscientização de parcela da população, sobretudo nos mais jovens, sedentos por qualidade de vida e civilidade. 

Conheci também a sua atividade jornalística através de seu Blog que tem cumprido enorme e relevante papel de informar e democratizar com a verdade, a vida social. Diz o filósofo que a consciência é o nosso maior credor. 

Tenho um terreno na cidade que fica bem próximo do Fórum da cidade e, em 2017, meu vizinho homem de muitas posses, Sr. José Maria B. Barroso, teve em sua propriedade um incêndio que segundo tudo indica foi provocado pelo mesmo, a fim de “limpeza” e posterior formação de pastagem para criação de gado. Neste incêndio criminoso ocorreu uma grande devastação ambiental em um Buritizal (nascente de água) que fica dentro desta area que está sob seu domínio. 

Na ocasião fui alertado que do alto de seu posto avançado de observação, achando que seria em minha propriedade, cobrou-me sobre o danoso fato, ato contínuo e em cinco minuto estava eu lá, presenciando o incêndio e conversando com o funcionário do possível mandante que, constrangido (o funcionário) confessou tudo. 

Não conformado com tamanha agressão socioambiental, dirigi-me no mesmo momento ao Fórum da Comarca (200m do local) e reportei-me, ainda com a roupa toda chamuscada pelas chamas e fumaça, ao jovem Juiz, Dr. Fernando Marney, que me recebeu de pronto, surpreso e estarrecido com o relato, orientou-me a realizar denuncia a delegacia e ao MP. 

Foi o que fiz no mesmo dia. Passados aproximadamente 1 ano deste crime, fui ouvido na delegacia pelo escrivão e relatei novamente tudo que estava na denúncia formal. 

Agora, passados 17 meses da denúncia, fiquei sabendo, por acaso, do arquivamento do inquérito a pedido do MP, fato que me surpreendeu, por tantos indícios e pela falta de pesquisa amiúde do Estado, para apurar o culpado e aplicar a devida punição didática e corretiva, em resposta a sociedade detentora do bem comum. 

Desta forma, repasso a você as informações sobre o caso e peço, que se achar de interesse de seu Blog, publicá-las na íntegra ou em resumo - desde que, neste formato, bem explicado e com o seu habitual cuidado profissional para não haver interpretações equivocadas – e fazer chegar ao conhecimento da população de Campos Belos e região estes tristes episódios. 

Tive um acesso rápido ao processo de inquérito; visto que, estava arquivado desde 12/02/2019, e formulei um pedido (ao titular do MP) que segue também anexo. 

Pedi o desarquivamento do inquérito e a sua efetiva denúncia ao Juízo. · 

Estou a sua inteira disposição para mais esclarecimentos e precisão da publicação, se for o caso também. Desde já agradecido por sua valiosa atenção e trabalho jornalístico.



52 cidades goianas descumpriram lei nos gastos com pessoal, entre elas, São Domingos e Cavalcante (GO)

As contas de 52 municípios de Goiás ficaram acima do limite estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) para gastos com pessoal em 2018. 

A lei determina o gasto máximo de 54% da Receita Corrente Líquida (RCL) com a folha de pagamento; dez gastaram mais de 60% com essa despesa, sendo três acima de 70%.

O levantamento foi feito pelo Jornal POPULAR utilizando as prestações de contas dos Executivos disponibilizadas pelo Tribunal de Contas dos Municípios de Goiás (TCM-GO) e atualizados na tarde da sexta-feira (15). Os números consideram a prestação parcial das contas de 2018. O prazo para entrega final venceu na quinta-feira (14).

Outras 106 cidades fecharam o ano acima do limite prudencial de 51,3%. Pelos dados, apenas 34,1% das cidades (84) ficaram dentro do limite de 48,5% estipulado pela LRF para gastos com pessoal.

Os municípios que declararam maior custo com folha foram Niquelândia, Santo Antônio do Descoberto e Novo Gama: 78,29%, 76,26% e 70,62%, respectivamente. Os gastos são proporcionais às receitas correntes líquidas de cada cidade.

A 305 quilômetros de Goiânia, Niquelândia terminou o ano com 1.391 servidores ativos e inativos. Foram declarados gastos de R$ 75,7 milhões com os encargos de pessoal. O total de receita arrecadada, que é maior que a corrente líquida, foi de R$ 98 milhões.

Santo Antônio do Descoberto, cidade do Entorno de Brasília, fechou 2018 com pagamentos, no ano, de R$ 86,5 milhões aos seus 2.407 servidores ativos e inativos. A receita arrecadada em 2018 foi de R$ 127,6 milhões.

Já em Novo Gama foram R$ 87,1 milhões pagos a 2.062 servidores ativos e inativos durante o ano. O município arrecadou R$ 126 milhões no ano passado.

A reportagem ligou nos telefones dos prefeitos Adolpho Von Lohrmann (MDB) e Sonia Chaves (PSDB), de Santo Antônio do Descoberto e Novo Gama, respectivamente, mas não obteve retorno até o fechamento da edição.

A reportagem não conseguiu contato com o prefeito Fernando Carneiro (PSD). O pessedista foi eleito em junho de 2018, após cassação do ex-gestor Valdeto Ferreira (PSB) em fevereiro do mesmo ano.

Fonte: O Popular

Marinha pede atenção de Caiado para balsa no Rio Paranã, em Nova Roma/GO e mais 7 interditadas em Goiás



Representantes da Marinha apresentaram ao governador de Goiás, Ronaldo Caiado, o quadro caótico de 8 balsas interditadas pela instituição no interior de Goiás.

Coube ao almirante Sérgio Goldstein apresentar o relatório que mostra a situação precária das instalações balsas nos municípios, que foram tiradas de operação por falta de investimento da gestão anterior do governo goiano na manutenção dos equipamentos.

Estão interditadas as balsas Ada (Rio Caiapó, GO-188, em Arenópolis); Darlene (no Rio Maranhão, GO-080, em Barro Alto); Judite (Lago dos Tigres: GO -324, em Britânia); Júlia (Rio das Almas: GO-338, em São Luiz do Norte); Soledade (Rio São Marcos: GO-213, em Campo Alegre); Cana Brava (Rio São Félix: GO-464, em Minaçu); Viviane (Rio Paranã: GO-112, em Nova Roma); e Sandra (Rio Crixás: GO: 239, em Amaralina).

“Nós acabamos de receber aqui relato que já havia sido entregue ao governo do Estado há mais de ano, deixando claro que as balsas que hoje funcionam em Goiás estão totalmente interditadas devido à situação caótica, sem a menor condição de segurança para fazer transporte de carga, muito menos de passageiros, colocando em risco todas as pessoas que trafegam nesses rios aqui atendidos por essas oito balsas”, destacou o governador.

Caiado destacou que a situação é grave porque em determinados locais de interdição há anúncio de investimentos do governo passado.

“Isso é sinal de corrupção. No Rio Paranã você vê o padrão da balsa e lá tem uma placa da antiga Agetop que o governo anterior gastou R$ 26 milhões. Lógico que se fossem R$ 26 milhões seria um transatlântico, no entanto, é uma barca que foi interditada pela Marinha”, denunciou Ronaldo Caiado.

Além da falta de balsas adequadas para fazer o transporte, os tripulantes também não têm qualificação, ou seja, não passaram por cursos da Marinha. Ronaldo Caiado disse que já encaminhou a Goinfra a necessidade de implantar cursos para os responsáveis pela tripulação, isso com o apoio da Marinha, que se dispôs a fazer isso; bem como de reformar as balsas, já que elas não têm condições mínimas para trafegar.

“Esse é o caos que estamos encontrando, ou seja, a cada momento é uma notícia que nos chega dizendo das irresponsabilidades que foram praticadas”, apontou.

Fonte: Diário de Goiás

Aeródromos de Alto Paraíso, Campos Belos e Posse/GO interditados são liberados para operações


Após a interdição dos Aeródromos, a Agência Goiânia de Infraestrutura e Transportes (Goinfra), antiga Agetop, foi rápida e na tarde de quarta-feira (14/2) conseguiu liberar os espaços para funcionamento.

Na última terça-feira (13/2), 12 Aeródromos do Estado de Goiás foram interditados pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac)​​, devido à falta do laudo de inspeção e funcionamento da (Goinfra).

A assessoria da Goinfra afirmou que após receber a notificação do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), esteve em contato direto com o órgão da Força Aérea Brasileira (FAB) para regularizar as operações do aeródromo e conseguiu a liberação antes do prazo exigido pelo órgão.

Ainda de acordo com a Goinfra, a gestão anterior não apresentou as correções propostas pelo Plano Básico de Zona de Proteção de Aeródromo (PBZPA), e deixou o governo com processos de irregularidades, que causaram a interdição dos espações na última quarta-feira.

Dos aeródromos interditados apenas o de Santa Helena não é responsabilidade da Goinfra.

Entre as unidades que receberam a notificação e foram liberadas estão: Alto Paraíso, Aragarças, Campos Belos, Ceres, Mozarlândia, Pirenópolis, Porangatu, Posse, Quirinópolis, São Miguel do Araguaia e Uruaçu.

Conforme as informações da agência, o aeródromo da cidade de Santa Helena tem a homologação municipal e a Prefeitura é responsável pela administração da pista que recebeu a notificação de interdição.

Atual presidente da Goinfra, Enio Caiado, afirmou que a agência está comprometida em dar continuidade a todos os processos técnicos para regularizar os funcionamentos dos aeródromos. Conforme o titular da pasta, uma nova dinâmica foi implantada para garantir a manutenção e a segurança das operações nos aeródromos.

A agência é responsável pela administração aeroportuária de 26 aeródromos em Goiás, conveniados a Secretaria Nacional de Aviação Civil.

Aeródromos em Goiás


Aeródromo é toda área para pouso, decolagem ou movimentação de aeronaves. Segundo a Anac, os aeroportos são aeródromos públicos com instalações de apoios para operações das aeronaves de embarque e desembarque de pessoas e cargas.

Em Goiás, existem 168 aeródromos registrados no Sistema Estadual de Estatística e de Informações Geográficas do Estado de Goiás (SIEG).

Fonte: R7

Energisa segue com cronograma de obras em mais 15 municípios no Tocantins


A Energisa está com um cronograma intenso de obras em todo o Tocantins. 

De 16 a 22/2, 15 municípios do Tocantins receberão obras de melhorias e manutenções, como deslocamento e substituição de postes de rede de média e baixa tensão, construção de manutenção da rede elétrica, limpeza de faixa, substituição de cruzetas, instalação de equipamentos mais modernos e outros serviços.

As obras têm impacto direto na melhoria da qualidade do fornecimento de energia e ampliação do sistema elétrico. Alberto Cunha, gerente de Construção e Manutenção da Energisa, explica que a maioria das obras é feita com a rede de energia ligada, por equipes de Linha Viva, especializadas neste trabalho, no entanto, quando não é possível, por questões técnicas e de segurança, a Energisa faz um desligamento programado para executar as melhorias. 

“Os desligamentos acontecem em locais pontuais (ruas, bairros e zona rural) e não atingem a cidade toda. Quando há a necessidade de executar manutenção em alguma subestação de energia, para não desligar grandes blocos de cargas, fazemos uso da nossa subestação móvel.”


Alberto completa que, com os investimentos o sistema elétrico fica preparado para acompanhar o aumento futuro do consumo de energia, tanto do parque industrial, quanto do consumo das classes comercial e residencial, tornando a rede mais resistente aos fatores climáticos, como as chuvas severas que atingem a região.

Para fazer o desligamento, a Energisa comunica os seus clientes nas localidades onde haverá obras e serviços de manutenção informando a data e o período que ficará sem luz. 

Assim, os clientes podem se programar e minimizar os impactos na sua rotina do dia a dia. 

Esses avisos são realizados por meio de SMS, carro de som e carta. O cliente também pode consultar os desligamentos programados para a sua região no site www.energisa.com.br, pelo aplicativo de celular Energisa On ou 0800 721 3330.

“Para que essa comunicação seja efetiva e garanta mais conforto para os nossos clientes é importante lembrar que o ele (cliente) deve manter seu cadastro atualizado junto à empresa, com e-mail e telefone celular. 

Assim, ele terá acesso às informações do desligamento e outros serviços da distribuidora”, destaca Alberto.

Com a realização das obras serão executados desligamentos programados até o dia 22/2 nos seguintes municípios: Araguaína, Palmas, Santa Terezinha, Augustinópolis, Pindorama, Taguatinga, Arapoema, Monte do Carmo, Palmeirante, Tupiratins, Paraíso do Tocantins, Ipueiras, Arraias, Nova Olinda e Miracema.

Fonte: Surgiu

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

De Aurora do Tocantins: autor do passe para primeiro gol de Neymar como profissional fala sobre o craque


Uma afirmação veiculada na capa da edição especial de fevereiro da revista Placar, celebrando os 10 anos de carreira de Neymar, tem gerado polêmica em programas esportivos na televisão e nas redes sociais nos últimos dias:

“Uma década em que assistimos ao maior jogador brasileiro pós-Pelé desfilar seu futebol talentoso, alegre, campeão... e polêmico, claro!”.

Discussões à parte sobre o atual camisa 10 da Seleção Brasileira e do PSG ser melhor tecnicamente ou ter ultrapassado o nível de grandes nomes do passado. 

O começo profissional contou com a participação do ex-atacante Roni, natural de Aurora do Tocantins, a 496 km de Palmas, conhecido por passagens em grandes clubes, como Fluminense, Flamengo, entre outros, além de Seleção Brasileira e por ter sido o primeiro “garçom” de Neymar. 

“Fomos vice-campeões Paulista no ano em que ele apareceu, em 2009, e tive a felicidade de dar o passe para o primeiro gol dele como profissional. Tínhamos uma relação muito boa. É um garoto de ouro”, comenta Roni, que não respondeu sobre a polêmica capa da Placar.

Ele conta que chegou ao Santos depois de jogar no Gamba Osaka, do Japão, e que escolheu o clube da Vila Belmiro por causa do pai que é torcedor santista. “Foi muito bacana”, diz o sobre o período. 

O passe para o primeiro gol de Neymar ocorreu no dia 15 de março de 2009, na vitória do Peixe por 3 x 0 sobre o Mogi Mirim, no Estádio do Pacaembu, em jogo válido pela 14ª rodada do Campeonato Paulista

Roni exalta o ex-companheiro de clube e conta que mantém uma boa relação com o jogador até hoje. 

“Estive na Espanha há uns dois anos para visitá-lo e foi uma alegria tremenda. 

Ele é um grande amigo que quero levar para sempre”, finaliza o ex-atacante, hoje empresário e dono de empresas de consultoria esportiva e eventos.

Em 2014, os dois posaram juntos para uma foto depois de um encontro na Europa e na oportunidade Neymar utilizou o Twitter para agradecer o tocantinense pelo passe recebido em 2009. 

“Bom demais te reencontrar, fera! O primeiro gol na carreira a gente nunca esquece. E não esquecemos quem deu a assistência também. Tamo (sic) junto, Roni! Abraço”, postou.

Fonte: Jornal do Tocantins

Incêndio dentro do quartel da PM assusta moradores de Campos Belos





Um incêndio, de consideráveis proporções, assustou moradores de Campos Belos (GO), nordeste do estado, no início da tarde desta sexta-feira (15).

O local onde o fogo se propagou fica dentro das dependências da 42ª Companhia Independente da Polícia Militar (PM). 


As informações ainda são desencontradas, mas, ao que tudo indica, as chamas atingiram carros e motos apreendidos e que foram guardados em um galpão do quartel.

A cortina de fumaça, extensa e negra, chamou a atenção da cidade e muita gente foi ao local, para tentar entender a real situação e outros, por curiosidade.

Como o município não possui uma unidade de Corpo de Bombeiros do Estado de Goiás, a prefeitura acionou um carro pipa improvisado para tentar debelar as chamas.

Ainda não se tem informações se há feridos e qual a real extensão do incêndio e dos prejuízos.

O Comando da PM ainda não divulgou uma Nota Oficial de esclarecimentos









quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

O poder do estudo e do conhecimento


Prefeitos do Nordeste de Goiás fazem novas tratativas para solucionar problemas dos lixões




Na última sexta-feira (8), ocorreu, no Clube Recreativo Monjolo, em Divinópolis de Goiás, mais uma reunião do Consórcio Intermunicipal de Saneamento Básico e Ambiental do Nordeste Goiano (Cisbango).

O objetivo foi dos assuntos relacionados à destinação dos resíduos sólidos e aterros sanitários, que serão implantados.

Na ocasião foram, apresentadas propostas para os municípios, mostrando viabilidades técnicas, econômicas e ambientais para a correta destinação dos resíduos sólidos.

Dezesseis municípios do nordeste goiano fazem parte do CISBANGO, que busca implantar aterros sanitários para a correta destinação dos resíduos.

O objetivo é atender a Lei 12.305 de 02 de agosto de 2010, que trata da Política Nacional de Resíduos Sólidos.

Em pauta também o Consórcio Intermunicipal de Saúde, que engloba os municípios do Nordeste Goiano. O objetivo é centralizar os atendimentos emergências e grandes complexidades e diminuir custos.

Participaram da reunião o Superintendente João Orestes; o prefeito de Posse, Wilton Barbosa; o prefeito de Divinópolis, Charley Tolentino; o prefeito de Guarani de Goiás. Volnei Mimoli; o prefeito de Campos Belos, Eduardo Terra; a prefeita de Buritinópolis, Ana Paula; prefeito de Teresina de Goiás, Josaquim Miranda; prefeito de São Domingos, Cleiton Martins e secretários, engenheiros e representantes dos municípios.

O Cisbango é composto por 16 municípios, sendo eles; Alvorada do Norte, Buritinópolis, Campos Belos, Damianópolis, Divinópolis, Flores de Goiás, Guarani, Iaciara, Mambaí, Monte alegre, Nova Roma, Posse, São Domingos, Simolândia, Sítio D’abadia e Vila Boa.